sábado, 31 de julho de 2021

Piores vícios e mais comuns: saiba quais são eles

Hoje em dia, existem muitas substâncias que levam à dependência. No entanto, algumas delas estão entre os piores vícios, seja pelo grau de dependência que geram ou pelo número de pessoas que as utilizam no mundo todo.

É importante ressaltar que todos eles têm tratamento, sobretudo em ambientes como o de clínicas de reabilitação especializadas no assunto, que contam com profissionais qualificados e uma estrutura voltada para isso. Para saber quais são alguns dos piores vícios, leia!

Vício em heroína

Para começar com os piores vícios, um dos principais é o em heroína, que é considerada uma das drogas mais viciantes. Ela causa sensações rápidas de prazer e bem-estar, considerada um opiáceo, tendo sua produção das papoulas de onde sai o ópio.

Dessa maneira, em outras palavras, a heroína é uma droga derivada do ópio que faz com que o nível de dopamina do cérebro aumente muito. Em testes com animais de laboratório, esse nível de dopamina subiu em até 200%.

No entanto, como sabemos bem, a heroína é uma droga muito perigosa, que pode até causar a morte com uma dose relativamente moderada. Basta ingerir 5x mais o habitual para ficar drogado para que haja a overdose.

Além disso, os danos dessa substância vão além do indivíduo, e tem um impacto social considerável. O mercado ilegal de opiáceos como a heroína chega a movimentar cerca de 70 bilhões de dólares todo o ano considerando o mundo todo.

Vício em cocaína

piores vícios

Outra das piores drogas é a cocaína, que também mexe com o cérebro diretamente, fazendo aumentar os níveis de dopamina brevemente. Ainda assim, como se sabe, ela faz muito mal depois disso, trazendo danos consideráveis ao dependente.

De uma forma bastante resumida, a ação dela no corpo faz com que ela mexa diretamente nos sinais de dopamina dos neurônios. Desse modo, é como se a pessoa que a utilizou tivesse uma sensação constante de recompensa.

Assim como no caso da heroína, existem testes em animais para avaliar o quanto a cocaína faz os níveis de dopamina subirem. E, aqui, o resultado é similar, fazendo aumentar em cerca de três vezes.

Infelizmente, atualmente há cerca de 20 milhões de usuários dessa droga no mundo todo. Por isso, o montante que ela movimenta é até superior ao da heroína, com cerca de 80 bilhões de dólares anuais no planeta.

Vício em crack

O crack é outra entre as drogas que causam os piores vícios. De certa forma, ela está bastante relacionada à cocaína, uma vez que sua composição é a cocaína solidificada a partir de alguns cristais.

Porém, considera-se o crack ainda mais nocivo que a cocaína, porque seu efeito é ainda mais exacerbado. Dessa forma, ela também tem um alto índice de vício, mesmo para quem usa pela primeira vez.

Da mesma forma que a cocaína e a heroína, ela dá uma sensação similar à de estimulantes. O fato de ter um preço mais acessível que outras faz com que seja um problema ainda maior à sociedade.

Vício em cigarro

Um dos piores vícios e sobre o qual muitas pessoas não se dão conta é o do cigarro, que tem substâncias como a nicotina. A nicotina, aliás, é o elemento que está presente no tabaco e que mais vicia, ainda que não seja a única.

Ao fumar um cigarro, a nicotina tem uma absorção rápida nos pulmões. A partir daí, ela passa a levar sensações ao cérebro, também relacionados aos anteriores, como o de bem-estar.

Embora seus efeitos sejam menos nocivos que os do crack, por exemplo, este é um dos piores vícios tanto pelo número de pessoas que fumam quanto pela facilidade com que vicia.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), por exemplo, estima-se que, até o ano de 2030, cerca de 8 milhões de pessoas morram por ano pelas consequências do cigarro. Além disso, os efeitos são nefastos tanto às pessoas que fumam quanto aos chamados fumantes passivos e, claro, aos sistemas de saúde.

Vício em álcool

piores vícios

Assim como no caso do cigarro, este é um dos piores vícios justamente porque as pessoas tendem a menosprezá-lo. Dessa forma, não é só porque não é ilegal beber álcool que ele não vicia e não pode se tornar perigoso.

Muito pelo contrário, aliás. Saiba que aproximadamente 25% das pessoas que bebem se tornam dependentes do álcool. Além disso, a OMS também tem estimativas que saltam aos olhos, de mais de 3 milhões de mortes anuais no mundo por conta dos efeitos da bebida.

Só que nem todo efeito que é nocivo leva à morte, concorda? Assim, muitas famílias podem sofrer com dependentes na família, gerando atribulações ao seio familiar e afetando a todos, não só ao viciado.

Da mesma forma que com as outras drogas, o álcool eleva o nível de dopamina no cérebro, causando sensações de bem-estar. Ainda assim, é claro, não compensa pelos inúmeros malefícios que causa.

Vício em medicamentos

Por fim, quando falamos em piores vícios, precisamos abarcar o máximo de tipos de substâncias diferentes. E isto diz respeito também às medicações, como os calmantes, especialmente os barbitúricos, que podem causar dependência.

Inicialmente, estas substâncias eram utilizadas para tratar problemas como a ansiedade e a insônia. Assim, para gerar esses sintomas, elas agem no cérebro, interferindo nos seus sinais químicos.

Estes remédios devem ser utilizados com cautela, somente com a prescrição médica, uma vez que causam o vício e até a morte em doses mais elevadas. Porém, até pouco tempo atrás, eles eram mais frequentes, sobretudo em países em que se pode comprá-los sem receita.

Dessa maneira, esse é mais um caso que evidencia que ninguém deve se automedicar nem tomar nada sem orientação médica. Por isso, se você tem algum sintoma como ansiedade, depressão ou estresse, procure um especialista em vez de seguir indicações de medicamentos de amigos.

Com isso, terminamos nossa publicação resumindo alguns dos piores vícios. E você, sentiu falta de saber mais sobre alguma droga? Comente para fazermos uma publicação sobre o assunto!

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O que fazer para eliminar a nicotina do organismo?

Desintoxicar do cigarro e eliminar a nicotina do organismo são tarefas que muitos fumantes e ex-fumantes desejam aprender. No entanto, como é possível fazer isso com sucesso e não ter nenhum tipo de recaída?

Saiba que existem algumas estratégias que podem ajudar a quem está parando de fumar ou que já parou. Se você quer aprendê-las, continue lendo!

Eliminar a nicotina do organismo pela desintoxicação

Hoje em dia, existem muitos tratamentos para quem deseja eliminar a nicotina do organismo. De forma geral, há o que se chama de desintoxicação do cigarro, e isso pode ser feito até mesmo ao incrementar alimentos ao seu cardápio.

É claro que, como todos sabemos, os efeitos da nicotina podem ficar presentes no corpo por muito tempo, principalmente variando conforme a quantidade que você fumava e com qual frequência.

Ainda assim, existem métodos para amenizar isso, ou então para tentar eliminar de vez os sintomas. Dessa maneira, há tratamentos médicos que o ex-fumante pode seguir, bem como a readequação alimentar pode ajudar.

A ideia, com a comida, é ingerir o máximo possível de substâncias antioxidantes, que auxiliam o corpo a se livrar daquilo que é nocivo e você coloca para dentro – como a nicotina. Portanto, já vá se acostumando com esse tipo de alimentação.

A fumaça, mesmo para quem é fumante passivo, já dificulta a absorção de nutrientes, como é o caso da vitamina C, que pode ser absorvida até 40% menos, de acordo com estudos. Ademais, outros antioxidantes, como as vitaminas do complexo B, vitamina E, selênio, betacaroteno e outros também são colocados em risco.

O que fazer se você ainda é fumante

eliminar a nicotina do organismo

Se você quer eliminar a nicotina do organismo, um passo importante para isso é parar de fumar, não é verdade? No entanto, sabemos bem que isso é um passo difícil, e que nem todos conseguem assim de rompante.

Por isso, existem algumas formas para já começar a ir se adaptando com a desintoxicação do cigarro ainda enquanto fuma. Ou seja, a ideia aqui é que você, ao passo que vai diminuindo o uso do cigarro, já comece a entender como eliminar a nicotina do organismo.

Isso é importante por uma série de motivos. Primeiramente, porque já começa a deixar você mais habituado com o período posterior. Depois, porque também já permite que o seu organismo já fique mais saudável.

É ótimo conseguir parar de fumar pulando essas etapas, mas nem sempre essa é a realidade. Portanto, não se sinta mal se você não conseguir largar o vício logo de cara, uma vez que isso é bem difícil mesmo.

Aqui, a ideia é que você já vá conseguindo adicionar ao seu cardápio os alimentos antioxidantes aos quais nos referimos na seção anterior. Por exemplo, utilize cereais, ervilhas, feijão, suco de limão, cebola, alho e ervas diversas.

Ademais, é bom também ter cuidado na hora de escolher esses produtos. Por mais que todos tenham nutrientes importantes, os mais frescos podem ter em maior quantidade, de modo que vão fazer ainda melhor.

Dessa forma, tente evitar comidas enlatadas (mesmo as que possuem alimentos como os que falei). Os conservantes presentes não fazem tão bem e, de forma adicional, boa parte dos antioxidantes são perdidos durante os processos de industrializar.

Outra ideia interessante é tentar consumir a temperatura ambiente, quando for possível. Isso porque o ato de esquentar os alimentos pode acabar diminuindo o valor nutricional quando o assunto é o de antioxidantes.

Como eliminar a nicotina do organismo para quem já parou de fumar

Bom, se você já conseguiu parar de fumar, então há mais dicas para eliminar a nicotina do organismo. Neste sentido, é interessante ter em mente também que o ato de parar de fumar pode gerar ganho de peso.

O motivo disso, na verdade, tem um fundo científico e biológico. É que, quando você começa a parar de fumar, tende a haver uma melhora no paladar, justamente pela ausência da fumaça e de substâncias presentes no cigarro.

Por isso, muitos acabam comendo a mais, o que, claro, leva ao aumento de peso. Por isso, é interessante também praticar atividades físicas regulares, que além de fazerem bem para o corpo, também ajudam a controlar o peso.

No entanto, nem tudo se deve somente às alterações no paladar. Isso porque não é nada incomum que as pessoas usem guloseimas para parar de fumar, e você já deve ter ouvido falar de alguém que faz isso – ou então talvez até você mesmo faça.

Para largar o vício, é válido, e se você precisar substituir o cigarro por alguma bala, tudo bem. Só que, por certo, isto também pode gerar um efeito que você vai acabar vendo na balança. Em média, os ex-fumantes chegam a engordar até 3 kg no primeiro ano.

Outro motivo é também relacionado à presença de substâncias como a nicotina. Ela ajuda, de certa forma, a queimar algumas calorias, além de prejudicar a absorção de outros nutrientes. Assim, “ajuda” a emagrecer, mas com o custo de prejudicar (e muito) a sua saúde.

Por fim, talvez você também fique ansioso sem cigarro, o que pode levar à compulsão alimentar. Para evitar tudo isso, os nutricionistas indicam preferir frutas em vez de guloseimas. Complementarmente, coloque pedras de gelo na boca, aumente a ingestão de líquidos e escove os dentes com mais frequência.

Dicas de como lidar com a síndrome de abstinência

eliminar a nicotina do organismo

Por fim, é interessante notar que há um processo chamado de síndrome da abstinência que também pode acontecer com quem está parando de fumar e buscando eliminar a nicotina do organismo. Existem sintomas específicos, como a ansiedade, que podem fazê-lo comer alimentos que não precisava.

Para lidar com isso e diminuir os efeitos físicos e psicológicos, preparamos cinco dicas especiais. Veja elas abaixo:

  • Evite tomar café e álcool: essas substâncias são estimulantes e, além do mais, podem ser associadas ao velho hábito de fumar.
  • Coloque os cigarros no lixo: de forma alguma deixe cigarros dentro da sua casa ou do seu carro. Portanto, coloque todos fora, para evitar uma recaída.
  • Masque cravos: pode parecer estranho, mas colocar cravos na boca ou mascá-los pode ajudar a desintoxicar porque diminui a vontade de fumar.
  • Faça exercícios: os exercícios físicos, inclusive respiratórios, como de inspirar e soltar o ar, podem ajudar a relaxar. Além disso, caminhar e praticar esportes, especialmente nos momentos de maior tensão, ajuda a aliviar, além de manter o peso. 
  • Siga uma alimentação adequada: por fim, siga a alimentação com base em antioxidantes, como falamos aqui antes.

Eliminar a nicotina do organismo não é uma tarefa fácil, mas pode ser feita se você tiver resiliência e as estratégias corretas. Siga nossas dicas e acompanhe nosso blog para mais posts como esse!

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Sintomas da crise de abstinência ou síndrome da abstinência

Engana-se quem pensa que os efeitos da droga param assim que não se consome mais ela. Infelizmente, mesmo após diminuir ou parar o uso, há o que chamamos de sintomas da crise de abstinência ou crise de abstinência.

De forma geral, esses efeitos podem ser físicos, psíquicos e comportamentais, gerando danos ao paciente que está buscando se recuperar. Por isso, é bom saber identificá-los, de modo que seja destinado a esta pessoa o melhor tratamento da crise. Então, leia para aprender!

O que é a crise de abstinência

Primeiramente, então, é necessário começarmos pelo básico. Ou seja, antes de falarmos dos sintomas da crise de abstinência, é preciso que você compreenda o que ela e a síndrome de abstinência significam na prática.

De forma geral, os dois conceitos (crise de abstinência e síndrome de abstinência) se referem a processos similares. Eles são relacionados ao grupo de sinais e de sintomas que acometem o dependente químico quando ele não está no uso da substância.

Assim, podem ocorrer diversos tipos de apresentações de quadros psíquicos, físicos e comportamentais a partir do momento em que a pessoa com o vício começa a reduzir e a parar de consumir regularmente a droga.

Além disso, é interessante notar, também, que quanto maior a quantidade que vinha sendo utilizada e quanto maior a regularidade do consumo, maiores tendem a ser também os efeitos da crise de abstinência. Por isso, começar a tratar o quanto antes é essencial.

Antes de iniciarmos a falar sobre cada sinal, é importante dizer que cada substância pode levar a sintomas diferentes. Isto é, crack pode levar a alguns, cocaína a outros, álcool tem diferentes, etc.

Ainda assim, porém, muitos deles são similares, de modo que é possível ter uma ideia geral, pelo menos. Com isso em mente, vamos começar a falar sobre os sinais da dependência química abaixo.

Sintomas físicos da crise de abstinência

sintomas da crise de abstinência

O primeiro grupo de sintomas da crise de abstinência sobre o qual iremos falar agora é o dos sintomas físicos. Como falei acima, eles compreendem apenas uma parte dos efeitos da diminuição do uso da droga. Ainda assim, podem ser bastante expressivos.

Em resumo, podemos dizer que os sintomas físicos da crise de abstinência são vários. O nível e a quantidade deles em cada indivíduo pode variar de acordo com a própria pessoa, com a intensidade da crise e com a substância que era utilizada.

Dessa maneira, pode haver desde sintomas mais leves, como suor excessivo, até alguns mais extremos, como é o caso das convulsões. Para exemplificar, entre os principais efeitos estão os listados abaixo:

  • Sudorese (suor em excesso);
  • Convulsões;
  • Dilatação das pupilas;
  • Aumento da pressão arterial;
  • Taquicardia (coração acelerado);
  • Tremores;
  • Náuseas e vômitos;
  • Desconfortos e dores;
  • Febre;
  • Diarreia.

Sintomas psicológicos e mentais da crise de abstinência

Passando os efeitos físicos, agora é hora de entender melhor quais são os sintomas da crise de abstinência que afetam a parte psicológica e mental do paciente. Essa parte é uma das que mais faz com que o dependente sofra.

Assim como no caso anterior, há uma série de sintomas que podem acontecer, novamente variando de acordo com alguns fatores. Em qualquer caso, é sempre indicado que seja procurado auxílio médico para controlar.

Ainda que existam muitos sintomas sobre os quais poderíamos falar, os principais e mais comumente vistos são os seguintes:

  • Delirium (um tipo de psicose e estado de confusão mental);
  • Depressão, ansiedade ou estresse;
  • Ataques de pânico;
  • Alucinações;
  • Mudanças repentinas de humor.

Com base nisso, perceba que há muito relacionado às mudanças no humor de quem tem a abstinência. Em alguns casos, pode ser mais grave, enquanto em outros é menos. No entanto, sempre tende a afetar a pessoa, que pode sofrer bastante.

Sintomas comportamentais da síndrome da abstinência

sintomas da crise de abstinência

Para além dos sintomas físicos e psíquicos, também temos os sintomas da crise de abstinência no âmbito comportamental. Dessa maneira, o abstinente pode ter alterações importantes nas suas questões comportamentais e até mesmo sociais.

Uma vez que o corpo começa a mudar, com alterações internas no organismo derivados da diminuição do uso da substância, isso também dificilmente não vai afetar o temperamento e as ações da pessoa. Em resumo, as principais alterações comportamentais são relacionadas ao seguinte:

  • Uma maior agitação e inquietação;
  • Irritabilidade;
  • Hiperatividade;
  • Distúrbios alimentares (como anorexia);
  • Insônia.

Note, a partir desses efeitos da síndrome de abstinência, que é possível começar a tentar identificar. Certamente, nem sempre esses sintomas são derivados do uso de drogas, porém, se é em alguém que está parando de usá-las, é provável que venha disso.

Aprenda a identificar esses efeitos

Como você deve ter notado até aqui, existem muitos sinais e sintomas da crise de abstinência que podem acometer o paciente em remissão do uso de drogas. A partir desse entendimento, muitas pessoas ficam com uma dúvida: como identificar isso?

Um dos pontos mais importantes a se ter em mente, nesse momento, é o de que você deve conhecer ao máximo a pessoa com a dependência. Isto é, deve saber responder a questões como as abaixo:

  • Qual é o tipo de substância que é/era consumida pelo viciado?
  • Qual a quantidade de droga que é/era utilizada?
  • Com qual frequência isso acontecia?
  • Quanto tempo está em tratamento?
  • Já houve algum tipo de recaída?
  • O dependente já sofreu com síndrome de abstinência antes? Quais foram os sintomas?

Falando especificamente sobre o tipo da droga, por exemplo, isso é importantíssimo. Só para citar como exemplo, enquanto o álcool pode causar o delirium sobre o qual citamos antes, os opioides já não têm essa característica. Porém, os opioides podem causar vários outros sintomas que o álcool não causa, e aí por diante.

Ou seja, entre os diversos tipos de substâncias, cada uma possui características distintas, e pode ter diferentes efeitos. Quanto mais você souber responder às questões acima, mais vai conseguir auxiliar os profissionais que irão tratar do dependente em abstinência.

Enfim, conseguiu tirar suas dúvidas sobre os sintomas da síndrome de abstinência em pacientes que fazem o uso de substâncias? Se ficou com alguma dúvida, deixe nos comentários!

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Como lidar com um dependente químico na família

Quem tem um dependente químico na família sabe o quanto essa situação é difícil. Saiba, porém, que existem meios pelos quais você pode ajudar tanto na melhora do seu relacionamento com o dependente quanto no incentivo ao tratamento.

Então, para que isso aconteça, é preciso ter em mente algumas dicas essenciais que vão ajudá-lo a entender o papel familiar nesta doença. Portanto, leia essa publicação especial que preparamos e entenda!

Saiba o que é a dependência química

Para começar, é importante que, se você tem um dependente químico na família, saiba o que realmente isso significa. Como já falamos na publicação anterior, existe, por exemplo uma diferença entre ser apenas usuário de drogas e a dependência.

Dessa maneira, segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID 10), podemos caracterizar a dependência química até mesmo como uma enfermidade. Isso porque ela gera uma série de sintomas que impactam na vida da pessoa desde os aspectos fisiológicos e cognitivos até comportamentais e sociais.

Complementarmente, o paciente dependente tem um certo descontrole sobre o uso de substâncias, e coloca isso como prioridade na sua vida. Assim, aos poucos, as consequências nocivas vão se acentuando ainda mais.

Então, uma vez que você tem um dependente químico na família, precisa entender que isso é uma doença e como ela funciona. Além disso, é preciso compreender que, como toda enfermidade, precisa ser tratada por profissionais da saúde qualificados.

Aprenda a identificar os sinais e sintomas do dependente químico na família

dependente químico na família

Como qualquer outra doença, a dependência química pode apresentar alguns sinais e sintomas característicos. Por isso, se você acha que tem um dependente químico na família, tente observar se ele apresenta alguma das características abaixo.

  • Mudança progressiva de hábitos e comportamentos;
  • Alterações no círculo social;
  • Dificuldade em controlar a frequência e a quantidade do uso de substâncias (até mesmo o álcool pode causar dependência);
  • Síndrome de abstinência (irritabilidade, insônia, suor excessivo, tremores).

Por certo, esses são apenas alguns dos principais sintomas que você pode notar. Ademais, é claro que pode haver alguma variação de pessoa para pessoa, mas em geral é isso o que se apresenta. Então, fique atento.

Saiba a importância da família na dependência química

Bom, se você tem um dependente químico na família, inevitavelmente vai ter de lidar com isso em algum momento, concorda? A questão é saber, a partir disso, o que você deve fazer para responder da melhor forma a essa situação.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a família tem um papel fundamental na recuperação de qualquer dependente químico. Em muitos casos, essas pessoas se tornam dependentes justamente por se sentirem sozinhas ou abandonadas.

Então, se está acontecendo na sua família, um passo importante é demonstrar carinho à pessoa que apresenta a doença, por mais difícil que seja. Assim, procure mostrar que você está ao lado dela e que vai lutar junto para que ela se recupere do vício.

Isso é fundamental para que o viciado não se entregue de vez à doença. Inclusive, é sempre essencial ter em mente que a reabilitação e o tratamento só são possíveis quando o dependente realmente quer se sair dessa.

E, quando isso estiver acontecendo, não será nada fácil. Para quem está viciado, ficar sem a substância é muito doloroso, e a vontade de desistir provavelmente irá aparecer em algum momento. Nestes casos, o apoio familiar é vital.

É importante, ainda, que a família saiba manter um equilíbrio com relação ao dependente. Assim, não seja demasiadamente crítico com as ações dele, mas também não tenha uma postura superprotetora. Tanto um quanto o outro podem facilitar as recaídas.

Outro papel importante é auxiliar na escolha de uma instituição onde esse indivíduo com dependência irá se tratar. Procure escolher a melhor clínica dentro das suas condições financeiras, para gerar o melhor tratamento disponível.

Como não pode prejudicar o dependente químico na família

dependente químico na família

Pois bem, se na seção acima ensinei como ajudar o dependente químico na família, agora é hora de ir por um caminho complementar. Ou seja, o que fazer para não prejudicar o tratamento dessa pessoa com dependência.

Como você deve ter percebido, já citei algumas posturas antes que você deve tentar evitar. Por exemplo, ser crítico demais a todas as ações do viciado ou, no extremo oposto, ser superprotetor demais.

Além disso, você deve sempre ter em mente que essa pessoa faz parte da sua família e representa você também. Por isso, jamais demonstre qualquer sentimento de vergonha por ela, porque isso pode ser um gatilho.

Adicionalmente, também não fique toda hora relembrando e culpando o viciado por tudo. Esse tipo de coisa pode dificultar a busca por soluções para tratar a doença, ou até mesmo pode causar recaídas em pacientes em remissão.

Mais uma coisa que você deve evitar além dessas é a de fingir que nada está acontecendo. É aquele antigo ditado do elefante na sala que todos fazem de conta que não exista. Não crie uma situação assim, pois você só estará adiando o problema e fazendo a bola de neve crescer.

Pense que, por mais difícil que seja para todos os envolvidos, quanto antes a dependência química começar a ser tratada, melhor será também para todos. Por isso, não tente postergar nem fingir que não existe problema.

A família e a internação do paciente

Uma vez que o dependente químico na família começar a ser tratado, é bem possível que ele tenha de ser internado numa clínica de reabilitação. Nestas situações, a família também tem um papel importante. Isto é, não é só largar o viciado na clínica e esquecer dele.

Pelo contrário, você deve ser tratado também. É muito provável que, antes de chegar na clínica, tanto a família quanto o dependente já tenham tentados diversos caminhos que deram errados, e a maioria deles com base no desespero.

A esperança sempre existe, por mais que as escolhas sejam questionáveis. Saiba que, agora, na clínica, você está tratando quem você ama da melhor forma, com os tratamentos mais eficazes que existem.

Desse modo, enquanto o paciente está fazendo sua recuperação na clínica, a família deve fazê-lo em casa. Por isso, um bom começo é começar a se conscientizar ao máximo, buscando compreender a seriedade do problema e tudo que envolve o vício.

E agora, está mais ciente do papel da família no tratamento do dependente químico? Deixe suas dúvidas nos comentários e clique aqui para conhecer nossa clínica!

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Conheça as diferenças entre usuário e dependente químico

Quando falamos do vício e do uso de drogas, muitos conceitos podem vir à cabeça. Entre eles, está o das diferenças entre usuário e dependente químico.  Assim, é provável que você já tenha buscado entender a distinção entre esses dos casos, principalmente se conhece alguém que utiliza substâncias e se preocupa com ela.

Por isso, preparamos essa publicação especial, que vai servir como um guia para que você compreenda o que define o uso de drogas e álcool o que caracteriza a dependência nelas. Siga lendo até o final e entenda!

Quem é o usuário de drogas

diferenças entre usuário e dependente químico

Antes de falar propriamente sobre as diferenças entre usuário e dependente químico, precisamos deixar bastante claro o que é cada um desses termos. Ou seja, primeiro o que é um usuário de drogas e, depois, o que é um dependente químico.

De forma bastante resumida, o usuário de drogas é aquele que, por algum motivo, faz uso de substâncias químicas. No entanto, para caracterizar esse termo, é preciso que essas substâncias não afetem a vida particular ou profissional da pessoa, bem como a forma pela qual ele leva a vida ou se comporta.

Em outras palavras, o usuário de drogas é aquele que até usa algumas substâncias, mas que não afetam na sua vida. Embora isso seja difícil de acontecer, principalmente a se considerar no longo prazo, de fato existem pessoas que se encaixam nesta categoria.

Dessa forma, é normal que, no início, o usuário de drogas comece a experimentá-las apenas por curiosidade ou pressão social. Assim, no caso da curiosidade, pode haver uma espécie de desejo por experimentar novas sensações ou realidades.

Isto pode estar relacionado, por exemplo, com problemas como a depressão, o estresse ou a ansiedade. Por isso, o indivíduo busca construir uma nova forma de ver ou de sentir o mundo, o que se dá através do uso das drogas.

No entanto, também pode acontecer por outra razão, que é a pressão social. Para isso, imagine você, quando era adolescente, por exemplo. Vai dizer que nunca fez nada que não queria apenas porque seus amigos também faziam e aquilo era visto como “legal”?

Infelizmente, isso acontece muito, inclusive com relação às drogas. Por essa razão, muitos jovens começam a se inserir nesse mundo, passando a utilizar substâncias mesmo que, à princípio, não tivessem vontade.

Sobre o dependente químico

Seguindo então nos conceitos, agora é a hora de entender melhor o que é a dependência química. Então, na próxima seção, você vai poder compreender melhor as diferenças entre usuário e dependente químico.

Sendo assim, se vimos acima que o usuário de drogas é aquele que utiliza substâncias sem que afete na sua vida, no caso da dependência a coisa muda bastante de figura. Ou seja, em vez de um uso esporádico e que não afeta muito, aqui o paradigma é diferente.

Dessa forma, entende-se que o dependente químico é aquele que perde completamente o controle sobre a sua vontade de utilizar essas substâncias. Consequentemente, isso acaba, aos poucos, fazendo parte da sua rotina, até que ele tende a utilizar cada vez mais.

Com isso, as substâncias vão se tornando cada vez mais uma prioridade para o indivíduo, de odo que ele coloca isso acima de qualquer outra coisa. Por certo, então, acaba influenciando de forma nociva à sua vida e até mesmo a de que estão ao seu redor.

Perceba, com essa explicação, que não é nada impossível que um usuário de drogas venha a se tornar, no futuro, um dependente químico. Na verdade, isso é bem possível, uma vez que essas pessoas podem acabar perdendo o controle devido aos estímulos causados no cérebro.

Assim, pouco a pouco o corpo sente a necessidade de aumentar a dosagem e a frequência de uso para sentir a mesma coisa. Embora isso não seja uma realidade em 100% dos casos, ocorre em sua maioria.

Portanto, em resumo, existe uma linha tênue entre o usuário e o dependente. Para cruzar essa linha, é muito fácil, assim como também é muito perigoso. Então, vamos falar as diferenças sobre os conceitos na próxima seção para que você aprenda a identificar melhor.

Diferenças entre usuário e dependente químico

diferenças entre usuário e dependente químico

Bom, finalmente chegamos às diferenças entre usuário e dependente químico. É interessante que você note que, com base no que falamos até aqui, você já pode ir construindo uma ideia do que de fato distingue ambos.

E, na verdade, essa diferença não é tão complexa como poderia parecer à primeira vista, quando você ainda não tinha conhecimento dos conceitos. Dessa maneira, o que realmente muda entre eles é a capacidade de controle sobre a situação.

Assim, um usuário de drogas, em tese, possui uma maior capacidade neste sentido, de modo que ele consegue equilibrar sua vida e utilizar das substâncias sem que isso afete nos seus comportamentos e hábitos do dia a dia.

Já, por outro lado, o dependente químico é aquele que não consegue controlar essa vontade pelo uso das substâncias. Então, com uma frequência cada vez maior, ele perde a capacidade de controle sobre a sua vida, mudando seus comportamentos e hábitos com frequência, em função das drogas.

Além disso, é importante considerar que até mesmo o álcool pode ser considerado como uma dependência, ao contrário do pensamento de muitos de que isso se referiria somente a drogas ilícitas. A recuperação nos Alcoólicos Anônimos (AA) é um bom exemplo disso.

Complementarmente, é interessante notar também que existem fatores que podem levar um usuário à dependência e ao vício. Entre eles, estão alguns elementos genéticos, o aumento progressivo da quantidade de drogas utilizadas, a frequência de uso e a ingestão de mais de uma substância.

Em qualquer caso, é fundamental tratar o dependente. Como falamos antes, isso é algo que pode ser bastante nocivo à vida da pessoa e até das que estão à volta dela.

E você, gostou de saber mais sobre as diferenças entre usuário e dependente químico? Então clique aqui e conheça a nossa clínica!

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Sintomas de overdose: quais são e como tratar

Os sintomas de overdose podem levar a complicações que podem ser fatais. No entanto, estes sintomas não são sempre os mesmos, e variam de ac...