sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Sintomas de overdose: quais são e como tratar

Os sintomas de overdose podem levar a complicações que podem ser fatais. No entanto, estes sintomas não são sempre os mesmos, e variam de acordo com a(s) substância(s) utilizadas pelo indivíduo.

Além disso, até medicamentos vendidos livremente nas farmácias, como a dipirona, podem levar à overdose, e não somente drogas ilícitas. Por isso, devemos ficar atentos e seguir as indicações médicas. Leia e entenda!

O que é uma overdose?

sintomas de overdose

Antes de mais nada, você sabe o que é uma overdose? Embora essa palavra seja muito conhecida especialmente de quem tem amigos ou parentes dependentes químicos, nem todos sabem exatamente o que ela quer dizer.

De forma geral, este é um quadro que ocorre quando a pessoa tem o funcionamento fisiológico do corpo comprometido em razão do uso de uma substância ou mais. Costuma ocorrer, especialmente, quando há o consumo em grande quantidade em um curto período de tempo.

Ou seja, os sintomas de overdose ocorrem quando o indivíduo usa uma quantidade muito grande de drogas em pouco tempo. Assim, o corpo não consegue aguentar tudo isso, e pode começar a falhar, levando até mesmo à morte.

Pense que tudo que colocamos em nosso organismo deve ser metabolizado, desde os alimentos até as drogas. Ainda que façam mal ao corpo, elas passam por um processo dentro dele, prejudicando mas sem levar à morte.

Contudo, a partir do momento em que se dá em excesso, o uso abusivo de drogas potencializa os danos e não permite a metabolização pelo organismo. Lembre-se, também, que todas têm efeitos no sistema nervoso central (SNC), que é quem controla as funções do corpo.

Portanto, quando ele é comprometido, tudo começa a parar de funcionar. Por isso, todas as complicações mais graves podem surgir e o efeito pode ser fatal.

O que causa os sintomas de overdose?

Pois bem, assim como falei acima, o uso abusivo de drogas é que leva aos sintomas de overdose. Assim sendo, pode ser de mais de uma droga ao mesmo tempo ou somente de uma em grande quantidade.

Isto significa que, na prática, varia de caso a caso. Ainda assim, em qualquer das situações, a overdose é algo extremamente grave e que precisa de tratamento imediato para que a pessoa não vá a óbito.

Além disso, vale a pena destacar que não é somente o uso abusivo de drogas que causa os sintomas de overdose. Ou seja, drogas lícitas e ilícitas podem causar esse mal.

Pense, por exemplo, em uma pessoa que tomou uma quantidade muito grande de medicamentos de uso controlado. Ela pode ir a óbito em razão das complicações, justamente em um caso típico de overdose.

E, neste exemplo dos medicamentos, há muitas pessoas que acabam se tornando dependentes deles. Isso acontece especialmente com os benzodiazepínicos e os opiáceos.

Outro fator importante de ressaltar é que não é exatamente a overdose em si que leva à morte. Em vez disso, são as complicações oriundas dela que geram esse quadro fatal.

Ou seja, de certa forma ela é a responsável, mas tecnicamente o correto é dizer que a complicação é que levou à morte. Ainda assim, é claro, o melhor é sempre evitar de qualquer maneira, pois o resultado, sem tratamento, pode ser fatal, mesmo que de outro jeito. E, ainda que nem sempre mate, pode causar danos permanentes ao cérebro.

Principais sintomas de overdose

sintomas de overdose

Os sintomas de overdose não são iguais para todas as substâncias. Por isso, dependendo do que a pessoa consumiu, pode apresentar variações. Na combinação de drogas, o caso é ainda mais complicado, uma vez que podem se misturar os sintomas.

Por isso, abaixo separamos os principais sintomas de overdose de acordo com o que foi ingerido. Veja:

Drogas estimulantes

Na categoria de drogas estimulantes, há um efeito de aumento do funcionamento do sistema nervoso. Então, os sintomas de overdose, neste caso, estão relacionados a isso.

A euforia e a excitação que a droga gera podem levar a sintomas como:

  • Agitação extrema;
  • Agitação, paranoia, alucinações;
  • Aumento dos batimentos cardíacos;
  • Confusão mental;
  • Convulsões;
  • Dor de cabeça forte;
  • Dor no peito;
  • Febre;
  • Perda de consciência;
  • Pupilas dilatadas.

Entre os principais exemplos de drogas estimulantes, podemos citar a cocaína e drogas sintéticas como o LSD e as anfetaminas. Além delas, é claro, há muitas outras.

Drogas depressoras

As drogas depressoras, por sua vez, são o oposto das drogas estimulantes. Isto é, elas diminuem a atividade do SNC em vez de aumentá-la, provocando o relaxamento. Portanto, este efeito também é visto nos sintomas de overdose dessas substâncias.

  • Dificuldade para respirar;
  • Respiração fraca ou com borbulhas/roncos;
  • Coloração azulada nos lábios e nas pontas dos dedos;
  • Fechamento das pupilas;
  • Falta de força;
  • Sonolência em excesso;
  • Diminuição dos batimentos cardíacos;
  • Desorientação;
  • Desmaio.

Entre os principais exemplos de drogas depressoras, estão os opioides, como a heroína ou até medicamentos para dor, como a morfina.

Medicamentos de venda livre

Você sabia que qualquer medicamento, até mesmo os de venda livre, como o paracetamol, podem levar aos sintomas de overdose? Fora da dosagem correta e indicada pelo médico, eles podem provocar estragos permanentes e fatais.

Entre os principais sintomas, estão as náuseas e vômitos, dor intensa na barriga, desmaio, convulsões e tonturas fortes. Assim como nos outros casos, deve ser procurado auxílio médico imediatamente.

Como tratar os sintomas de overdose

Para tratar os sintomas de overdose, deve ser procurada ajuda especializada na mesma hora. Assim, os médicos poderão aplicar algumas técnicas especiais.

Entre o que é mais utilizado, está a lavagem gástrica e intestinal, o antídoto da droga ou outros medicamentos que controlem os sintomas. Tudo depende da substância utilizada e das características de cada quadro.

No entanto, o ideal é sempre evitar a overdose, concorda? Por isso, se você conhece alguém que é dependente, procure ajuda especializada.

Aqui na Clínica Estrela de Davi, trabalhamos com a reabilitação de dependentes químicos e alcoólatras. Clique aqui e venha nos conhecer!

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Quais são os principais tipos de transtornos de humor? Entenda!

Os transtornos de humor podem ser unipolares ou bipolares. Em qualquer dos casos, porém, as consequências podem ser graves quando não é realizado o tratamento adequado para a doença.

Dessa forma, torna-se importante saber como cada um deles se caracteriza. A conscientização empodera o paciente para que entenda melhor do que está sofrendo e procure ajuda médica. Para entender melhor, acompanhe a publicação!

O que são os transtornos de humor?

transtornos de humor

Os transtornos de humor podem ser definidos como doenças psiquiátricas que trazem dificuldades ao indivíduo que sofre delas. Hoje em dia, por exemplo, a Associação Brasileira de Transtorno Bipolar (ABTB) estima que somente o transtorno bipolar tenha uma prevalência de 4% da população brasileira.

Dessa forma, esses transtornos surgem em diferentes formas e se apresentam de modo distinto. Assim como você vai ver nas próximas seções, existem diferentes tipos de transtornos de humor, sendo a bipolaridade e o depressivo os principais.

Neste tipo de enfermidade, a saúde mental da pessoa é prejudicada, sobretudo com mudanças em seu emocional. Pode haver, por exemplo, grandes períodos de tristeza excessiva, como na depressão, euforia em excesso, como na mania, ou até mesmo os dois.

Ainda assim, estes dois casos são extremos opostos, e dentro disso há outras possibilidades. Assim, quando há somente depressão ou mania, por exemplo, chamamos de transtorno unipolar. Além dele, há os bipolares, que consistem em sintomas de depressão intercalados com mania ou hipomania.

Um indivíduo que sofre com um transtorno de humor necessita de tratamento. Isso porque ter uma enfermidade desta natureza representa um risco maior para outros problemas, inclusive consideradas cotidianas.

Sendo assim, funções básicas do nosso dia a dia, como manter relacionamentos ou até mesmo ter apetite, são prejudicados. Em casos mais extremos, pode acabar em suicídio, como ocorre em cerca de 15% da depressão não tratada.

Principais tipos de transtornos de humor

transtornos de humor

Em linha com o que vinha sendo dito acima, existem alguns tipos de transtornos de humor. De forma geral, eles podem ser definidos como unipolares (quando somente há um tipo de alteração de humor, como depressão ou mania) ou bipolares (quando oscila entre ambos).

Transtorno depressivo maior

O transtorno depressivo maior, também conhecido popularmente como depressão, é um dos principais tipos de transtornos de humor, junto com a bipolaridade. Essa é a depressão unipolar, quando há somente esta alteração de humor.

Na vida, como seres humanos, é normal termos períodos de tristeza e de alegria. No entanto, um indivíduo com depressão tem uma preponderância muito maior somente de períodos de tristeza.

Além disso, estes períodos tristes tendem a ser ainda mais incisivos do que os normais que temos no dia a dia. Por isso, se caracteriza como uma doença.

A prevalência desta doença é de 15 a 18% de toda a população, e há diferenças em relação ao gênero. Estima-se que, em idade fértil, acomete 2 a 3 vezes mais as mulheres do que os homens.

Assim, há alguns sintomas principais. Entre eles, destaca-se a apatia, o humor depressivo, a deficiência em sentir prazer, a falta de ânimo e de força de vontade, a dificuldade de memória e concentração, a baixa autoestima, a desesperança e até mesmo sintomas físicos, como perda de peso e insônia.

Mania

Entre os transtornos de humor, destacamos também a mania, que é algo como o oposto da depressão. Neste caso, ela pode ser definida como um humor que é extremamente elevado e facilmente excitável.

Dessa maneira, os episódios de mania podem ter longa duração, de mais de uma semana. Assim como no caso anterior, eles também afetam a vida da pessoa que apresenta a mania.

Por isso, não é difícil perceber que há uma alteração comportamental no indivíduo com mania. Entre os principais fatores, observa-se o seguinte:

  • Desgaste nos relacionamentos;
  • Humor expansivo;
  • Facilmente irritável;
  • Aparenta estar com mais energia, só que de forma disfuncional;
  • Pensamentos acelerados, porém mal geridos e com falta de concentração;
  • Desinibição e falas inadequadas;
  • Pensamentos excessivamente positivos, com sensação de grandiosidade e arrogância;
  • Maior impulsividade, inclusive para consumo de álcool ou drogas;
  • Sono errático;
  • Delírios e alucinações.

Hipomania

Quando falamos de transtornos de humor, a hipomania se assemelha bastante à mania. Dessa forma, seus sintomas são basicamente os mesmos, só que em uma intensidade mais leve do que descrito acima.

É justamente por essa razão, aliás, que muitas vezes a hipomania passa despercebida ou pode até ser vista como a melhora da depressão. Isso, porém, acaba atrasando o diagnóstico, fazendo, por exemplo, que um transtorno bipolar seja visto como apenas depressão unipolar.

Na hipomania, não se apresentam sintomas psicóticos. O indivíduo fica mais focado, tendendo a colocar todo este foco em apenas alguns poucos assuntos. Também há maior irritabilidade e pensamento acelerado, bem como sensação de grandiosidade.

Contudo, da mesma forma que a sua apresentação é menos intensa do que a mania, seus efeitos também são. Ainda que exista uma distorção da realidade, as consequências são menos graves. O diagnóstico, contudo, é mais difícil.

Transtorno bipolar

Assim como você já deve ter entendido até aqui, os transtornos de humor são ou unipolares ou bipolares. No caso dos anteriores, quando se apresentam sozinhos, são unipolares. Quando há mais de um oposto que oscila (como depressão e mania ou depressão e hipomania), chamamos de bipolaridade.

Ainda assim, existem vários tipos de transtorno bipolar, e sua definição não é tão simples. Por exemplo, existem o transtorno bipolar tipo I, o transtorno bipolar tipo II, o transtorno ciclotímico e as suas formas subclínicas.

A mais comum é a de tipo II, com incidência de mais de 5% da população geral. Nela, há episódios de depressão que oscilam com a hipomania. Já a de tipo I, menos comum (1% da população), mas mais grave, também apresenta episódios de mania.

Para tratar os casos mais graves, em alguns casos pode ser indicada a internação psiquiátrica. Assim, ela visa tratar o paciente de uma forma mais cuidadosa, evitando possíveis desencadeamentos mais graves.

Encontrou o que você procurava sobre transtornos de humor? Então veja mais em nosso blog!

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Drogas sintéticas: o que são e quais são seus efeitos

Hoje em dia, existem muitas drogas lícitas e ilícitas. Elas podem ser classificadas como drogas naturais, drogas sintéticas ou drogas semissintéticas, quando combinam características das duas anteriores.

Dessa forma, as drogas não podem ser resumidas somente às mais popularmente conhecidas, como é o caso da maconha e da cocaína. Além delas, existem muitas outras. Hoje, então, vamos falar da categoria das drogas sintéticas e seus efeitos. Leia!

O que são as drogas sintéticas?

drogas sintéticas

Assim como mencionei na introdução, existem diferentes tipos de drogas. Por isso, há classificações que tentam sistematizar as substâncias em categorias. Uma delas é a das drogas sintéticas, mas não a única.

Além disso, existem outros dois tipos: as naturais e as semissintéticas. Portanto, começando pelas drogas naturais, elas são aquelas derivadas e extraídas diretamente de alguma fonte natural.

Em geral, elas costumam ser menos nocivas à saúde do que as outras, ainda que também possam causar dependência química. A maioria delas não passa por nenhum processo químico, embora algumas o façam.

Entre os principais exemplos de drogas naturais, estão a maconha, os cogumelos e diferentes chá, como o de ayahuasca e o de iboga, por exemplo. Porém, mesmo que sejam naturais, vale ressaltar, eles trazem riscos à saúde.

Pois bem, agora que você sabe o que são drogas naturais, fica mais fácil entender o que são as sintéticas. Isso porque as drogas sintéticas são basicamente o oposto das naturais. Em vez de serem retiradas da natureza, elas são criadas em processos químicos.

Ou seja, elas são produzidas tendo o objetivo de fornecer um grande efeito psicoativo e alucinógeno ao indivíduo. Dessa forma, elas também são completamente ausentes de elementos naturais, sendo todos completamente artificiais.

Como principais exemplos, podemos citar o LSD (ou “doce”), o ecstasy, as anfetaminas, a efedrina, entre outros. Assim como as anteriores, elas também oferecem graves riscos à saúde e podem levar facilmente à dependência química.

Por fim, a última categoria é a das drogas semissintéticas. Elas carregam características das duas categorias anteriores. Isso porque, apesar de serem produzidas em laboratório, alguma das suas matérias-primas são derivadas de alguma planta natural com substâncias psicoativas.

Algumas das drogas mais usadas no Brasil estão nessa categoria. Por exemplo, a cocaína e o crack.

Principais drogas sintéticas

Embora já tenham sido dados alguns exemplos de drogas sintéticas acima, o leque é bem mais amplo, infelizmente. Dessa forma, existem muitas substâncias que podem se enquadrar nessa categoria, como veremos agora.

Ainda que existam diferentes formas de enquadrar cada droga no seu lugar, alguns documentos facilitam isso. No Brasil, por exemplo, temos a portaria nº 344, do Ministério da Saúde, que foi atualizada ao longo dos anos.

Essa portaria, que se baseia em uma Convenção Única sobre Entorpecentes, de 1961, classifica diferentes tipos de drogas, inclusive entre as sintéticas. As principais são as que estão listadas abaixo:

  • Anfetamina: essa droga de ação similar à cocaína foi produzida pela primeira vez em 1927 com fins medicinais. Hoje, é a base de várias outras drogas.
  • Ecstasy: também chamado de MDMA, é uma das drogas mais conhecidas em festas, de caráter alucinógeno.
  • GHB e GLB: inicialmente utilizados como anestésicos, passaram a ter seu uso também recreativo em função do caráter alucinógeno.
  • Ice: assim como várias outras, é uma versão modificada da anfetamina, criada mais recentemente.
  • LSD: também criado com fins medicinais, o LSD passou a ser utilizado como alucinógeno nas décadas de 1950 e 1960, se popularizando no movimento hippie.
  • PCP e cetamina: também são drogas anestésicas criadas nos anos 1960 e com caráter alucinógeno.
  • PMA e PMMA: versões da anfetamina que foram criadas ao longo dos anos.
  • Quetamina: criado na década de 1960, este anestésico é conhecido também como cristal branco.
  • Anabolizante: a versão sintética da testosterona costuma ser utilizada para ganhos de massa corporal.

Note, portanto, que há características bastante similares entre essas drogas. Muitas delas foram criadas com fins medicinais, mas acabaram sendo utilizadas de modo recreativo por indivíduos e recebendo versões atualizadas. Todas também são capazes de trazer sérios riscos à saúde.

Efeitos dessas drogas

drogas sintéticas

As drogas sintéticas, sejam lícitas ou ilícitas, podem causar efeitos graves ao organismo. Por isso, quando são utilizadas as legais, devem ser sob orientação médica, e as ilegais devem ser evitadas.

Dito isso, entre os principais sintomas físicos e mentais das drogas sintéticas temos os seguintes:

  • Cansaço;
  • Convulsão;
  • Overdose;
  • Danos à cognição, à memória e à capacidade de concentração;
  • Alucinações profundas;
  • Surtos psicóticos;
  • Alterações na pressão arterial;
  • Desenvolvimento de transtornos mentais;
  • Dependência química;
  • Alterações na temperatura corporal;
  • Sensação de euforia;
  • Alterações no humor;
  • Parestesia;
  • Sinestesia (junção de sentidos);
  • Insônia;
  • Tremores;
  • Dores;
  • Visão turva;
  • Crises de pânico;
  • Paranoia;
  • Danos aos rins, pulmões, fígado e coração;
  • Alterações gástricas.

Em último grau, as drogas sintéticas podem levar à morte. Portanto, o ideal é se livrar delas, sobretudo se já está em nível de dependência química.

Tipos de tratamento

Agora, como buscar tratamento para se livrar do vício das drogas sintéticas? Para isso, existem diferentes alternativas, que variam de acordo com o nível de dependência de cada indivíduo.

Para isso, o ideal é primeiro passar por uma avaliação médica, com um psiquiatra especializado e uma equipe multidisciplinar. Então, a partir desse momento, o plano de tratamento será montado de acordo com as necessidades da pessoa.

Em alguns casos, por exemplo, pode ser necessária a internação em uma clínica para drogados, as chamadas clínicas de recuperação. Elas visam reabilitar o paciente, entendendo a dependência como uma doença.

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O que é e como funciona uma clínica para drogados

Você sabe o que é uma clínica para drogados? Mais conhecidas como clínicas de recuperação ou clínicas de reabilitação, elas servem para recuperar o dependente químico das drogas.

Dessa forma, estes ambientes contam com uma estrutura especial e profissionais qualificados para esta tarefa. Por isso, em caso de necessidade de internação, são, sem dúvidas, a melhor opção. Para entender melhor, acompanhe a publicação!

O que é uma clínica para drogados?

clínica para drogados

Primeiramente, como falamos na introdução, uma clínica para drogados é em geral chamada de clínica de recuperação ou clínica de recuperação. Isso porque justamente é a esse propósito que elas servem: tratar a pessoa que convive com este problema.

Inclusive, saiba que, hoje em dia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros órgãos de saúde pública entendem que a dependência química é uma doença. Dessa maneira, ela deve ser tratada como tal.

Sendo assim, a dependência é uma enfermidade que é capaz de gerar problemas mentais, sociais e físicos. Portanto, deve ser tratada de todas essas formas, algo que uma boa clínica deve ser capaz de possibilitar.

Contudo, muitas pessoas têm uma imagem equivocada destes ambientes. Enquanto alguns pensam que é um local de lazer, como se fosse um spa, outros pensam que é um lugar para punir o indivíduo dependente.

No entanto, na realidade, uma clínica de recuperação não é nem uma coisa nem outra. Em vez disso, ela gera dinâmicas que são voltadas única e exclusivamente para o propósito do tratamento da doença.

Ou seja, não há um julgamento moral a respeito do uso de drogas, o foco é apenas na recuperação do paciente. Assim, o indivíduo poderá se reinserir na sociedade, sabendo conviver longe do uso de substâncias que o levaram ao vício.

Além disso, é interessante notar que cada clínica possui as suas próprias regras. Em algumas, os internados têm de plantar e cozinhar suas refeições; em outras, há políticas contra o uso de dispositivos móveis, e assim por diante.

Ademais, outro ponto importante é a divisão delas. É comum que exista uma clínica para drogados voltada ao público masculino, outra para o feminino, outra para adolescentes. Isto é, dificilmente os públicos são misturados.

Como funciona a internação nas clínicas de recuperação?

Com relação à internação de dependentes químicos, há dinâmicas específicas nas clínicas de reabilitação. Porém, isso varia não somente de acordo com a clínica, como também em função do quadro de cada indivíduo.

Sendo assim, níveis mais leves de dependência, por exemplo, permitem apenas um tratamento ambulatorial como alternativa. Contudo, quando isso evolui para moderado a grave, em geral a internação é a escolha. E, nesse caso, existem três opções de internação:

  • Voluntária: é aquela em que o próprio dependente químico assente legalmente para a sua entrada na clínica para drogados.
  • Involuntária: neste caso, em vez de o paciente assentir para a internação, quem faz isso são os responsáveis, como os familiares.
  • Compulsória: da mesma forma que na involuntária, a decisão de internar não passa pelo paciente. Neste caso, porém, passa por uma decisão judicial.

Perceba que, independentemente da situação, a clínica de recuperação deve fornecer o tratamento adequado ao paciente. Isto porque, neste local, há profissionais especializados e experientes neste tipo de situação.

Assim como foi dito antes, o tratamento é holístico, e visa reabilitar o indivíduo nos âmbitos físico, psicológico, social e até mesmo espiritual. Estando em um local seguro e confortável, as chances de o tratamento ocorrer com sucesso aumentam bastante.

Já, com relação à decisão de qual forma de internação é necessária (e se é necessária), cabe aos profissionais responsáveis. Assim, em uma consulta com psiquiatra, por exemplo, o especialista poderá indicar qual decisão é a melhor para o caso daquela pessoa em particular.

Métodos de tratamento nas clínicas para dependentes químicos

clínica para drogados

Na mesma linha do que vinha sendo dito acima, uma clínica para drogados possui experiência e conhecimento nessa área. Por isso, é muito mais eficaz do que tratar o dependente em casa, apenas na família, que também está sofrendo.

Além disso, engana-se quem pensa que somente o corpo deve receber atenção. A dependência química é uma doença que afeta toda a vida da pessoa, até mesmo no círculo social. Por essa razão, o método de tratamento é dividido em etapas. Veja:

  • 1ª etapa: no primeiro momento, o foco é o corpo físico, com grande atenção na desintoxicação. Ainda assim, a reintegração social também merece atenção.
  • 2ª etapa: no segundo momento, trata-se o mental, com a inclusão de mais terapias que levam ao autoconhecimento e à melhora no convívio social.
  • 3ª etapa: por fim, além de reforçar os momentos anteriores, também costuma haver um tratamento que visa a valorização da vida, até mesmo espiritualmente.

Entre as diferentes formas de tratamento, podemos citar a psicoterapia individual, a reunião de 12 passos, a laborterapia, o programa de prevenção à recaída, as atividades de concentração e atenção, entre tantos outros. Assim, para conhecer melhor, o ideal é entender o que a clínica que você está escolhendo oferece.

Como escolher uma clínica para drogados?

Por fim, como escolher uma boa clínica para drogados? Embora fatores referentes a valores sejam sempre importantes, dependendo das condições de cada um, observe sempre a estrutura e a qualidade do local.

Dessa maneira, observe, por exemplo, se existem opções como as listadas abaixo:

  • A estrutura física da clínica de recuperação é de qualidade?
  • Qual é a capacitação e o nível de experiência dos profissionais do local?
  • Aquele estabelecimento, em particular, possui uma especialidade ou trata a dependência a todos os tipos de substâncias?
  • Qual é a opinião e o relato de pessoas que já passaram por aquele local?
  • É possível conversar com alguém da equipe multidisciplinar? Como eles atuam no tratamento ao dependente?
  • Quais são as metodologias empregadas na clínica?
  • Existe algum tipo de acompanhamento no pós-internação?

Assim, com essas informações, você garante uma internação muito mais segura. Para começar a conhecer opções de qualidade, clique aqui e venha conhecer a Clínica Estrela de Davi!

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Como diminuir o efeito do doce? Existe solução mágica?

Existem muitas fórmulas mágicas que ensinam como diminuir o efeito do doce no organismo. No entanto, essa droga pode causar danos severos, de modo que o ideal é se afastar dela por completo.

Entre os mais variados sintomas, existem físicos e mentais, que podem causar danos irreversíveis. Portanto, para saber tudo sobre essa substância, continue lendo!

O que é o “doce”?

como diminuir o efeito do doce

Antes de mais nada, você sabe o que é essa droga sobre a qual estamos falando? Afinal, o que é doce? Como ele é produzido e de onde vem?

Na verdade, existem alguns tipos de drogas. Entre elas, há as naturais (como a maconha), as sintéticas (produzidas em laboratórios) e as semissintéticas (naturais que passam por laboratório).

No caso do doce, ela é uma substância sintética. Ou seja, produzida em laboratório. Além disso, ela é caracterizada como alucinógena, de modo que pode alterar os sentimentos, os pensamentos e até mesmo as percepções do indivíduo.

Embora popularmente essa droga seja conhecida como “doce” ou como “ácido”, seu nome real é dietilamida do ácido lisérgico (LSD). Quem a criou foi um cientista suíço, chamado Albert Hoffman, na década de 1940.

Ainda assim, é claro, o objetivo do cientista não era criar uma droga alucinógena. Em vez disso, visava desenvolver um medicamento e, quando acidentalmente absorveu a substância, começou a sentir seus efeitos. Anos depois, voltou à pesquisa e a substância passou a ser usada em disfunções sexuais – o que não se faz mais hoje.

 Além disso, essa droga também começou a ser usada com bastante ênfase pelo movimento hippie, na década de 1960. Dessa forma, utilizavam do ácido de forma recreativa, de modo similar ao que se vê atualmente.

No entanto, o uso indiscriminado começou a demonstrar diversos efeitos severos. Entre eles, a dependência às drogas, a overdose e outros efeitos que veremos na próxima seção.

Por isso, como diminuir o efeito do doce se mostrou uma preocupação cada vez mais recorrente. E, de modo complementar, a droga começou a ser proibida na maior parte dos países, inclusive no Brasil.

Efeitos do LSD no organismo

Infelizmente, o uso do LSD no Brasil não é irrelevante, de acordo com as pesquisas. É o que aponta o II Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, por exemplo. Este estudo foi conduzido pela Unidade de Pesquisa de Álcool e Drogas/Unifesp (UNIAD).

Segundo a pesquisa, cerca de 1,4% dos adolescentes com 14 anos ou mais no Brasil já utilizaram algum tipo de alucinógeno pelo menos uma vez. E estes números podem ser ainda maiores na realidade, em função da população de rua não ter sido estudada.

Diante disso, quais são os efeitos do ácido no organismo? Como diminuir o efeito do doce para evitar que esses sintomas surjam?

Esse é um alucinógeno potente, e pequenas doses já podem causar grandes estragos. Assim, seu efeito costuma surgir a partir de 20 minutos após o uso e podem levar até 12 horas para passar.

Primeiramente, podemos dividir em categorias distintas. Por isso, vamos começar pelos efeitos físicos. Em geral, podem ocorrer tremores, dilatação das pupilas, sintomas cardiovasculares (aumento da pressão e da frequência cardíaca), boca seca, sudorese, vômito e náusea, cansaço, tontura, entre outros.

Já, no caso dos efeitos psíquicos do LSD, há o risco de delírios, sinestesia (confusão dos sentidos), confusão mental, alucinações, distorções de movimentos e imagens, etc.

É comum que a pessoa que fez o uso da droga tenha dificuldade de diferenciar o que é real do que não é. Além disso, dificuldade para pensar e se comunicar racionalmente são frequentes, assim como rápidas alterações de humor e comportamento.

Como diminuir o efeito do doce?

como diminuir o efeito do doce

Assim como vimos acima, os efeitos do LSD podem ser bastante nocivos ao corpo. Eles afetam tanto as funções físicas quanto as mentais, podendo levar a danos irreversíveis.

Dessa forma, como diminuir o efeito do doce? O que fazer caso você tenha ingerido a droga e queira parar de ter os efeitos?

Infelizmente, algumas pessoas vendem soluções milagrosas que não existem ou que estão longe de ser as ideais. Dessa maneira, o ideal não é que você busque uma solução a curto prazo, mas sim que vá atrás de algo duradouro.

No momento da ingestão, o ideal é procurar manter a calma, em primeiro lugar. Após isso, tente encontrar um lugar em que você se sinta seguro e acolhido, de preferência também com pessoas de sua confiança.

Sendo assim, o principal é tentar passar pelos efeitos de uma forma mais segura, garantindo que você não vá fazer algo errado e que há alguém observando qualquer alteração.

Além disso, a ingestão de alimentos ou de uso de oxitocina podem produzir resultados variados. Enquanto alguns afirmam que fazem alguma diferença, outros não conseguem observar mudança alguma.

Portanto, como diminuir o efeito do doce requer que você se esforce. Isso principalmente a longo prazo, parando de usar a droga. Para isso, procure uma forma de tratamento mais eficaz.

Como funciona o tratamento?

Na linha do que falei acima, como diminuir o efeito do doce requer um tratamento eficaz e de qualidade. Mas, então, como conseguir isso?

Antes de mais nada, você deve procurar profissionais qualificados e experientes no seu problema. Hoje em dia, a dependência química é tratada por equipes multidisciplinares, as quais envolvem médicos, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais, entre outros.

Assim, para cada caso, haverá um tratamento específico. Os profissionais irão avaliar o quadro do indivíduo que está fazendo uso da droga para entender quais são as melhores formas de tratar.

Em alguns casos mais específicos, é possível até mesmo a internação em uma clínica de recuperação. Estes ambientes são propícios para a melhora do paciente de uma forma mais focada.

Quer saber mais sobre temas como este? Continue visitando nosso blog!

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Sintomas de overdose: quais são e como tratar

Os sintomas de overdose podem levar a complicações que podem ser fatais. No entanto, estes sintomas não são sempre os mesmos, e variam de ac...