segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Clínica para dependentes químicos involuntários: saiba como escolher

Uma clínica para dependentes químicos involuntários deve ser preparada para receber este indivíduo. Ou seja, deve ter profissionais de boa qualificação e uma estrutura que permita um tratamento eficaz.

Mas como entender se o local escolhido é o certo para a internação de quem você ama? E quais são os outros tipos de internação? Entenda!

Quem são os dependentes químicos involuntários?

clínica para dependentes químicos involuntários

Antes de falarmos sobre a clínica para dependentes químicos involuntários, você precisa entender o que isso quer dizer. Ou seja, quem são os dependentes químicos involuntários?

Na verdade, a dependência química é uma só. Atualmente, ela é considerada uma doença, e assim consta no último CID-10.

Dessa maneira, dependente químico é aquele que ultrapassou o ponto de usuário de drogas. Isto é, ele não as consome apenas quando quer e para se satisfazer pontualmente, mas sim perdeu o controle sobre a substância.

Assim como você já deve saber, qualquer substância possui esse risco, seja uma droga lícita ou ilícita. Entre os exemplos, temos o álcool, o tabaco, o MD, entre tantos outros que estão entre as drogas mais consumidas no Brasil.

Dito isso, qual seria a diferença então entre voluntário, involuntário e compulsório? Como vamos explicar a partir de aqui, essas nomenclaturas não estão relacionadas ao dependente, mas sim à forma de internação.

E aqui, quando falamos em internação, é uma das principais formas de tratamento a quem é viciado em drogas. Após o dependente passar por avaliação de uma equipe de especialistas, essa forma de tratar a doença pode ser a mais indicada.

Dessa maneira, como falei, a dependência química é uma só, e a internação varia entre esses três tipos:

  • Voluntária: é a internação que acontece quando o próprio paciente consente legalmente no desejo de ser tratado;
  • Involuntária: é a internação que acontece quando não é o paciente quem consente, mas sim algum de seus responsáveis (como os pais, por exemplo);
  • Compulsória: de modo similar ao da internação involuntária, não é o paciente quem consente. No entanto, também não é nenhum responsável, e sim o sistema judicial que decide pela internação compulsória.

Quando a internação involuntária é permitida

Assim como falei acima, existe uma diferença importante entre três formas de internação: voluntária, involuntária e compulsória. De forma resumida, você já deve ter entendido o que elas são e o que é uma clínica para dependentes químicos involuntários, certo?

Só que, como você também deve ter notado, a internação involuntária não é um mar de rosas. Isso porque vai contra a vontade do dependente, algo que não é a situação ideal.

Por isso, é necessário cumprir alguns critérios básicos. Dessa maneira, a chamada Lei da Internação Involuntária, que é a Lei Nº 13.840, de 5 de junho de 2019, veio para elencar esses critérios mencionados.

Essa lei inclusive define legalmente o que podemos entender por internação voluntária:

Aquela que se dá, sem o consentimento do dependente, a pedido de familiar ou do responsável legal ou, na absoluta falta deste, de servidor público da área de saúde, da assistência social ou dos órgãos públicos integrantes do Sisnad, com exceção de servidores da área de segurança pública, que constate a existência de motivos que justifiquem a medida

Além disso, saiba que deve haver uma formalização do pedido médico para a internação. Ou seja, deve ser baseada em algo concreto, que é o entendimento do especialista de que aquele paciente precisa de uma internação mesmo que não seja consensual.

E o que pode influenciar a decisão do médico? De forma geral, são avaliados os tipos de substâncias utilizadas, qual é o padrão de uso desse paciente e se há ou não a possibilidade de procurar outras formas de tratamento à dependência para aquele caso.

Uma vez que a família detiver esse documento do médico, deverá solicitar formalmente o pedido de internação involuntária.

Tratamento em clínica para dependentes químicos involuntários

Clínica para dependentes químicos involuntários

Colocar quem você ama internado em uma clínica para dependentes químicos involuntários pode não ser a decisão mais fácil do mundo, mas talvez seja a necessária para que ele consiga lidar com a dependência e ter uma vida mais próxima à normalidade.

Isso acontece porque, como mencionei antes, estes ambientes possuem profissionais qualificados para essas situações. Desse modo, há uma equipe que compreende médicos, psicólogos, enfermeiros, entre outros profissionais.

Então, cada um é responsável por uma parte do tratamento, que deve ser holístico. Assim, o objetivo é recuperar o corpo, a mente e o convívio social desse indivíduo que teve a sua vida afetada pelas drogas.

Isso é formalizado no que costumamos chamar de plano terapêutico, que deve ser individualizado às necessidades de cada paciente. Nele, são avaliados o estado do indivíduo, os riscos que possui, o seu histórico, a família, etc.

A partir de então, passa-se por um processo inicial de desintoxicação, para retirar do corpo a substância. Além disso, o paciente começa a aprender como lidar com as abstinências e as crises delas.

Depois disso, começam os tratamentos para a mente e para a volta do convívio social. Em geral, tudo leva pelo menos 6 meses para fazer um bom efeito. Embora a dependência química não tenha cura, ela pode ser tratada com relativa eficácia.

Melhores clínicas para dependentes químicos involuntários

Agora que você já aprendeu bastante sobre a dependência química, como encontrar a melhor clínica para dependentes químicos involuntários? Pois bem, a resposta está ao longo da própria publicação!

O que você deve fazer é avaliar se a clínica escolhida possui todos esses elementos que falamos. Ou seja, se há uma equipe séria de profissionais capacitados para lidar com essas situações.

Além disso, analise também a estrutura do local e se é bem projetado para receber o paciente. Assim como não precisa ser instalações de luxo, também não deve ser algo que seja como um castigo ao dependente.

Agora que você já sabe como fazer, venha conhecer a Clínica Estrela de Davi! Somos qualificados para lidar com a dependência química e reabilitar pacientes.

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Drogas mais usadas no Brasil: saiba quais são

Você sabe quais são as drogas mais usadas no Brasil? Infelizmente, em nosso país, assim como em todo o mundo, o número de drogas ingeridas pela população é preocupante. E isso diz respeito tanto às drogas lícitas quanto às drogas ilícitas.

Inclusive, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a dependência química como uma doença, em função dos problemas que ela causa. Portanto, se você quer saber quais são as drogas que são mais utilizadas e o que fazer, leia!

Drogas mais usadas no Brasil entre as lícitas

drogas mais usadas no Brasil

Uma das últimas grandes pesquisas a respeito das drogas mais usadas no Brasil foi o III Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira, feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Dessa forma, se destacam como as mais utilizadas as drogas lícitas. No entanto, vale destacar que, assim como as substâncias ilegais, as que são legalizadas também trazem riscos à saúde e causam dependência química.

1. Álcool

Então, quem encabeça a lista é o álcool, que possui dados alarmantes. De acordo com a pesquisa, quase 2/3 dos brasileiros já beberam alguma bebida alcoólica.

Além disso, dos 30 dias anteriores à pesquisa, 30% da população (o equivalente a cerca de 45 milhões de pessoas) teria tomado ao menos uma dose. E, para piorar, mais de 2 milhões é considerado dependente do álcool.

2. Tabaco

Entre as drogas mais usadas no Brasil, o tabaco assume o segundo lugar, sendo esta também uma droga lícita. Neste caso, porém, aproximadamente 1/3 dos brasileiros afirma já ter utilizado pelo menos uma vez durante a vida.

Além disso, o número de pessoas que já havia fumado em pelo menos 30 dias antes da pesquisa é de 14%, o que significa cerca de 21 milhões de pessoas. Por isso, esse também é considerado um problema, em virtude dos riscos à saúde.

Ainda assim, um ponto positivo, pelo menos, é que o uso de tabaco tem diminuído na população brasileira. Contudo, isso nem sempre é necessariamente algo bom, já que em alguns casos acaba sendo substituído por outras drogas tão ou mais nocivas quanto.

3. Medicamentos de uso controlado

Em terceiro lugar entre as drogas mais usadas no Brasil, temos os medicamentos de uso controlado. Embora eles sejam legalizados, muitas vezes são utilizadas de forma equivocada – inclusive sem o uso da receita.

Portanto, estes medicamentos podem ser considerados problemáticos também. Dessa forma, o ideal e correto é que você sempre utilize apenas o que o seu médico especialista recomendou, seguindo à risca as indicações dele.

Em geral, estes medicamentos são os famosos tarja preta, caso dos tranquilizantes benzodiazepínicos, por exemplo. Para que se tenha ideia, cerca de 0,5% da população havia consumido sem receita no mês anterior à pesquisa.

Drogas mais usadas no Brasil entre as ilícitas

drogas mais usadas no Brasil

Se estas acima são as drogas mais usadas no Brasil e permitidas por lei, agora vamos para uma segunda categoria. Assim como você já deve saber bem, existem muitas drogas que não são permitidas, mas que infelizmente fazem sucesso e causam muito estrago.

Como demonstra a pesquisa, 3,2% dos entrevistados havia consumido alguma substância ilícita em até 12 meses antes da pesquisa. Além disso, esse valor predomina em homens (5% contra 1,5% nas mulheres) e em jovens (7,4% entre jovens de 18 a 24 anos).

Portanto, tendo isso em mente, veja abaixo quais são as principais no nosso país.

4. Maconha

A droga mais usada no Brasil de caráter ilícito é a maconha. Entre as pessoas de 12 a 65 anos, 7,7% já utilizou pelo menos em uma oportunidade durante a sua vida. Por isso, como parar de fumar maconha pode ser uma busca recorrente.

No entanto, considerando apenas os 12 meses anteriores à pesquisa, o número cai para 2,5%, o que corresponde a cerca de 3,8 milhões de brasileiros. Ainda assim, uma quantia elevada e preocupante.

5. Cocaína

Ocupando o 5º posto nas drogas mais usadas no Brasil, chega a cocaína. Perceba, a partir de aqui, que todas as drogas ilícitas tem consumo menor de 1% nos últimos 12 meses, ao contrário da maconha.

Ainda assim, é claro, é algo bastante preocupante, sobretudo pelos efeitos nocivos que essas drogas trazem ao corpo, à mente e à vida social de quem acaba se viciando. A overdose de cocaína, por exemplo, pode ser fatal.

Dito isso, na sua vida, aproximadamente 3% dos brasileiros já consumiu cocaína, número que cai a 0,9% se considerarmos apenas os últimos 12 meses e a 0,3% considerando os últimos 30 dias anteriores à pesquisa.

6. Crack e similares

O tratamento da dependência ao crack cada vez ganha mais ênfase, e não é à toa. Infelizmente, essa substância, tão nociva, também está entre as drogas mais usadas no Brasil.

Pelo menos 1,4 milhão de pessoas com idade entre 12 e 65 afirma já ter utilizado o crack ou algum de seus similares. Além disso, o número é maior entre homens (1,4% contra 0,4% nas mulheres) e nos 12 meses anteriores ao estudo, foi de 0,3%.

7. Ecstasy, heroína e solventes

Por fim, temos uma última categoria de drogas mais usadas no Brasil. Aqui, porém, vamos englobar três, que são a heroína, os solventes e o ecstasy. Somados, eles chegam a aproximadamente 0,2% dos entrevistados, considerando o uso nos últimos 12 meses.

Tratamento às drogas mais usadas no Brasil

Bom, e agora, como tratar as drogas mais usadas no Brasil? Na verdade, existe uma série de tratamentos disponíveis, e tudo varia conforme o caso e o paciente.

O mais importante é que você procure atendimento especializado, uma vez que essa doença requer auxílio de profissionais qualificados de várias áreas. Não pense que somente tratando em casa, sem ajuda, será fácil.

Além disso, venha conhecer as instalações da Clínica Estrela de Davi! Somos especializados na recuperação e reabilitação de pacientes.

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domingo, 19 de dezembro de 2021

Qual é o efeito do MD e como amenizá-lo? Entenda!

O efeito do MD pode parecer bom nos primeiros minutos, mas logo se torna um pesadelo. Capaz de gerar alucinações e até a morte, essa substância vai destruindo o corpo aos poucos.

Por isso, a melhor solução é entender bem o que é essa droga e quais males ela causa ao organismo. Tendo isso em mente, você saberá melhor o que fazer e como procurar por ajuda. Entenda!

O que é o MD?

efeito do MD

Antes de falar sobre o efeito do MD, você sabe o que é essa droga ilícita? A substância é denominada como 3,4-metilenodioximetanfetamina (MDMA), mas você também pode conhecê-la simplesmente como uma versão do ecstasy.

Dessa forma, essa substância é uma das que deriva da anfetamina. Por isso, suas consequências e seus efeitos são relativamente próximos dela. Além disso, também podemos dizer que essa é uma droga produzida em laboratório, e não natural.

Em geral, o MD é utilizado como uma droga recreativa para aqueles que buscam aumentar a sensação de euforia e de prazer. Ou seja, ela é uma droga mais utilizada para fins de diversão a curto prazo.

Ainda assim, é importante ressaltar que seus efeitos a longo prazo podem ser extremamente nocivos, como vamos falar mais adiante. Por isso, os perigos do MD são reais e devem ser levados a sério.

Infelizmente, porém, o número de pessoas que utilizam MD ou ecstasy é elevado. De acordo com o World Drug Report, de 9 a 29 milhões de pessoas em todo o mundo, entre 15 e 64 anos, já haviam consumido a substância pelo menos uma vez. Estes números são similares ao de uso da cocaína, por exemplo.

Em basicamente todos os países o MD é considerado ilegal. No entanto, é feita uma exceção para os casos em que são realizados estudos com a substância com fins medicinais – embora não se tenham conclusões sobre isso ainda.

Principais efeitos do MD

Qual é o principal efeito do MD? De forma geral, essa substância é bastante perigosa e pode causar não somente dependência química como uma série de outros problemas e riscos à saúde de quem o consome.

O que faz com que ela seja consumida são seus efeitos percebidos no imediato momento em que é consumida. Ela pode causar euforia, uma sensibilidade ampliada, o aumento do desejo sexual e algumas alucinações.

Porém, ao mesmo tempo, ela é muito nociva de diversas outras formas, em função do modo com que age no organismo. Assim, causa uma série de problemas e riscos de comorbidades. Veja os principais:

  • Desregula os neurotransmissores: ela provoca um aumento inicial nos neurotransmissores, responsáveis por regular diversas funções no cérebro, seguindo de uma queda brusca.
  • Riscos ao coração: um dos grandes problemas imediatos dessa droga é que um efeito do MD é o de causar danos ao coração uma vez que acelera o ritmo cardíaco, inclusive com possíveis paradas cardíacas.
  • Depressão e ansiedade: os efeitos no cérebro podem levar a problemas como depressão e ansiedade, o que piora ainda mais com as alucinações.
  • Desidratação: alguns casos de morte em virtude do uso do MD acontecem porque ela aumenta a temperatura corporal e leva à desidratação.
  • Problemas de memória e de concentração: outro efeito do MD no cérebro é a dificuldade de memória e de se concentrar em tarefas simples.

Portanto, perceba que há uma série de efeitos nocivos para quem utiliza essa substância. Por isso, o melhor é manter-se longe dela ou buscar tratamento o quanto antes, caso o indivíduo já esteja dependente da droga.

Como amenizar o efeito do MD?

efeito do MD

O efeito do MD no organismo pode variar bastante em relação ao tempo. Dessa maneira, vai de duas a até 48 horas, embora costume passar até no máximo 8h. O pico dos efeitos dura no máximo uma hora, de forma geral. Ainda assim, perceba que é um tempo relevante para trazer danos à saúde.

Mas, então, como cortar esses efeitos nocivos que o MD pode trazer a quem o usa? Infelizmente, aqui a resposta é que é basicamente impossível acabar com todos os efeitos no mesmo instante em que eles acontecem.

Dessa forma, o mais indicado é mitigar o que está acontecendo. Por exemplo, crie ambientes calmos para a pessoa que ingeriu a droga, já que ela tende a ficar ansiosa e pode sofrer com alucinações.

Além disso, busque evitar qualquer forma de potencializar os efeitos. Não dê bebidas e muito menos outras drogas à pessoa. Em vez disso, ofereça água e tente fazê-la relaxar o máximo possível.

Manter a hidratação é algo importante, uma vez que a desidratação pode ser grave. Além disso, evitar estados de excitação e de estresse também é fundamental para controlar melhor os efeitos do MD.

Se houver algum problema grave e imediato, como convulsões, peça por socorro e atendimento especializado. Infelizmente, isso pode acontecer em alguns casos, uma vez que essa droga pode levar até mesmo à morte.

Por fim, se a pessoa está viciada na substância, o mais indicado é procurar tratamento profissional. Desse modo, será possível tratá-la e evitar que esses efeitos e outros até mais graves aconteçam no futuro.

Riscos do uso de MD a longo prazo

O efeito do MD também acontece a longo prazo, de modo que ele vai destruindo o organismo aos poucos. Assim, isso ocorre em especial nas pessoas que já são dependentes da substância e que não conseguem ficar sem ela.

Assim como você já deve ter notado até aqui, ela é muito prejudicial ao cérebro. Por isso, um dos principais sintomas a longo prazo é que reduz a capacidade de produção de alguns neurotransmissores, como a serotonina. Dessa maneira, causa quadros de depressão, estresse e ansiedade.

Além disso, quadros e transtornos comportamentais e mentais podem surgir. Até mesmo limitações na visão e na fala podem acontecer em função dos danos aos neurônios.

Complementarmente, a droga ainda causa problemas cardiovasculares, no fígado e nos rins. Isso sem falar em outras comorbidades menos comuns mas que também podem acontecer.

Ou seja, evite o uso de MD e de qualquer outra droga, pois seus riscos são muito altos. Caso esteja buscando se recuperar, venha conhecer a Clínica Estrela de Davi!

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sábado, 18 de dezembro de 2021

Dependência química: entenda o que é e como tratar

A dependência química é um problema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Dessa maneira, esse é um problema grave, e que precisa de uma solução.

Se você está tendo a experiência de ter alguém próximo com algum vício, deve estar procurando entender melhor essa pessoa para ajudá-la. Caso este seja seu caso, siga lendo e entenda tudo sobre a dependência química!

O que é a dependência química

dependência química

Hoje em dia, a dependência química é considerada um problema de saúde pública de dimensões internacionais. Então, isso significa, em outras palavras, que é algo com que praticamente todos os países sofrem e que, portanto, atrai a atenção internacional.

Dessa maneira, uma instituição que fala bastante sobre o tema é a Organização Mundial da Saúde (OMS). Sendo assim, de acordo com a OMS, a dependência de drogas lícitas e ilícitas é considerada uma doença.

Inclusive, isto está no CID-10, que é a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à saúde. Em geral, todas as enfermidades existentes estão listadas no CID-10.

Pense, por exemplo, na dependência à cocaína. Ela gera uma série de danos tanto ao indivíduo quanto às pessoas à sua volta. Por exemplo, gera alterações comportamentais, socioeconômicas, psicológicas e físicas, prejudicando também o corpo.

Algo que pode acontecer é inclusive a crise de abstinência, quando já se começa a parar o uso da substância. Todas as drogas são capazes de afetar o dependente de todas essas maneiras, além de causar alterações no seio familiar.

Para diagnosticar essa doença, existem vários critérios. No entanto, somente um profissional especializado poderá realizar este diagnóstico. Por isso, procure um para que possa entender o que você está passando e como tratar.

Infelizmente, não existe cura para a dependência química, seja pela substância que for. Ainda assim, não desista, uma vez que não é impossível viver bem mesmo que você tenha a dependência.

Lembre do caso do alcoolismo, por exemplo, muito famoso pelo papel dos Alcoólicos Anônimos. Muitas pessoas conseguem se tratar e se recuperar, tendo uma vida normal, mas sem voltar a ingerir qualquer tipo de álcool.

Fatores de risco da dependência química

Atualmente, entende-se que existem alguns fatores de risco que podem aumentar as chances de alguém se tornar dependente químico. Ou seja, é mais fácil ter dependência química se você possui algum desses fatores.

Para isso, podemos dividi-los em três grandes elementos, que são os biológicos, sociais e psicológicos. Veja abaixo quais são cada um deles:

·         Fatores de risco biológicos

Primeiramente, vamos falar um pouco a respeito dos fatores de risco biológicos da dependência química. Saiba que existe uma predisposição genética ao vício em drogas, de acordo com alguns estudos mais recentes.

Além disso, o próprio modo pelo qual a substância age no sistema nervoso reforça o caráter biológico. Assim, uma vez que está no cérebro, gera neurotransmissores ligados à recompensa, como a dopamina, o que estimula a dependência.

·         Fatores de risco psicológicos e psiquiátricos

Outros fatores de risco estão ligados à questão mental. Dessa maneira, há alguns transtornos que podem facilitar a dependência. Além disso, problemas emocionais e até mesmo abusos na infância, que geram uma carga emocional, podem ser causas.

·         Fatores de risco sociais

Por fim, falando dos fatores de risco sociais, estão mais ligados aos grupos e como reagimos em sociedade. Pense em um adolescente em um grupo de amigos em que todos utilizam uma droga como a maconha.

Caso este adolescente não utilize a droga, ele pode se sentir excluído e até sofrer com as brincadeiras dos amigos. Então, para evitar isso, é capaz de virar usuário e, com isso, cair no vício das drogas.

Tipos de dependência química

dependência química

Muitas pessoas perguntam sobre quais são os tipos de dependência química. Nesta situação, o mais importante é salientar que, independentemente da substância ou do caso, esta é uma doença que pode ser tratada.

Dito isso, saiba que cada caso é diferente do outro. Assim sendo, como cada pessoa tem as suas próprias particularidades, pode acabar precisando de algum tipo diferente de tratamento.

Por isso, o mais indicado é sempre procurar profissionais qualificados. Somente eles poderão diagnosticar e indicar as melhores maneiras de tratar adequadamente. Para cada caso, existe uma indicação distinta de como tratar, por exemplo.

Além disso, cada tipo de droga tem efeitos diferentes no organismo. Também há diferentes níveis de vício. Por isso, não podemos falar em uma solução única e simples que seja facilmente aplicada a todos os casos.

Principais sintomas

Assim como estávamos falando acima, cada droga é diferente da outra. Por isso, os efeitos de uma droga como o crack são diferentes do álcool, por exemplo. Ainda assim, existem alguns sintomas gerais da dependência química.

Em resumo, a pessoa com o vício começa a apresentar um comportamento diferente. Assim, alterações de humor são comuns, bem como o abandono das atividades de rotina, como trabalho ou estudo.

De modo complementar, pode haver um certo descuido inclusive com a higiene pessoal e cuidados básicos. O isolamento social também costuma acontecer. Problemas financeiros decorrentes do vício também.

Além disso, também existem sintomas físicos, é claro. Náusea, vômito, insônia, falta de apetite, fadiga e outros são os mais comuns. Porém, varia de acordo com a droga a qual está sendo consumida.

Durante a dependência química, a droga é a principal prioridade dessa pessoa. Por isso, ela coloca tudo para trás para dar preferência total ao vício.

Como tratar a dependência química

Para finalizar, como tratar esse mal que é a dependência química? O que fazer caso você esteja percebendo que é dependente ou alguém na sua família é?

Bom, como já falei antes, o primeiro passo é procurar auxílio especializado, que pode ser de um psiquiatra, por exemplo. Depois disso, o importante é seguir o tratamento com profissionais qualificados e especializados.

Assim como já falamos antes, cada caso é um caso e pode precisar de tratamentos diferentes. Portanto, não podemos dizer que existe um passo a passo que é ideal para todos. A única coisa que todos devem fazer é procurar auxílio qualificado. Em casos mais avançados, uma internação em uma clínica de recuperação pode ser necessária.

Aqui na Clínica Estrela de Davi somos especializados na reabilitação de pacientes dependentes químicos. Clique aqui e venha nos conhecer!

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Drogas lícitas e ilícitas: quais são as consequências para usuários?

As drogas lícitas e ilícitas têm semelhanças: ambos os grupos fazem mal ao organismo e são capazes de gerar dependência. Por isso, embora exista uma diferenciação legal entre elas, na prática as duas são enfermidades.

No entanto, isso não quer dizer que todas as drogas tenham as mesmas consequências. O que cada uma gera? E como tratá-las? Continue lendo essa publicação especial para entender mais sobre esse tema!

O que são drogas lícitas?

drogas lícitas e ilícitas

Para começar a falar de drogas lícitas e ilícitas, vamos pelo mais básico. Ou seja, o ideal é começar apresentando as chamadas drogas lícitas, que você provavelmente já experimentou ou conhece alguém que consome ou já consumiu.

Neste caso, então, me refiro àquelas substâncias que, mesmo sendo drogas, são permitidas por lei em nosso país. Dessa forma, elas podem ser compradas e consumidas no território nacional, sem problema nenhum em termos de lei.

No entanto, ainda que sejam permitidas, não quer dizer que elas não façam mal ao seu organismo, não é verdade? Pense nos casos clássicos das bebidas alcoólicas e do cigarro, que são duas drogas lícitas, provavelmente as mais famosas.

Hoje em dia, todo mundo sabe que elas são nocivas. No caso do cigarro, isto vem até estampado nas embalagens, de modo que quem está utilizando sabe dos riscos os quais está correndo.

Ainda assim, nem tudo se resume apenas a cigarro e a bebida alcoólica. De forma geral, podemos definir como droga lícita todas as substâncias que contém álcool, nicotina e até mesmo cafeína.

Além disso, é claro, entram nessa lista também os medicamentos, sejam eles prescritos por médicos ou não. Ou seja, mesmo que você tome de medicamentos de uso contínuo, este é sim um tipo de droga lícita.

Perceba, portanto, que se em alguns casos é recomendável parar por conta (como no tabaco e no álcool), em outros, como com os medicamentos de uso contínuo, isso só deve ser feito após orientação médica.

Saiba, de modo complementar, que existem também tratamentos para parar o vício em drogas lícitas. O caso dos Alcoólicos Anônimos é um grande exemplo disso, e com um bom índice de sucesso, inclusive com a força dos Doze Passos.

O que são drogas ilícitas?

Continuando a falar sobre drogas lícitas e ilícitas, agora vamos falar mais especificamente sobre a segunda categoria, das ilícitas. Assim como sugere o nome, elas são proibidas por lei, e não podem ser comercializadas e produzidas em nosso país.

No entanto, várias delas estão na lista de tipos de drogas mais consumidas, o que gera um alerta por se mostrar um problema de saúde pública. Entre os exemplos, temos os casos da maconha, do crack, da cocaína, do LSD, entre tantos outros.

Como você pode ver, são várias as drogas com grande consumo, sejam elas lícitas ou ilícitas. Assim, isto naturalmente gera um problema tanto para as pessoas que as utilizam quanto para as famílias, para a sociedade e até para o sistema de saúde.

E isso também engloba as drogas lícitas. Por exemplo, quando falamos em consumo de álcool, quase 80% da população com mais de 15 anos já consumiu, de acordo com o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).

Dessa forma, a dependência química surge como um problema decorrente de diversas substâncias. Nos dias atuais, isso já é considerado inclusive uma doença, de acordo com as classificações mais recentes.

Contudo, embora seja uma enfermidade, para ela infelizmente não há cura. Ainda assim, existem métodos de tratamento que permitem que o dependente tenha uma vida mais próxima da normalidade e que consiga ficar sem o uso da droga.

Consequências das principais drogas ilícitas

drogas lícitas e ilícitas

Assim como você já deve ter percebido até aqui, existem muitas drogas lícitas e ilícitas. Como resultado, as consequências também variam bastante, em função de qual o indivíduo consome. Portanto, é impossível falar que vai ser a mesma coisa com todos.

Pense, por exemplo, que uma substância como a maconha causa um efeito completamente diferente daquele do LSD. Dessa forma, cada uma age de modo diferente no organismo, o que gera, igualmente, reações distintas.

Mesmo assim, se podemos falar de algo que todas causam, é uma chance elevada de ter comorbidades. Isto é, de desenvolver outras doenças que estejam relacionadas ao uso de drogas.

No caso do tabagismo, por exemplo, os principais problemas podem ser pulmonares, cardiovasculares e de aumento de chance de vários tipos de câncer. Com os medicamentos que geram dependência, normalmente mexem com o cérebro e tem seus efeitos descritos nas bulas. No caso do alcoolismo, também há risco de câncer e há prejuízo grave para diversos órgãos do corpo.

Perceba, portanto, que o seu organismo sofre de diversas formas durante a dependência química. Esse uso de drogas pode gerar problemas comportamentais, alterações de humor, mudanças sociais, problemas financeiros e uma série de doenças.

Por isso, o tratamento é sempre algo muito positivo tanto na vida do dependente quanto das pessoas ao seu redor. Assim, isso ajuda a salvar e a melhorar a qualidade de vida daquela pessoa e de todos que também estão sofrendo junto.

Como tratar a dependência química

Pois bem, como falei acima, o tratamento das drogas pode ser algo salvador. E saiba, aliás, que as drogas lícitas e ilícitas podem ser tratadas, independentemente se as substâncias utilizadas são ou não permitidas por lei.

Neste caso, cada tratamento depende majoritariamente das características do paciente. Ou seja, das substâncias que foram utilizadas, do grau de dependência, dos sintomas que vem tendo, etc.

Dessa forma, existem profissionais especialistas que fazem o diagnóstico e o acompanhamento. Em geral, o tratamento das drogas é feito por uma equipe multidisciplinar, com especialistas como médicos, psicólogos, enfermeiros, etc.

Um tratamento com a internação em uma clínica de reabilitação pode ser indicado para alguns casos. Estes locais são especializados na recuperação do paciente, para que possa voltar a ter uma vida social sadia.

Aqui na Clínica Estrela de Davi, fazemos este trabalho. Clique aqui para conhecer melhor sobre nós!

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