quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Tratamento da dependência ao crack: saiba como funciona

O tratamento da dependência ao crack deve ser iniciado o quanto antes, uma vez que este é o melhor caminho para a recuperação do dependente e ajuda a evitar que ocorram danos irreversíveis.

No entanto, sabemos como é sempre difícil lidar com uma situação como essa, tanto para quem tem o vício quanto para quem está à sua volta. Portanto, para saber mais sobre como funciona o tratamento, continue lendo!

O que é a dependência ao crack

tratamento da dependência ao crack

Primeiramente, vamos falar sobre a dependência ao crack em si, antes de falar de como funciona o tratamento. É sempre importante entender quais são os efeitos da droga no corpo para que seja possível compreender melhor a lógica por trás do tratamento.

Infelizmente, um dos principais atrativos do crack é a facilidade com que ele é encontrado, associado ao baixo preço dele quando em comparação a outras drogas. Dessa forma, pode ser até que o usuário vá com a intenção de comprar outra substância, mas acabe saindo com o crack por entender que consegue mais da substância com o mesmo dinheiro.

Além disso, os efeitos dessa droga no corpo também é um fator importante que leva ao uso dela. Assim, num primeiro momento, o que o usuário sente é uma grande sensação de prazer e euforia, quando a droga chega ao sistema nervoso central.

De forma complementar, há aqueles que procuram utilizar para curar dores ou para aliviar sintomas psicológicos ou de traumas. Enfim, há uma série de motivos que pode levar ao uso e à posterior dependência.

No entanto, é sempre importante ressaltar que, embora nos primeiros segundos a droga tenha essa sensação de alívio, logo depois ela já começa a ser muito cruel. Entre os efeitos, pode gerar problemas físicos e mentais, como a psicose.

Além disso, essa é uma droga que pode viciar muito facilmente, levando aos perigos ainda mais exacerbados. Lembre-se de que a dependência ocorre quando o usuário não tem mais controle sobre o uso.

Sendo assim, para resolver isso, é necessário recorrer a ajuda especializada. Hoje em dia, felizmente existem muitos profissionais e locais qualificados para isso. Eles fornecem a estrutura e o suporte que o dependente ao crack precisa.

Principais sintomas do crack

Entender quais são os sintomas da droga ajuda a identificar que o indivíduo está utilizando ela e, assim, a entender que é necessário um tratamento da dependência ao crack. Por isso, fique atento ao que você observa.

Como falei antes, a dependência ao crack pode ser muito rápida, quase imediata. Assim, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, ela pode viciar já desde o primeiro uso, e a dependência é comum pelo menos até o terceiro.

Dessa maneira, os sintomas da dependência ao crack e os sintomas iniciais são muito parecidos. Não há uma diferença considerável entre eles.

Nos primeiros dez segundos, normalmente há uma grande sensação de euforia, também com prazer, pelo efeito no cérebro. Além disso, começam a surgir tremores, a dilatação das pupilas e o ritmo cardíaco se acelera.

Outro aspecto relevante é que, em comparação a outras drogas, as sensações de tolerância e abstinência são mais extremas no crack. Com isso, quem já está dependente, logo vai sentir uma grande necessidade da volta ao uso da substância.

Este é, então, mais um sinal bastante visível, e que deve ficar nítido às pessoas que convivem com o dependente. Em função disso, alguns descuidos começam a acontecer, com resquícios da droga aparecendo até mesmo embaixo das unhas e no canto da boca.

Na questão social, o dependente passa a ficar cada vez mais isolado. Desse modo, tende a abandonar círculos sociais, escola ou faculdade, trabalho e qualquer outro compromisso que tenha.

Com relação ao humor e ao comportamento, as alterações são notáveis. Há um aumento da agressividade, grande irritabilidade, ansiedade, insônia e perda do apetite. Inclusive, pode levar a transtornos alimentares e mentais, o que leva a baixas no peso, ao cansaço extremo, à perda de concentração, entre outros.

Métodos de tratamento da dependência ao crack

O crack pode levar a problemas físicos, mentais e sociais, como vimos acima. Dessa maneira, em casos mais graves pode levar até mesmo à morte, como em quadros de overdose ou quando afeta de modo irreversível os órgãos vitais.

Esta droga tem um dos piores efeitos a longo prazo, comprometendo, aos poucos, as funções básicas do cérebro do dependente. Por isso, o tratamento é fundamental o quanto antes. Para isso, existem algumas formas de tratamento utilizadas por profissionais, como nos exemplos abaixo.

Desintoxicação

Um primeiro passo no tratamento às drogas é, em geral, a desintoxicação. Sendo assim, neste momento o foco é tratar do físico, para que a pessoa consiga parar, aos poucos, de utilizar a droga.

Psicoterapia e grupos de autoajuda

Além da desintoxicação, a psicoterapia e a presença em grupos de autoajuda começam desde cedo, tratando também o psicológico do paciente. Isso ajuda a entender o que levou até a situação do uso da droga, e como evitar que ocorra novamente.

Assim, é importante a desconstrução que o paciente tem sobre a necessidade da droga e como ele se enxerga. Então, a experiência de outros pode ser um importante caminho nos grupos.

Medicação

Alguns medicamentos podem servir como auxiliares para reduzir os sintomas e ajudar no tratamento da dependência ao crack. Eles servem sobretudo para reduzir as crises de abstinência.

Tratamento espiritual

Outro exemplo importante é o do tratamento espiritual, presente em algumas clínicas. Ele é complementar aos outros, pois ajuda o dependente a ver a vida sob uma nova perspectiva.

Clínica de recuperação para a dependência ao crack

tratamento da dependência ao crack

Por fim, uma outra opção muito comum e recomendável para o tratamento da dependência ao crack está relacionada às clínicas de recuperação. Normalmente elas funcionam com internações, sejam em tempo integral ou parcial.

Então, estes ambientes são construídos com uma estrutura própria para propiciar o tratamento ideal ao paciente. Por isso, possuem espaços específicos para a reintegração social, para tratar o físico e o mental.

Desse modo, as clínicas contam com profissionais qualificados e experientes nesse tema. O mais importante é, sempre, a reabilitação do paciente.

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Quais são os sintomas de overdose de cocaína?

Os sintomas de overdose de cocaína acontecem quando há o uso de uma forma abusiva da substância. Dessa maneira, isso pode levar a uma série de efeitos, com a morte sendo um dos desfechos possíveis.

Por isso, ao encontrarmos uma pessoa com sinais de ter utilizado qualquer droga, especialmente se estiver inconsciente, o correto é chamar a ajuda médica, através da discagem do 192 ou levando até um hospital. Para entender melhor, leia!

O que é a overdose de cocaína

sintomas de overdose de cocaína

Antes de falarmos sobre os sintomas de overdose de cocaína, precisamos explicar mais especificamente sobre o que é uma overdose. E, neste caso, como você vai perceber, isso é algo que pode variar de acordo com o tipo de substância utilizada.

Então, em geral, podemos definir a overdose como um quadro que pode acontecer quando a pessoa acaba consumindo uma ou mais substâncias numa quantidade muito elevada em um curto espaço de tempo. Dessa forma, isso compromete o organismo, e afeta o seu funcionamento fisiológico.

Ou seja, em outras palavras, a overdose acontece quando o dependente consome mais drogas do que o seu corpo aguenta. As substâncias psicoativas geram reações que o organismo não é capaz de aguentar.

Lembre-se de que, de maneira geral, tudo que entra no corpo acaba saindo de alguma forma. No entanto, no caso da overdose, há um consumo exagerado, o que dificulta esse processamento e gera uma série de danos.

Assim, esses danos acontecem sobretudo no sistema nervoso central, onde não só a cocaína funciona, como também todas as outras doses. E é exatamente esse sistema que é responsável por controlar o corpo, uma vez que envia impulsos para órgãos e emite sinais para o funcionamento básico do organismo.

Dessa maneira, no caso da overdose de cocaína, ela acontece quando há o uso excessivo da droga. Isto é, funciona a partir da mesma lógica que ocorre com qualquer outra substância psicoativa.

Via de regra, pode ser realizado um exame para verificar se houve uso recente de cocaína. Ainda assim, o tratamento deve ser iniciado antes do resultado do exame sair, uma vez que, nestes casos, todo tempo é valioso. Isso porque a overdose pode levar até mesmo à morte.

Conheça os sintomas mais comuns de overdose

Como falei antes, existem tipos diferentes de overdose, de acordo com a substância que foi consumida, ou até mesmo se houve mistura de mais de uma. Por isso, os sintomas de overdose de cocaína não são necessariamente iguais aos de outras substâncias.

Por isso, em primeiro lugar o importante é tentar entender qual tipo de droga foi utilizado, e se houve mistura. Assim, nesse caso, teremos uma ideia melhor. Para entender quais são os tipos de overdose, preparamos uma breve explicação:

1.      Overdose de opioides

Essa classe de drogas deriva da papoula, e inclui também as suas variações sintéticas. Assim, em outras palavras, pode ser uma droga natural, semissintética ou sintética. Elas têm efeitos analgésicos e se assemelham à morfina.

Dessa forma, são muito comuns como medicamentos para dores crônicas. No entanto, assim como qualquer outra droga, podem levar à dependência.

Neste caso, entre os principais sintomas que causam está a sonolência, a contração da pupila (miose), a boca seca, as dores de estômago que podem ser fortes, a desorientação, entre outros.

2.      Overdose de sedativos

Já, entre os sedativos, temos todas as substâncias que têm um efeito depressor do sistema nervoso central. Entre os exemplos, estão o álcool, alguns remédios calmantes e alguns hipnóticos.

Dessa maneira, podem ser vários os sintomas da overdose de sedativos. Em resumo, ela funciona como se desligasse o organismo, levando a asfixias e sufocamentos, por exemplo.

Entre os exemplos clássicos, temos a sonolência, os sintomas respiratórios (dificuldade para respirar, sensação de sufocamento, parada respiratória), os sintomas cardíacos (baixa frequência cardíaca e baixa pressão arterial), náuseas, desmaio, etc.

3.      Overdose de estimulantes

Os sintomas de overdose de cocaína e os da classe dos estimulantes são muito similares, uma vez que a cocaína faz parte desse grupo. Além disso, o crack e as anfetaminas também se incluem aqui.

Nestas situações, o que ocorre é praticamente o oposto do que acontece com as drogas depressoras. Em vez de ir desligando o corpo aos poucos, o que acontecem são descargas elétricas anormais e elevadas no cérebro.

Com isso, os músculos vão perdendo a sua orientação, em movimentos de contração e relaxamento desconectados. A morte de overdose de estimulantes costuma ser por sufocamento ou por problemas cardiovasculares, como ataques cardíacos, AVCs, derrames, entre outros.

4.      Overdose de alucinógenos

Entre as drogas alucinógenas, temos o LSD, o ecstasy, os cogumelos, o MD e outros. Dessa maneira, eles afetam em especial a capacidade de percepção sobre a realidade.

Assim, os sintomas de uma overdose desta natureza estão ligados aos delírios, às alucinações, à visão borrada, a crises de paranoia, a ataques de pânico, entre outros.

5.      Overdose de drogas misturadas

Por fim, como falei antes, a overdose também pode ocorrer por conta da mistura de drogas. Sendo assim, é natural que possa haver também uma mistura de sintomas entre os que mencionamos acima.

Uma forma de identificar uma overdose desse tipo é quando ocorrem sintomas e sensações contrárias. Por exemplo, se a pessoa utilizou a cocaína, que é estimulante, junto com uma droga depressora, como o álcool, possivelmente terá efeitos das duas.

Além disso, neste mesmo exemplo, de cocaína e álcool, perceba que o sistema nervoso central recebe informações conflitantes. Ou seja, isso acaba confundindo ainda mais o cérebro, que não sabe quais sinais emitir, e tende a causar danos severos ao organismo.

Sintomas de overdose de cocaína

sintomas de overdose de cocaína

Especificamente sobre os sintomas de overdose de cocaína, eles estão muito relacionados aos das drogas estimulantes, justamente por fazer parte dessa classe, como falei antes. Por isso, o efeito no corpo é o mesmo que já expliquei: uma profusão de sinais enviados ao cérebro que acaba desorientando-o.

Ademais, lembre-se que dependência à cocaína pode vir a partir do seu uso injetada ou aspirada. Em casos mais extremos, pode ser fumada na sua base livre, que é o que chamamos de crack.

Veja os sintomas mais comuns de uma overdose de cocaína:

  • Aumento da temperatura corporal;
  • Destruição maciça de células musculares (rabdomiólise);
  • Disritmia;
  • Isquemia;
  • Agitação e irritabilidade;
  • Hemorragia intracraniana;
  • Convulsões;
  • Sintomas psiquiátricos, como a psicose.

Em casos mais extremos, é claro, a overdose pode levar à morte, quando não for tratada a tempo. Por isso, é fundamental correr para dar o suporte necessário ao paciente.

Quer saber sobre mais temas como este? Acesse nosso blog!

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quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Quais são os principais sintomas da crise de abstinência?

Os principais sintomas da crise de abstinência podem ser desde leves até mais severos, de acordo com uma série de condições. No entanto, durante a fase de desintoxicação do paciente, eles podem acontecer, por estar se livrando do vício às drogas.

Dessa maneira, compreender quais são os principais sintomas e como prevenir o surgimento deles é importante. Se você quer saber sobre isso, leia!

O que é a crise de abstinência

principais sintomas da crise de abstinência

Em uma publicação anterior, já falamos em detalhes sobre o que é a síndrome de abstinência. No entanto, é necessário retomar um pouco essa discussão, de forma resumida, antes de falarmos dos principais sintomas da crise de abstinência.

Portanto, este problema acontece quando alguns sinais e sintomas se apresentam no indivíduo que consumia drogas. Ou seja, esta pessoa fazia o uso de substâncias, detinha o vício e, a partir do momento que interrompeu ou diminuiu o consumo, passou a ter sintomas.

Perceba, então, que existe um componente importante, que está relacionado ao período em que isso acontece. Isto é, este é um problema que passa a acontecer normalmente a partir do momento em que o usuário está tentando se livrar do vício.

Por isso, é muito comum em quem está realizando tratamentos contra as drogas. Além disso, os grupos de sintomas podem ser divididos entre físicos, psicológicos e comportamentais.

Assim, os sintomas físicos afetam diretamente o corpo, e podem ser na forma de vômitos, do aumento dos batimentos do coração, entre outros. Já os psicológicos e mentais podem vir na forma de delírios, alucinações, ataques de pânico, etc.

Por fim, os comportamentais são as mudanças de humor, no sono, na alimentação, entre outros. No entanto, não se preocupe, pois iremos retomar com mais detalhes esta questão ao final.

Entendendo a ação das drogas no organismo

Bom, como você deve ter notado, a presença dos principais sintomas da crise de abstinência está ligada, sobretudo, ao efeito das drogas no organismo. Como falei acima, há efeitos que podem surgir não somente durante o uso da droga, mas também após interromper.

Quando acontecem durante o uso das substâncias, é o próprio efeito nocivo dela no organismo. No entanto, quando acontece após o início do tratamento, estamos falando da crise de abstinência em si.

Dito isso, saiba que, no corpo, as drogas costumam ter um efeito muito forte. Dependendo da forma com que são colocadas no organismo, elas podem ser ainda mais potentes, como nas injetadas e nas inaladas.

O que acontece é que, no sistema nervoso central, elas começam a estimular neurotransmissores que trazem a sensação de bem-estar. Assim, é como se você estivesse recompensando o seu cérebro.

Contudo, isto vem com um preço, que é a destruição de uma grande parte de células e que pode afetar a mente e o corpo. Ou seja, há uma falsa sensação de prazer, mas que, ao final, acaba sendo nociva, porque vai destruindo o organismo aos poucos.

No entanto, este estímulo ao sistema nervoso central faz com que ele queira sempre mais, o que gera o vício. Dessa forma, começa a haver um uso descontrolado daquela substância, e o indivíduo vai perdendo o controle sobre isso.

Infelizmente, algumas comorbidades podem acabar se tornando até irreversíveis, gerando danos indeléveis. Outras, porém, quando ainda estão no começo, podem ser contornadas, trazendo à normalidade.

Ainda assim, saiba, também, que nunca falamos em uma cura do vício. Pelo contrário, o que se fala é no controle sobre ele, para que o usuário entenda que, por mais que não esteja curado, ele possui o poder de se manter longe da droga após estar tratado.

Principais sintomas da crise de abstinência

principais sintomas da crise de abstinência

Não se pode dizer que os principais sintomas da crise de abstinência são comuns a todas as pessoas. Dessa maneira, pode ser que você tenha alguns dos descritos aqui e não outros, ou que possa ter algum que é mais raro e nem está na nossa lista.

Então, podemos dizer que não existe um padrão único predefinido. As mudanças nos efeitos da abstinência estão relacionadas a fatores como a saúde do usuário, ao tipo de droga utilizada, à associação com drogas concomitantes, à atuação do próprio organismo, entre outros.

Por isso, é importante destacar que algumas substâncias tendem a gerar sintomas mais leves, enquanto outras levam a mais graves. Ainda assim, contudo, em qualquer caso o perigo é de alto nível, uma vez que todas podem gerar em problemas graves.

Sem mais delongas, então, a lista de principais sintomas da crise de abstinência é a seguinte:

  • Físicos: entre os principais, estão a sudorese, as convulsões, a dilatação das pupilas, as alterações no sistema cardiovascular, as náuseas e vômitos, as dores e desconfortos, entre outros;
  • Psicológicos e mentais: entre os mais comuns, há a psicose, a confusão mental, a depressão, a ansiedade, o estresse, os ataques de pânico, as alucinações e as mudanças de humor;
  • Comportamentais: por fim, é comum que haja irritabilidade, hiperatividade, distúrbios alimentares, agitação e alterações no sono, como a insônia.

Perceba que há uma grande gama de efeitos potenciais. Por isso, em todos os casos, é importante que o dependente esteja sendo assistido por profissionais qualificados, que entendam sobre o assunto. Assim, poderá garantir que está se desintoxicando com segurança.

Como prevenir e diminuir os efeitos da crise de abstinência

Infelizmente, as crises de abstinência podem provocar reações muito graves. Por isso, ao passar por uma crise, o ideal é procurar um profissional da área, ou socorro imediato se estiver sozinho.

Em geral, a presença de amigos e familiares costuma ajudar a diminuir a ocorrência de crises. Além disso, é importante ressaltar que, via de regra, é possível identificar alguns fatores que ajudaram a causar a crise – como entrar em contato com amizades da época do uso de drogas, por exemplo.

Dessa forma, entender esses elementos é importante para evitar que elas ocorram. Veja, então, algumas dicas:

  • Praticar exercícios físicos auxilia, pois também gera a liberação de neurotransmissores relacionados ao prazer e ao bem-estar;
  • Como falamos acima, é bom ficar longe de associações com à época de drogas, como ambientes em que usuários ou antigas amizades estejam presentes;
  • Uma alimentação adequada fortalece a saúde do cérebro e do corpo, diminuindo os efeitos das crises;
  • Em casos mais graves, a internação pode ser uma opção.

Gostou de saber sobre os principais sintomas da crise de abstinência? Então leia nosso blog para mais informações como essas!

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Tratamento de dependência a cocaína: o que é e como funciona?

O tratamento de dependência a cocaína tem o objetivo de livrar a pessoa desse vício. Por isso, ele deve ser tratado com seriedade, e todos os passos prescritos pela equipe profissional multidisciplinar responsável devem ser seguidos.

Porém, antes disso, é necessário que você entenda o que é essa droga, como acontece o vício e quais males ela pode causar ao dependente. Então, para entender mais, acompanhe essa publicação até o final!

O que é a cocaína?

Para começar, precisamos falar sobre o que é a cocaína, esta droga tão perigosa e que, infelizmente, tem muitos usuários. Ainda que praticamente todo mundo saiba que ela faz muito mal à saúde, o seu uso é muito comum.

Dessa forma, podemos caracterizar esta droga psicotrópica como uma substância que tem ação estimulante no sistema nervoso central. Sendo assim, quando ela entra no corpo, o sentimento inicial é de euforia.

Então, entre os mais variados fatores, há um grande aumento da autoconfiança, com a pessoa acreditando que possui muito mais potência física e mental. Por isso, ela traz um efeito ao cérebro que pode levar à dependência química, o que é grave.

Portanto, como é comum com drogas de tipo estimulante, os efeitos da cocaína levam a um maior estado de alerta. Esta é uma droga semissintética, uma vez que tem origem natural, mas também passa por laboratórios.

No entanto, logo após estes sentimentos de potência, vem o revés. É aí, então, que podem começar sintomas como a ansiedade, a depressão e até mesmo episódios de alucinações.

Além disso, a frequência cardíaca e a pressão arterial também tendem a subir, e problemas para dormir e para comer são comuns. Quanto mais frequente é o uso, piores tendem a ser estes sintomas.

Quais são os sintomas da dependência à cocaína?

tratamento da dependência à cocaína

Acima, vimos, de maneira geral, o que é a cocaína e como funcionam os efeitos dessa droga. No entanto, antes de falarmos especificamente sobre o tratamento de dependência a cocaína, é necessário entender como identificar o vício. Para isso, é preciso entender melhor os sintomas.

De maneira resumida, a dependência química é uma doença, caracterizada por instituições como a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde. Ela afeta o indivíduo de diversas formas, como no aspecto físico, no mental, no social e até mesmo no espiritual.

Por isso, todos esses elementos devem estar presentes também no tratamento, justamente para servir à reabilitação. Assim, tratando o paciente de uma maneira holística, as chances de sucesso são maiores.

Porém, voltando aos sintomas da cocaína, é importante relembrar que ela pode ser aplicada de diversas maneiras. Por exemplo, de modo intravenoso ou, de forma alternativa, através da inalação.

Desse modo, isso impacta também nos sintomas: quando é injetada, tendem a ser mais intensos e severos, a despeito do que acontece quando é inalada. Ademais, o uso contínuo e frequente também pode intensificar o aparecimento dos sintomas.

Por isso, a dependência pode levar a vários sinais que podem ser observados no dia a dia. Veja, então, alguns abaixo:

  • Abstinência: as crises de abstinência da cocaína podem dar fadiga extrema, depressão, aumento do apetite, dificuldades de concentração e sonolência. Além disso, em casos mais extremos, pode até levar a tentativas de suicídio.
  • Efeitos cardíacos: arritmia cardíaca, maiores chances de AVC e infarto estão entre os perigos.
  • Problemas gastrointestinais: além disso, costuma levar também a náuseas, vômitos, dores intestinais.
  • Outros efeitos: além disso, a dependência à droga também pode levar a problemas renais, delírios, comportamentos violentos, a irritações no septo nasal, à rouquidão, ao sangramento pelo nariz e a marcas e reações alérgicas.

Como funciona o tratamento de dependência a cocaína?

Pois bem, agora que você já entendeu melhor como funciona esse vício, é hora de falar mais especificamente sobre o tratamento de dependência a cocaína. Primeiramente, é importante ressaltar a necessidade de uma equipe multidisciplinar.

Ou seja, os profissionais que irão atuar com o paciente devem ser de diversas especialidades, com experiência na atuação dessa área. Assim, será possível ter uma abordagem que englobe medidas farmacológicas, psicoterapêuticas e até mesmo espirituais.

Muitos parentes têm dúvidas em como cuidar do dependente, e é essa equipe quem poderá ajudar inclusive nesse sentido. Ela ajudará a instruir e a apontar modelos e condições de como atuar com este indivíduo.

Sendo assim, o grande objetivo, a todo momento, é manter o viciado longe da droga, sem utilizá-la. Por certo, irão aparecer alguns sintomas de abstinência, como os que elencamos antes, mas isto acaba sendo necessário para passar pelo problema.

Além disso, também é fundamental destacar que o tratamento é sempre personalizado e individualizado. Isso porque cada pessoa é diferente da outra, tendo suas próprias características fisiológicas e até mesmo de personalidade e de experiências passadas.

A partir disso, veja, abaixo, algumas etapas que fazem parte do tratamento a partir da internação.

Desintoxicação e reabilitação no tratamento de dependência à cocaína

tratamento da desintoxicação a cocaína

Entre as primeiras etapas, temos a desintoxicação e a reabilitação. No caso da desintoxicação, a ideia é manter a pessoa afastada de qualquer coisa que possa remeter e trazer novamente a vontade do uso da droga. Nessa etapa, há um grande cuidado no foco físico.

Já, na reabilitação, como indica o nome, há algo um pouco mais avançado e posterior. Assim, nela, aos poucos o indivíduo vai retomando as suas atividades de rotina, de uma forma que não inclua o uso da droga.

A prevenção às recaídas no tratamento de dependência a cocaína também é importante, e está presente a todo momento. Para qualquer tipo de drogas, este é um risco, e com esta substância não é nada diferente.

Portanto, em todos os casos, é necessário identificar tudo que pode acabar potencializando esta recaída. Então, com tratamentos que visam o corpo e a mente, há uma mudança de estilo de vida que ressignifica esses objetos e práticas.

Nem sempre a internação é uma necessidade, mas pode ser uma opção interessante. Ela é mais utilizada quando há dificuldade em cumprir o tratamento ou quando o dependente já apresenta riscos para si próprio ou a quem convive com ele.

E você, ficou com alguma dúvida? Deixe nos comentários!

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Quais são os efeitos da anfetamina?

Os efeitos da anfetamina são bastante nocivos e podem levar até à morte, em um nível mais extremo. Além disso, o uso dessa droga sintética pode levar à dependência química, o que também pode gerar consequências graves.

Dessa maneira, é importante entendermos o que de fato é esta substância, quando ela pode ser usada e que efeitos ela traz. Ademais, o que fazer com quem já possui algum nível de dependência? Leia e entenda!

Para que servem as anfetaminas

Antes de falarmos especificamente sobre os efeitos da anfetamina, precisamos falar mais sobre o que ela é e para que serve. Afinal, ao contrário do que muitos pensam, essa droga pode ser perigosa e levar a efeitos nefastos no corpo humano.

Dito isso, essa droga é caracterizada como sintética. Ou seja, ela é feita em laboratórios, e não a partir de plantas naturais (como seria com as chamadas drogas naturais, caso da maconha e da cocaína, por exemplo).

A primeira vez que ela foi sintetizada foi na década de 1880, há mais de um século. No entanto, ela só se popularizou a partir da Segunda Guerra Mundial, sob o pretexto de aumentar a disposição e a vontade dos combatentes nas batalhas.

Isto é, os soldados eram dopados para que, assim, sentissem os efeitos da anfetamina, sobre os quais vamos falar mais adiante. Em resumo, a ideia era que ficassem mais dispostos para lutar e tivessem menos necessidades como cansaço e fome.

Após isso, foi somente após a guerra acabar que estudos começaram a surgir apontando que, na realidade, essas substâncias afetavam os soldados, e não ajudavam. Assim, o que acontecia, por exemplo, era um maior índice de acidentes das aeronaves quando o piloto havia consumido a droga.

É importante ter isso em mente porque, até hoje, a falsa ideia de que a anfetamina seria positiva persiste. Infelizmente, há muitos caminhoneiros e outros profissionais que utilizam produtos com essa base, supostamente para permanecerem mais tempo acordados.

Contudo, o efeito é o mesmo: o aumento do perigo dos acidentes, colocando a saúde e a segurança de todos em risco. Ademais, a anfetamina também é utilizada equivocadamente para tratamentos de emagrecimento e em drogas como o ecstasy.

Quais são os efeitos da anfetamina?

efeitos da anfetamina

Pois bem, até aqui falei por cima sobre o que é essa substância e para que ela serviu historicamente, certo? Agora, chegou a hora de falar especificamente sobre os efeitos da anfetamina. Ou seja, como ela impacta no corpo.

Dessa forma, é bom começar pelo único efeito que é considerado positivo, que é quando essa droga é ministrada sob orientação médica. Isso porque de fato existem alguns medicamentos que utilizam anfetaminas como base.

Por isso, algumas podem ser utilizadas para tratamentos como do déficit de atenção ou de transtornos de compulsão alimentar. Porém, é importante ressaltar mais uma vez que isso só é positivo quando é feito sob orientação médica.

Dito isso, as anfetaminas agem em especial no sistema nervoso central. Assim, ela faz com que haja reações químicas no cérebro, o que leva, então, aos efeitos sentidos pelo corpo. Além disso, porém, ela também impacta em órgãos como o intestino e o coração.

Dessa forma, entre os principais riscos dos efeitos da anfetamina, estão os seguintes:

  • Problemas cardíacos, como infarto, palpitação cardíaca e AVC;
  • Dificuldade para respirar;
  • Comportamentos obsessivos;
  • Convulsões ou tremores;
  • Cólicas, vômito e diarreia;
  • Alterações de comportamento, com agitação, ansiedade e agressividade;
  • Alucinações, paranoias e distorções da realidade;
  • Dificuldade, dor e queimação para urinar.

Ademais, em um caso mais extremo, este uso pode levar à overdose e até à morte, sendo este o pior desfecho possível. Entretanto, qualquer que seja o efeito sentido, o recomendável é sempre procurar um hospital o mais rápido possível.

Com relação à duração desses sintomas, pode variar. Ainda assim, em geral pode ir de 6 a 12 horas, em função de fatores como a dose ingerida, o tipo de anfetamina e a tolerância do organismo de cada um.

Como saber se há dependência à anfetamina?

Bom, uma dúvida muito comum é saber se há dependência à essa droga. Assim como falamos acima, os efeitos da anfetamina podem ser graves, sobretudo quando não utilizados sob orientação médica.

Dessa forma, a dependência à substância é igualmente considerada grave, assim como a qualquer outra droga. Aliás, é importante ressaltar que a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência química como uma doença. Portanto, deve ser tratada como tal.

Por isso, não olhe para a pessoa dependente como se ela quisesse estar naquela condição ou como se dependesse apenas da vontade dela. O vício é algo extremo e que é muito difícil de lidar, tanto para quem está perto quanto para quem é dependente.

Então, não trate o indivíduo dependente como se ele merecesse sofrer algum tipo de punição. Da mesma forma, também não o recompense pelo seu vício, pois esse é outro problema que deve ser evitado.

Dessa maneira, o ideal é procurar profissionais especializados no tratamento do vício às drogas. Hoje em dia, existem clínicas de reabilitação especializadas, focadas em recuperar o dependente do seu vício.

Assim, estes locais têm uma estrutura própria e preparada exatamente para receber este tipo de paciente. Complementarmente, eles também são preparados com profissionais especializados e experientes ao lidar com as drogas.

Perceba, com isso, que esta é uma solução muito melhor do que tentar tratar em casa sem base nenhuma. Por consequência, quanto mais cedo o paciente for internado, melhor é a qualidade do tratamento.

Entenda quais são os tipos de internação

efeitos da anfetamina

Para finalizar, outra pergunta muito comum está relacionada aos tipos de internação. Se é isso que ajuda no tratamento e a acabar ou minimizar com os vícios da anfetamina e de outras drogas, então é este o caminho certo, concorda?

Em geral, segmentamos em três tipos de internação que são possíveis no Brasil:

  • Internação voluntária: este primeiro tipo acontece quando o dependente, de forma voluntária, consente para a sua internação, assinando legalmente assim que estiver na clínica.
  • Internação involuntária: esta segunda modalidade acontece quando o dependente não consegue consentir e já perdeu completamente o controle. Assim, os responsáveis decidem pela internação, e o paciente passa pelo aval de um profissional especializado.
  • Internação compulsória: um passo mais extremo do que a involuntária, a internação compulsória acontece quando é a justiça que determina pela internação.

Entendeu melhor quais são os efeitos da anfetamina? Para procurar soluções para o seu tratamento, clique aqui e fale conosco!

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terça-feira, 7 de setembro de 2021

Qual a diferença entre internação compulsória e involuntária

Uma pergunta muito comum com relação à dependência química é aos seus tratamentos é esta que motiva a publicação de hoje. Afinal, qual a diferença entre internação compulsória e involuntária?

Como você vai ver hoje, há sim uma distinção entre essas duas categorias, e ela diz respeito à lei. Por isso, vamos explicar em detalhes o que é cada uma delas, além de falar de mais um tipo, que é a internação voluntária. Então, leia!

O que é internação voluntária

Primeiramente, antes de falar sobre a diferença entre internação compulsória e involuntária, é importante deixar bem claro um outro tipo de internação, que é a voluntária. Ela é bem fácil de compreender, e isso já começa pelo seu nome, que é bastante explícito.

Dessa forma, a internação voluntária acontece quando o dependente químico consente para que ela ocorra. Ou seja, parte também da vontade ou, pelo menos, da aceitação dele, sem ser imposta.

Então, o indivíduo com a dependência química deve assinar um termo em que declara que ser internado é da sua vontade espontânea. Isto deverá ser feito na clínica de recuperação escolhida por ele e pela família, que também tem um papel importante.

Por isso, para resumir, a internação voluntária acontece quando existe uma solicitação formal do dependente solicitando ela. De forma alternativa, esta solicitação também pode partir do médico que o acompanha, mas sempre com a anuência do paciente.

Assim, esta é a grande diferença para as duas outras formas de internação. Por isso, vamos falar nas próximas seções especificamente sobre as que causam mais confusão, que é a diferença entre internação compulsória e involuntária.

O que é internação involuntária

diferença entre internação compulsória e involuntária

Como falei acima, agora é hora de começar sobre a diferença entre internação compulsória e involuntária. Por isso, vamos iniciar pela segunda delas, que é a involuntária, mas que é mais fácil de compreender.

Dessa maneira, este tipo de internação acontece quando se entende que o dependente já não tem mais a capacidade de decidir sobre o risco ao qual se expõe, e nem sobre o risco a que impõe à sua família ou outras pessoas próximas.

Ou seja, isso acontece, via de regra, quando ele já está em um estado mais avançado do vício em drogas, de modo que a capacidade cognitiva já está afetada. Assim, ele não é capaz de buscar um tratamento por conta própria.

Portanto, nestes casos, há uma saída, a qual deve partir dos parentes em primeiro grau deste indivíduo. Desse modo, pais, avós ou filhos podem acionar a chamada internação involuntária, caso decidam que é necessário.

A partir desse momento, e até mesmo antes dele, caso seja possível, é importante que o dependente passe por uma avaliação médica. Além disso, uma equipe multidisciplinar deve emitir um laudo, onde irá constar a necessidade da internação.

Sendo assim, perceba que existe mais esse elemento importante. Por isso, não basta apenas a família querer internar o dependente, como também uma equipe multidisciplinar, especializada no tema, deve emitir um laudo que indique isso.

O que é internação compulsória

A última das três categorias é a internação compulsória, que realmente tem muitas similaridades com a que falamos acima, a internação involuntária. No entanto, ela também tem as suas particularidades.

Assim, a grande similaridade da internação compulsória com a internação involuntária é que, nela, o paciente já perdeu completamente o discernimento para se tratar voluntariamente. Contudo, o que se segue é diferente.

Em vez da família em primeiro grau solicitar a internação, neste caso ocorre algo diferente. Aqui, é expedida uma ordem judicial de internação, de modo que isso passa por um processo de judicialização que a internação involuntária não possui.

O mais comum é que esta ordem judicial ocorra a partir de um pedido feito por laudo médico, de modo que o juiz a emite para satisfazer este laudo. Além disso, ela também pode servir de medida cautelar, caso alguém cometa crimes enquanto estava sob efeito de substâncias como as drogas.

Voltando às similaridades com a internação involuntária, o acompanhamento médico também é importante. Além de questões de saúde do paciente, a equipe médica também deverá continuar emitindo pareceres a respeito da necessidade do tratamento.

Perceba, com isso, que existem similaridades e diferenças entre internação compulsória e involuntária. Por isso, para terminar de vez com as dúvidas, preparamos a última seção, abaixo.

Diferença entre internação compulsória e involuntária

diferença entre internação compulsória e involuntária

Agora, por fim, vamos falar especificamente sobre a diferença entre internação compulsória e involuntária. Como você já deve ter notado, algumas são mais evidentes, enquanto outras não.

Começando pelas mais fáceis, a internação compulsória ocorre a mando de um juiz, enquanto a involuntária acontece por meio dos parentes de primeiro grau. Além disso, os casos em que a compulsória ocorre também abarcam crimes, por exemplo.

Outra diferença marcante diz respeito ao fim do tratamento. Assim, na situação de uma internação involuntária, é a própria família quem decide quando terminar, da mesma forma que ela solicitou.

Por outro lado, na internação compulsória, o processo é um pouco diferente. Em vez da família ou do juiz solicitar, isso também deve partir de um parecer médico.

E então, entendeu as diferenças entre internação compulsória e involuntária? Continue lendo nosso blog para mais posts como esse!

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Como cuidar de um parente dependente químico

Cuidar de um parente dependente químico não é uma tarefa simples e nem fácil. Mesmo que só ele tenha a dependência, a família toda sofre as consequências, tanto de ver esse parente mal quanto psicologicamente e em outros fatores.

Por isso, é muito importante que a família entenda o que é a dependência, o que essa pessoa está passando e como ela pode ajudar de fato. Dessa forma, preparamos esta publicação especial para que você entenda melhor, caso esteja passando por isso.

Entenda o que é a dependência química e como tratar

parente dependente químico

Em primeiro lugar, é necessário entender o que é a dependência química. Isso porque, sem entender o que o seu parente dependente químico está passando, você não irá conseguir ajudá-lo.

Ou seja, a primeira tarefa é buscar compreender toda a dinâmica da dependência: o que ela é, como funciona, quais sinais e sintomas estão envolvidos, como se livrar do vício, etc.

De acordo com o entendimento atual e com o que afirmam instituições como a Organização Mundial da Saúde, a dependência química é uma doença. E, como qualquer outra doença, ela deve ser tratada da forma adequada.

Pense em todos os fatores que esta enfermidade impacta na vida do indivíduo com o vício. Ela afeta o corpo, a mente, os comportamentos, a vida social e até mesmo espiritual. Até por isso, o tratamento precisa cuidar de todas essas questões.

Dessa maneira, infelizmente, na dependência química o indivíduo não tem controle sobre o uso das substâncias às quais é viciado. Por isso, acaba priorizando as próprias substâncias em relação a qualquer outra coisa, inclusive sua própria vida.

Por todas essas razões, é necessário entender e aceitar o dependente como alguém doente. E, apesar dessa doença não ter cura, ela é controlável, desde que seja tratada da forma mais adequada.

Assim como falei antes, lembre-se, aliás, de que ela afeta vários aspectos da vida. Então, justamente por isso, deve ser tratada por uma equipe profissional multidisciplinar, que seja especializada nessas questões.

O que fazer se o parente dependente químico não quer se tratar

Infelizmente, nem todo parente dependente químico conseguiu chegar à conclusão ou ser convencido de que precisa desse tratamento multidisciplinar ao qual me referi. Por isso, a droga acaba vencendo, e ele não consegue se livrar dela.

Portanto, quando isso acontece, a família deve ter uma abordagem especial, procurando fazer tudo sem forçar. Assim, quanto menos forçarmos o tratamento ao dependente, maiores são as chances de sucesso.

Ou seja, é muito importante que o indivíduo que está sofrendo com o vício tenha a vontade de se livrar dele. Isto é um grande passo e que pode significar muito na caminhada para a desintoxicação e para uma vida mais próxima à normalidade.

Abaixo, então, veja algumas dicas de como convencer seu parente dependente químico a se tratar:

  • Converse calmamente: não adianta brigar e tornar da situação algo ainda pior. O ideal é procurar um ambiente calmo, em que o dependente se sinta confortável, e então conversar com ele, expondo sua opinião. Ele precisa se sentir seguro.
  • Tente entendê-lo: colocar-se no lugar do outro é sempre uma tarefa difícil, porém valiosa. Por isso, tente estar no lugar do seu parente e pense de que forma a abordagem com ele teria maiores chances de aceitação.
  • Demonstre apoio: esta é uma decisão muito difícil, sobretudo para quem tem a dependência. Sendo assim, é fundamental que a família demonstre apoio e incentive a desintoxicação.
  • Não brigue nem o compare com ninguém: como falei antes, a conversa é o melhor caminho. Assim, querer impor ou comparar com outras pessoas só vai piorar a situação.
  • Procure ajuda: profissionais especializados saberão dar o suporte adequado ao paciente e à família.

Procure grupos de autoajuda

parente dependente químico

Uma outra lição importante quando falamos de cuidar de um parente dependente químico é de que precisamos cuidar de nós também. Ou seja, se você tem alguém que sofre com isso na família, você também precisa de cuidados.

Dessa maneira, os grupos de autoajuda acabam sendo muito interessantes porque você encontra outras pessoas que estão passando pela mesma situação. Com isso, se sente acolhido, e há um ambiente com empatia.

Outro motivo interessante é que, nestes locais, é possível aprender lições valiosas. Desse modo, as experiências dos outros podem ajudar a prevenir problemas com seu parente dependente químico, por exemplo.

Entre os diversos grupos, há o dos Alcóolicos Anônimos, os Narcóticos Anônimos, os Codependentes Anônimos, a ONG Amor Exigente, entre tantas outras. Por isso, procure a que mais se adequa ao seu caso.

Procure uma clínica de recuperação para o parente dependente químico

Por fim, a última dica de como cuidar de um parente dependente químico é procurar um bom ambiente para que ele se recupere. E, neste caso, existem as chamadas clínicas de recuperação, que são focadas exatamente nisto.

Dessa forma, estes ambientes contam com profissionais qualificados e voltados ao atendimento dos dependentes. Existem clínicas deste tipo por todo o Brasil, com padrões diferentes e características distintas, de modo que é possível escolher a que você preferir.

Além disso, via de regra as clínicas se distinguem também por sexo e por idade. São femininas, masculinas e para adolescentes ou adultos.

O centro de recuperação para dependentes químicos CT Estrela de Davi está à sua disposição nestes casos. Clique aqui e entenda como funciona nossa clínica!

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O que é crise de abstinência e como lidar com ela?

Você já ouviu falar sobre os efeitos que surgem no momento que alguém interrompe o uso de drogas? Pois saiba que quando falamos sobre o que é crise de abstinência, estamos nos referindo, de forma resumida, a exatamente este processo.

Por essa razão, entender os conceitos que estão relacionados a isso é importantíssimo para quem está buscando lidar com a dependência química. Isso porque, quem está tentando parar, pode acabar sofrendo com esses sintomas. Para se preparar melhor, continue lendo!

O que é crise de abstinência

o que é crise de abstinência

Antes de mais nada, precisamos dizer o que é a crise de abstinência, não é verdade? Dessa forma, entendendo mais sobre o que ela de fato é e quando acontece, vai compreender também a melhor maneira de lidar com ela nas próximas seções.

Dito isso, quando falamos sobre o que é síndrome de abstinência, nos referimos sempre a alguns sinais e sintomas que ocorrem em um momento importante. Dessa maneira, este momento é a partir da interrupção ou da diminuição do consumo da substância que está causando o vício.

Ou seja, temos alguns elementos importantes que precisam ser salientados. Primeiramente, que ela é expressa através de sinais e sintomas, que, como já falamos numa publicação anterior, podem ser segmentados em algumas categorias:

  • Físicos: são aqueles que afetam o corpo, como as convulsões, a dilatação da pupila, o vômito, a taquicardia, entre outros;
  • Psicológicos e mentais: são os transtornos psiquiátricos, o desequilíbrio emocional, as alucinações, os ataques de pânico e sintomas similares provocados pela abstinência da droga;
  • Comportamentais: são as mudanças de comportamento, que podem ser vistas na alteração do sono, da alimentação, da agitação, etc.

Então, além da existência de sintomas, que estão nestes grupos que me referi acima, também há outro elemento importante para salientar sobre a abstinência. É que ela pode acontecer após o indivíduo parar de consumir a droga – ou, em alguns casos, ao diminuir o consumo.

Isto significa, portanto, que há uma conjunção de dois fatores. O primeiro deles é o da presença de sintomas que caracterizam o quadro, e o segundo a questão do período, que é a presença dos sinais e sintomas após parar o uso da droga.

A crise de abstinência é sempre igual?

Bom, agora que já falamos sobre o que é crise de abstinência, vamos dar um passo adiante. Isso porque uma outra dúvida muito comum é a respeito exatamente dos sinais e sintomas sobre os que falamos acima.

Dessa forma, vale destacar que eles podem variar em função de uma série de questões. Por exemplo, de acordo com o tipo de droga consumida, varia também o que se espera entre esses sintomas. Por exemplo, o efeito do alcoolismo é distinto do efeito do uso de maconha.

Ainda assim, muitos indivíduos também acabam fazendo uso de mais de uma substância, o que pode complicar um pouco essa diferenciação. Por isso, muito varia também de acordo com o comportamento e com as próprias características de cada pessoa.

Se você é familiar ou próximo do dependente, saiba que é fundamental saber o tipo de droga que está sendo utilizada. Desse modo, o profissional que irá tratar o dependente saberá como realizar o correto tratamento, uma vez que varia em função de alguns fatores, como o tipo da droga.

A equipe que irá tratar este indivíduo deverá ser especializada e qualificada para essa doença que é a dependência química. Assim, saberá exatamente como lidar e a melhor forma de cuidar também da abstinência.

Por que a crise de abstinência acontece

o que é crise de abstinência

Quando falamos sobre o que é crise de abstinência, outra pergunta comum e pertinente é a respeito dos motivos pelas quais ela acontece. Então, por que parar ou diminuir o uso de drogas pode causar sinais e sintomas no dependente?

Antes de mais nada, é importante reforçar, como já dissemos antes, que a dependência química é uma doença. E, ainda que não tenha cura, ela é tratável e controlável, para que o indivíduo com o vício possa ter uma vida normal e livre das drogas.

Quem já teve experiência com dependentes, deve saber, na prática, como são devastadores os efeitos da droga, tanto para quem tem a dependência quanto para quem está à volta. Isso já demonstra o poder do vício.

Então, pense em quando é retirada a fonte que causa tudo isso, que é a substância. É natural, a partir disso, que o corpo sinta, concorda? Afinal, retirar algo sobre o qual temos um vício não é fácil.

Tudo isso tem uma explicação fisiológica. No corpo, as drogas agem como se fossem neurotransmissores externos, praticamente desligando os que são naturais do nosso organismo. Ou seja, elas basicamente substituem substâncias químicas essenciais para o funcionamento do corpo.

Sendo assim, quando o dependente para o consumo da droga, essa fonte externa de neurotransmissores, que substituía a natural, também é interrompida. Só que são os neurotransmissores que fazem a comunicação do sistema nervoso com todo o corpo.

Por isso, acaba havendo um prejuízo na comunicação entre o cérebro e o corpo, o que, de forma bem resumida, é responsável pelos sintomas. Além disso, quanto mais abrupta for a pausa, maiores tendem a ser os efeitos da crise de abstinência.

Gostou de aprender mais sobre a crise de abstinência? Leia mais publicações em nosso blog para aprender sobre a dependência e como lidar!

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Saiba quais são os principais efeitos das drogas no organismo

Os efeitos das drogas no organismo podem ser devastadores, levando até mesmo à morte. Além disso, eles também podem ser vistos sob o ponto de vista mental, social e até espiritual, sendo nocivos de todas as formas.

Para isso, é necessário entender, antes de mais nada, como podemos classificar as drogas. Assim, será possível compreender de que forma os efeitos das drogas no organismo surgem e, inclusive, como levam ao vício. Leia!

Entenda como se classificam as drogas

efeitos das drogas

Como você já deve saber, existem vários tipos de drogas. Dessa forma, cada uma dessas substâncias pode gerar efeitos que divergem uma da outra, de modo que cada droga costuma ter seus próprios efeitos.

Ainda assim, como vamos falar na próxima seção, existem efeitos das drogas que são mais comuns. Eles são os responsáveis por basicamente tudo a respeito delas, desde a motivação pela qual fazem a dependência até os efeitos devastadores ao indivíduo e à família.

Dito isso, agora vamos falar de forma introdutória sobre essa classificação das drogas. Dessa maneira, você poderá entender melhor de onde elas vêm e como são formadas. Veja:

  • Analgésicas: são substâncias que trazem uma sensação de bem-estar que é temporária, além de relaxarem a musculatura;
  • Alucinógenas: este outro tipo de substância provoca alucinações no indivíduo, causando a distorção da realidade em torno dele;
  • Estimulantes: os efeitos das drogas estimulantes são o de fazer com que a pessoa entre num estado de alerta mais forte, em particular na atividade motora;
  • Hipnóticas: diferentemente das estimulantes, as drogas hipnóticas realizam a indução do sono;
  • Inalantes: por fim, as drogas inalantes, normalmente relacionadas aos solventes, podem ter várias combinações, de modo a levar a diferentes efeitos, mas todos nefastos.

Além dessas citadas, podemos lembrar ainda das drogas legalizadas, como é o caso do álcool e do cigarro. Diferentemente do que muitas pessoas pensam, elas são substâncias nocivas e que causam muitos prejuízos ao dependente e a quem vive com ele.

Ainda, outra classificação é entre as naturais (como a maconha), as semissintéticas (processadas de componentes naturais, como a cocaína) e sintéticas (fabricadas em laboratórios, como o LSD).

Sendo assim, o importante aqui é que você entenda que existem várias substâncias que causam o vício. E, ademais, que cada uma tem efeitos que podem ser distintos.

Os principais efeitos das drogas

Pois bem, agora que já falamos sobre como estas substâncias podem ser classificadas, vamos falar enfim dos principais efeitos das drogas. Como mencionei antes, eles são variados. Ainda assim, existem cinco que são os mais comuns. Veja:

1.      Sensação de bem-estar

Muitas pessoas caem no consumo das drogas em função de problemas emocionais. Dessa forma, buscam algo que os preencha, e que cause bem-estar. E é exatamente isso o que muitas substâncias de fato proporcionam.

Dessa forma, elas agem diretamente no cérebro, que recebe esse bem-estar como uma sensação de recompensa. Por isso, acaba gerando o vício, e cada vez mais a pessoa sente a necessidade de consumir mais.

2.      Euforia entre os efeitos das drogas

Além da sensação de bem-estar, boa parte das drogas também causa euforia, sobretudo as que são estimulantes. Entre elas, estão a cocaína, o crack, a heroína, entre outras.

Portanto, o que elas fazem é ativar o sistema nervoso, de modo que a pessoa tenha sentimentos de excitação, além de se sentir mais empoderado. É, praticamente, um sentimento de que está acima de tudo e de todos, como se fosse imbatível.

Isso leva, então, à perda da noção de perigo, o que leva esses indivíduos a fazerem atividades que antes não fariam. Ademais, também podem dar um aumento de energia.

3.      Alucinações

Como falei na seção anterior, uma categoria importante das drogas é a dos alucinógenos. E elas causam exatamente o que a palavra quer dizer: fazem uma distorção da realidade de tudo o que o rodeia.

Entre as drogas que mais causam isto, estão o ecstasy e o LSD, que costumam ser consumidas em festas. Assim, associada à música e às cores do ambiente, trazem ainda mais alterações à percepção de realidade.

No entanto, da mesma forma com que podem trazer prazer, também podem levar ao medo. Por isso, tendem a levar as pessoas a situações e a decisões extremas, além de todos os riscos que essas substâncias possuem.

4.      Fragilidade emocional

A tristeza e a depressão estão entre os efeitos das drogas no organismo. Inclusive, embora esse seja um motivo pelo qual muitos dependentes procuram as drogas, acabam tendo o efeito contrário, com a substância agravando ainda mais o sentimento.

É importante destacar, inclusive, que todas as drogas podem levar à fragilidade emocional e à sensação de abandono.

5.      Efeitos das drogas no corpo

Outro dos efeitos das drogas no organismo que vale destacar é o que elas causam no corpo. Assim como você já deve saber, o mais extremo é a morte, proveniente da overdose. Contudo, não é o único.

Entre outros, estão a perda de neurônios, as alterações no peso, além de diversas doenças. De modo complementar, na mente, pode levar a transtornos psiquiátricos e, com quem está ao seu redor, a dificuldades sociais.

Como tratar a dependência química e os efeitos das drogas

efeitos das drogas

Os efeitos das drogas no organismo podem ser tratados, ainda que essa seja uma doença para a qual não existe cura. Dessa forma, o ideal é controlar a dependência química, para, então, controlar também os sintomas.

Para isso, procure uma equipe especializada neste tipo de situação. É algo muito complexo para ser tratado apenas em casa. Hoje em dia, existem diversas clínicas e profissionais de suporte.

Quer saber mais sobre isso? Continue lendo em nosso blog!

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O que é dependência química? Entenda!

Você sabe o que é dependência química? Quais são as suas causas? E quais as substâncias mais comuns que geram vício no nosso país? Todas essas são perguntas comuns e que têm a conscientização como uma importante resposta.

Por isso, preparamos esta publicação especial sobre o tema, para que você entenda de vez como essa doença funciona. Acompanhe!

O que é dependência química

o que é dependência química

Você sabe o que é dependência química? De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), ela é o “estado psíquico e algumas vezes físico resultante da interação entre um organismo vivo e uma substância”.

Além disso, a OMS também afirma que ela gera modificações no comportamento, além de outras reações no indivíduo. Assim, ele tem sempre um impulso de continuar utilizando a substância, seja continuamente ou periodicamente, justamente para ter esses efeitos psíquicos.

Ou seja, em palavras mais simples, a dependência química é um vício, e que é capaz de gerar alterações comportamentais, sociais, cognitivas e até mesmo sintomas fisiológicos. Dessa maneira, ela traz complicações ao dependente e para quem convive com ele.

Por isso, hoje em dia a dependência química também é entendida como uma doença. Sendo assim, ela deve ser tratada da forma correta, que é a partir de uma interação multidisciplinar com diversos profissionais.

O dependente não deve ser visto como alguém que tem o vício por falta de caráter ou algo assim. Em vez disso, o ideal é considerar esta pessoa como alguém que tem uma doença e que, portanto, necessita de tratamento para se livrar dela.

Qual é a causa dela

Além de entender o que é dependência química, é necessário dar um passo adiante. Assim, podemos entender não só que ela é uma doença, como também quais são os fatores que podem causá-la ou que aumentam as chances do indivíduo se tornar dependente.

Saiba, primeiramente, que existem diversos fatores. Entre os principais, temos os seguintes:

  • Genéticos: atualmente, pesquisas demonstram que há um fator genético no desenvolvimento do quadro de dependência.
  • Biológicos: as substâncias que são capazes de gerar o vício agem diretamente no cérebro, numa interação de bastante complexidade entre os neurotransmissores. Com isso, oferece uma espécie de recompensa, de sensação positiva, o que é responsável por fazer que o cérebro queira cada vez mais isto.
  • Psicodinâmicos: a psicodinâmica estuda a interação entre o consciente e o inconsciente. Por ela, entendemos que há pessoas que buscam uma saída nas drogas para trazer bem-estar e preencher uma lacuna existente.

Além disso, existem outros motivos pelos quais algumas pessoas começam a utilizar substâncias como estas. Elas estão ligadas a diversos elementos, que passam pelo aspecto social e até por questões emocionais.

Pense, por exemplo, num jovem que está em meio ao seu grupo social, em que há pessoas utilizando das drogas. Infelizmente, muitas vezes há pressão para que todos utilizem estas substâncias, ou então até mesmo pode ser que a pessoa comece a utilizar a droga apenas por curiosidade.

Ademais, dificuldades para lidar com problemas também podem levar ao uso de drogas. Desse modo, este é o caso, por exemplo, de problemas emocionais, como a depressão.

Portanto, há uma complexa interação de fatores que pode ser a causa do uso de substâncias nocivas. É importante entender isso quando falamos sobre o que é dependência química.

Dependência química tem cura?

o que é dependência química

Antes de mais nada, é imprescindível destacar que a dependência química deve ser diagnosticada e tratada por profissionais qualificados. Por isso, mesmo que você esteja identificando algum fator que está presente em você ou em alguém próximo, não faça nada sozinho sem buscar ajuda profissional.

Isto está ligado também a uma questão mais difícil de lidar, mas que é fundamental compreender, que é essa de se a dependência química tem cura. E a resposta, infelizmente, é a de que não existe uma cura para essa doença.

Em outras palavras, não há qualquer tipo de tratamento que possa eliminar do organismo o vício. O que podemos fazer, então, é aprender a lidar com isso, sobretudo a partir do controle sobre a dependência.

E, aqui, o acompanhamento com profissionais se mostra tão fundamental. Estas pessoas são especializadas e experientes em lidar com diversas pessoas com problemas similares, enquanto os familiares ainda não.

Dessa forma, este acompanhamento clínico deve ser constante com o paciente, e de preferência com o apoio da família, que também é muito importante. Esta é uma doença de todos que estão à volta do dependente.

Além disso, é bom destacar também que, quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais fácil será o tratamento. Em pacientes com um quadro mais avançado, há uma tendência de ser mais difícil e mais demorado, em virtude do vício.

Saiba quais são os vícios mais comuns no Brasil

Por fim, muitas pessoas ainda têm dúvidas com relação ao que caracteriza uma droga e o que pode viciar. Quando falamos sobre o que é dependência química, precisamos também alertar para os vícios mais comuns em nosso país.

Por isso, veja abaixo os principais:

  • Álcool: é uma droga legalizada no país, muito comum e que pode ter um efeito devastador. Infelizmente, por ser legalizada, muitos demoram a reconhecer que o alcoolismo.
  • Tabaco: a segunda dependência mais comum é ao tabaco, principal substância do cigarro. Por ser uma substância também legalizada, sofre do mesmo problema do álcool, de ser normalizada.
  • Maconha: em terceiro lugar, está a maconha, que é uma droga considerada leve, mas que não tem forma segura de consumo.
  • Solventes: são substâncias sintéticas que, via de regra, são inaladas, seja pela boca ou pelo nariz. Entre elas, alguns conhecidos são o lança-perfume, o loló e até esmaltes, colas e afins.
  • Benzodiazepínicos: são medicamentos, mas que também podem levar ao vício se utilizados da forma indevida.
  • Outras drogas: a cocaína, o crack, a heroína, o LSD e tantos outros também são consumidos e levam ao vício, com efeitos nefastos.

Dessa forma, perceba que a dependência química é uma doença que pode ser gerada por diferentes causas, com substâncias diversas e que costuma ter efeitos devastadores para o dependente e para quem é próximo a ele.

Para saber mais sobre como tratar, procure nossa clínica de reabilitação. Clique aqui e saiba mais!

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