sábado, 20 de novembro de 2021

Você sabe qual é a força dos Doze Passos?

A força dos Doze Passos foi criada e consolidada há várias décadas como um meio de tratamento a qualquer tipo de dependência. Ainda que tenha sido criada primeiro entre os Alcoólicos Anônimos, logo se difundiu para outros grupos de autoajuda a dependentes.

No entanto, você sabe o que significa o programa dos 12 passos? O que ele diz e como se adaptar a ele? Leia até o final para entender!

O que é a força dos Doze Passos?

força dos Doze Passos

Antes de mais nada, você sabe o que é a força dos Doze Passos? Assim como sugere o nome, esse é um programa que é realizado a partir de 12 etapas, e foi criado há algumas décadas. No entanto, o que significa?

De forma resumida, este plano de 12 fases é voltado para auxiliar quem precisa superar vícios e compulsões, como é o caso da dependência química. Portanto, ele é muito útil para quem está tentando se livrar do vício das drogas ou de qualquer outro problema similar.

Assim, o que este programa prega é que todas as pessoas podem se ajudar mutuamente. Ou seja, unindo os dependentes é possível ter um maior sucesso na luta contra o vício ou a compulsão, mantendo a abstinência.

No entanto, de acordo com a força dos 12 passos, isso só é possível ao se render a uma espécie de poder superior, que está ligado também à religião.

Assim, a força dos Doze Passos é a principal forma de estratégia da maioria dos grupos de autoajuda para tratamentos atualmente. Entre eles, estão os Alcoólicos Anônimos, os Narcóticos Anônimos, entre outros.

História por trás do programa

Assim como falei acima, a história da força dos Doze Passos é longínqua, e data de algumas décadas atrás. Dessa forma, a sua origem inicial data do ano de 1935, em reuniões do Grupo de Apoio Alcoólicos Anônimos (AA).

Isto foi feito nos Estados Unidos, por Bill Wilson, um ex-corretor da bolsa, e por Robert Holbrook Smith (ou Dr. Bob), um médico cirurgião que foi cofundador do AA em conjunto com Bill Wilson.

Inicialmente, os 12 passos foram escritos como uma atualização dos 6 passos de um grupo missionário chamado Grupo de Oxford, com origem religiosa e sem relação em tratamento a vícios.

Dessa forma, sobretudo a partir dos contatos de Bill Wilson, houve essa apropriação e atualização dos passos, com a criação do programa dos AA. Portanto, ele uniu o que já existia à sua experiência prática e de seus colegas de Alcoólicos Anônimos.

Então, entre as principais conclusões e objetivos do livro, Wilson escreveu a respeito dos efeitos que existiam ao compartilhar as histórias. Assim, de acordo com ele, isso seria benéfico e ajudaria no tratamento.

Por isso, e por todo sucesso que fez o programa, o livro de Wilson ficou conhecido como Grande Livro. Dessa maneira, com base na inspiração em ensinamentos de um grupo religioso, além da sua experiência própria, ele ajudou a criar um programa que até hoje é utilizado com muito sucesso.

E aqui temos de salientar a importância que este livro teve. Afinal, nem todas as pessoas com a dependência podiam comparecer às reuniões do AA. Então, o Grande Livro fazia com que elas pudessem ter uma solução valiosa em suas mãos.

A partir disso, era possível implementar a força dos Doze Passos em outros locais e até mesmo para outros vícios, como se faz hoje em dia.

Como funciona o plano dos 12 passos

força dos Doze Passos

Assim que a força dos Doze Passos ficou tão popular em programas de autoajuda e apoio de tratamento a dependentes, com a publicação do livro. Então, a partir dele, podemos tirar algumas características marcantes do programa das 12 etapas.

Primeiramente, é importante destacar que praticamente todos os grupos de autoajuda para tratamento de dependentes o seguem, tamanho o sucesso. Por isso, há uma espécie de fórmula e padrão que se aplica a quase todos.

Então, é importante destacar a força das reuniões, que ocorrem em caráter regular. Elas servem em particular para a discussão de problemas entre os membros do grupo, para o compartilhamento dos sucessos pessoas e para que todos possam oferecer apoio uns aos outros.

Afinal, quem nunca viu alguma cena de alguém chegando em uma reunião, se apresentando pelo primeiro nome e destacando qual é a sua dificuldade (vício em álcool, em drogas, tabagismo, etc)?

Em síntese, essa é a forma de apoio que uns oferecem aos outros. Embora pareça algo simples, é extremamente eficaz e ajuda no tratamento contra a dependência.

Dessa forma, entre os benefícios da força dos Doze Passos, temos alguns importantes. Por exemplo, a capacidade de reconhecer sua dificuldade, a busca pelo controle sobre isso, o entendimento de que há mais pessoas em situação similar, a autoaceitação e busca por mudança, a compaixão, entre outros.

Quais são os Doze Passos?

Para finalizar, você sabe quais são as etapas do programa? Isto é, quando falamos na força dos Doze Passos, quais são eles? Na verdade, eles são simples de entender, como você vai ver abaixo.

  1. Admitir a impotência perante o álcool ou qualquer outra dificuldade que cause vício ou compulsão e retire o domínio sobre a condução da sua vida.
  2. Acreditar que existe um poder superior que é capaz de devolver o controle sobre si.
  3. Entregar o controle dos seus cuidados e a sua vida a essa forma de poder superior.
  4. Realizar um inventário moral de si próprio.
  5. Admitir, tanto perante a força superior quanto aos outros seres humanos os seus erros.
  6. Estar aberto para que a força superior auxilie que você possa curar essas falhas.
  7. Pedir que Deus ajude a livrar da dificuldade.
  8. Listar as pessoas a quem você causou mal e se prontificar a reparar qualquer tipo de dano causado a elas.
  9. Reparar o dano causado a essas pessoas, a não ser que vá causar mais danos a você mesmo ou a terceiros.
  10. Jamais parar de realizar o seu inventário pessoal de erros, sempre pronto para admitir quando falhar.
  11. Meditar e realizar preces para se conectar ao poder superior.
  12. A partir deste despertar espiritual, transmitir a força dos Doze passos a outros dependentes para que também possam fazê-lo.

Perceba, portanto, que esta metodologia é forte e importante na recuperação. Para saber mais sobre assuntos como este, visite nosso blog!

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Como funciona a internação compulsória e quais são seus benefícios?

Você já ouviu falar sobre os tipos de internação para dependentes químicos? Sabe como funciona a internação compulsória e quais são os seus benefícios? E, além disso, o que diz a legislação brasileira sobre ela?

Esta é considerada uma das últimas opções e mais extremas no tratamento das drogas. No entanto, ela pode ser uma opção válida de acordo com os efeitos que o dependente estiver tendo. Quer saber mais como funciona? Então siga lendo!

O que é a internação compulsória

como funciona a internação compulsória

Primeiramente, vamos começar falando especificamente sobre como funciona a internação compulsória. Antes de mais nada, você deve entender que ela se diferencia tanto da internação voluntária quanto da internação involuntária.

Dessa forma, no caso da internação voluntária, como sugere o nome, é o próprio paciente quem assente. Ou seja, parte apenas da vontade dela o pedido de internação, não dependendo de mais ninguém.

Porém, em outros casos, essa vontade não está presente. É, por exemplo, o caso da internação involuntária, em que parte da família ou dos responsáveis o pedido de internar o dependente.

Além disso, na internação compulsória, a ideia é similar: não há o consentimento do dependente para a internação. No entanto, também não é a família quem interna o paciente, como no caso da involuntária.

Por isso, a internação compulsória é realizada por uma decisão judicial emitida por um juiz. Dessa forma, esta decisão, que deverá ser baseada em laudos médicos, entende que aquele indivíduo representa um risco a si mesmo e à sociedade, caso continue sem tratamento.

Desse modo, essa decisão representa uma internação considerada um pouco mais extrema que nos outros casos. Ainda assim, ela possui respaldo legal e, como falei acima, deve vir com um laudo médico.

Via de regra, este laudo é realizado por um psiquiatra especialista em dependência química. Então, este médico irá avaliar a saúde mental e física do paciente, da mesma forma que os riscos que representa a outras pessoas.

O que diz a legislação?

Pois bem, assim como você deve ter entendido da seção acima, a internação compulsória é um modelo altamente dependente da legislação. Dessa maneira, justamente por ser tomada por um juiz, precisa estar respaldada legalmente, certo?

Saiba, então, que isto é feito a partir de algumas leis em particular. Assim, para começar, temos o papel da Lei Nº 10.216/2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais.

Desse modo, de acordo com esta legislação, a internação compulsória torna-se permitida. Isso porque a dependência química tem abrangência dentro dos entendimentos a respeito também dos transtornos mentais.

Além disso, porém, em seguida tivemos a Lei Nº 11.343/2006. Aqui, então, houve a instituição do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad). Sua função era de prescrever medidas, estabelecer normas e definir crimes, entre outras coisas.

Ou seja, basicamente esta lei de 2006 regia a respeito da política antidrogas a ser executada no Brasil. Assim, instituía órgãos e dispunha de como fiscalizar e cumprir a lei, bem como o que era permitido e o que não era.

E isso está relacionado também à Lei Nº 13.840/2019, que basicamente alterou a de 2006 e várias outras anteriores. No entanto, o objetivo era similar, de dispor as condições de atenção aos usuários ou dependentes de drogas, além de tratar do financiamento de políticas antidrogas.

Portanto, de forma resumida, tudo isso culminou na estrutura que temos hoje em dia no país. sendo assim, o Sisnad possibilitou as clínicas de recuperação a serem capacitadas para receberem as internações compulsórias.

Quais são os benefícios da internação compulsória?

como funciona a internação compulsória

Até aqui, falamos como funciona a internação compulsória. Ou seja, em que ela está fundamentada e em que casos acontece. No entanto, isto não é tudo que você precisa saber, concorda?

Além disso, quais são os benefícios da internação compulsória? Por que ela é realizada em vez de deixar o dependente à deriva?

Assim como já foi dito nas seções anteriores, ela é realizada quando se entende que o indivíduo representa um risco para si e para a sociedade. Mas, afinal, como identificar isso? Veja abaixo e entenda também as vantagens desse tipo de internação:

1.      Evita que o dependente continue no vício

Primeiramente, o ponto mais importante é que o modo como funciona a internação compulsória permite afastar o indivíduo do vício. Assim, mesmo que inicialmente à força, ele começa seu tratamento.

Então, ao passo que este tratamento for avançando, é até mesmo possível que o dependente perceba as vantagens de se livrar da droga e passe a se dedicar para isso.

2.      Permite interromper comportamentos agressivos

Muitas vezes, a internação compulsória acontece quando a pessoa está cometendo roubos e furtos, por exemplo. Além disso, esses atos podem ser acompanhados por agressões, sobretudo em caso de reação da vítima.

Esse comportamento ocorre fundamentalmente para sustentar o vício. Contudo, a partir do momento em que há a internação, este comportamento é suspenso, já que a pessoa não pode sair da clínica.

3.      Coíbe comportamentos autodestrutivos

Comportamentos autodestrutivos podem acontecer com qualquer dependente. Muitas drogas geram efeitos psicológicos que possuem o que chamamos de efeito depressor. Portanto, elas levam a transtornos depressivos nos mais variados níveis.

O que isso causa, na prática, é que alguns dependentes podem acabar tendo tentativas de suicídio. Além disso, outros comportamentos destrutivos também ocorrem, seja qual for o âmbito da sua vida.

Por isso, internar pode ser uma saída interessante. As clínicas de recuperação têm profissionais qualificados e prontos para lidar com qualquer problema.

4.      Auxilia a lidar com crises de abstinência

As crises de abstinência ocorrem, como sugere o nome, quando o paciente começa a parar de usar a droga. Elas podem ter sintomas severos, e são mais bem controladas por profissionais habilitados e experientes, como os das clínicas.

E você, quer conhecer uma clínica de reabilitação para ver como funciona? Então clique aqui e conheça a Clínica Estrela de Davi!

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Quais são os tipos de drogas mais consumidas?

Algumas pesquisas visam demonstrar quais são os tipos de drogas mais consumidas no Brasil. Entre elas, por exemplo, destaca-se o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (LENAD), conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Dessa forma, esse levantamento, embora seja de alguns anos atrás, traz alguns dados interessantes. Assim, ele demonstra, por exemplo, que pelo menos cerca de 5 milhões de brasileiros utilizam ilícitos. No entanto, as drogas lícitas também têm números elevados. Leia para entender os tipos de drogas mais consumidas no Brasil!

Drogas mais consumidas na categoria das lícitas

drogas mais consumidas

Primeiramente, vamos começar falando das drogas mais consumidas no Brasil entre as que são permitidas por lei. Ou seja, as chamadas drogas lícitas.

Embora muita gente não as trate como se fossem drogas e causassem dependência química, de fato elas são e podem trazer diversos problemas. Assim, os efeitos das drogas no organismo podem ser elevados e prejudicar o dependente física, social e mentalmente.

Dessa maneira, o LENAD, conduzido pela Fiocruz, apontou que são três as principais drogas lícitas utilizadas no país. Portanto, elas estão descritas abaixo, em ordem:

1.      Bebidas alcoólicas

Para começar, saiba que o álcool é a droga lícita que mais se consome no país – o que não deve deixar ninguém surpreso, certo? Afinal, quase todo mundo já bebeu álcool e com certeza, mesmo que não tenha bebido nunca, você conhece muita gente que o fez e faz.

No entanto, isso pode causar problemas, e o alcoolismo é um assunto sério. Além disso, os efeitos de dirigir alcoolizado, por exemplo, causam diversos acidentes no mundo todos os dias, e podem ser evitados.

Com relação aos números, o estudo aponta que mais de 2/3 dos brasileiros já bebeu pelo menos uma vez. Além disso, este dado é ainda maior com relação ao sexo masculino, uma vez que 74% dos homens afirmam já ter bebido.

Outro número alarmante é daqueles que consomem álcool de forma abusiva: cerca de 16% dos entrevistados afirmam ter compulsão. Isto representa mais de 25 milhões de pessoas.

2.      Tabaco

Em segundo lugar entre as drogas lícitas mais consumidas no Brasil, está o tabaco. Desse modo, de acordo com a pesquisa, mais de 26 milhões de brasileiros já fumaram algum produto com base na substância.

Ademais, ao avaliar possíveis quadros de dependência, o LENAD avaliou que cerca de 5 milhões estão em quadros deste tipo. Ou seja, este é um problema grave e que coloca a saúde das pessoas em risco.

3.      Medicamentos não-prescritos

Por fim, outra entre as drogas mais consumidas no Brasil é a de medicamentos não prescritos. Dessa forma, normalmente eles podem ser opiáceos, anticolinérgicos, barbitúricos, anabolizantes, anfetamínicos e benzodiazepínicos.

Assim, nesta categoria, aproximadamente 6 milhões de pessoas afirma já ter usado de modo irregular.  Os mais utilizados foram os opiáceos, usados para dor, seguidos pelos anfetamínicos.

Drogas mais consumidas entre as ilícitas

drogas mais consumidas

Já quando falamos entre as drogas mais consumidas entre as ilícitas, é importante ressaltar que existem tipos diferentes de classificação. Dessa forma, podemos caracterizá-las entre as naturais, as sintéticas e as semissintéticas.

1.      Drogas naturais mais consumidas

Primeiramente, vamos falar sobre as drogas chamadas de naturais. Elas são denominadas dessa maneira porque são extraídas diretamente da planta, sem passar por laboratórios. Desse modo, em geral, os mais comuns são alguns derivados da cannabis e do ópio. Veja as drogas mais consumidas no Brasil deste tipo:

  • Maconha: cerca de 12 milhões de brasileiros já utilizaram a maconha ou alguma de suas variações pelo menos uma vez. No entanto, esta é uma droga que tende a ter uma menor dependência.
  • Ayahuasca: o chá de Ayahuasca não é exatamente ilícito por estar ligado a preceitos religiosos, de acordo com a legislação brasileira. Ainda assim, pode causar dependência, e quase 600 mil pessoas já o experimentaram.

2.      Drogas sintéticas mais consumidas

Outro grupo importante entre as drogas mais consumidas é o das chamadas sintéticas. Então, neste caso, ao contrário das naturais, elas são fabricadas em laboratórios. Portanto, são artificiais. Veja as principais:

  • LSD: de acordo com o LENAD, o LSD é a oitava droga mais consumida no país, já tendo sido experimentada por mais de 1,2 milhão de cidadãos.
  • Ecstazy: assim como o LSD, o ecstazy também é muito utilizado em festas, como as raves. Assim, cerca de 1 milhão de pessoas no país dizem já tê-lo experimentado pelo menos uma vez.
  • Anfetamina: embora não tenha tanto sucesso no Brasil, a anfetamina é uma das drogas mais consumidas no mundo. Dessa forma, são quase 30 milhões de usuários ao redor do planeta.

3.      Drogas semissintéticas mais consumidas

Por fim, temos o grupo das drogas semissintéticas. Dessa maneira, elas têm seu composto ativo proveniente de drogas naturais, mas são modificadas. Veja, então, as mais consumidas no Brasil:

  • Cocaína: a segunda substância ilícita mais utilizada, somente atrás da maconha, possui mais de 4,6 milhões de brasileiros tendo dito que já a utilizaram pelo menos uma vez.
  • Crack: o crack, variação da cocaína, também tem números alarmantes. Além disso, vale salientar que esse é um composto entre os mais viciantes.
  • Heroína: esta droga que geralmente é utilizada de modo injetável já foi utilizada por cerca de meio milhão de brasileiros.

Perceba, portanto, que o uso de substâncias que causam dependência química é infelizmente muito comum em nosso país. Dessa maneira, buscar a informação e alternativas para tratar os dependentes químicos é um papel importante da família.

Como tratar a dependência química

Assim como já falamos antes, estas drogas mais consumidas no Brasil certamente geram muitos dependentes. Então, neste caso, como proceder?

Antes de mais nada, o importante é ressaltar que a dependência química é uma doença e deve ser tratada como tal. Portanto, procure uma equipe médica especializada e qualificada para ajudar quem você ama.

Além disso, muitas vezes pode ser necessária a internação em uma clínica de recuperação. Assim, este é um tratamento mais avançado, e não necessariamente para todos os casos. Se você estiver procurando uma clínica respeitada e que possa ajudar no seu tratamento, clique aqui para conhecer a Clínica Estrela de Davi!

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Remédio para parar de beber: saiba tudo sobre isso

A prescrição de um remédio para parar de beber pode ajudar no tratamento do alcoolismo. No entanto, ressalta-se que essa não é a única forma de tratar e que é apenas complementar a outros métodos.

Ainda assim, os medicamentos para o alcoolismo são eficazes, desde que utilizados da maneira correta. Portanto, para entender melhor como funciona o remédio que seu médico prescreveu, siga lendo!

O que é o alcoolismo?

remédio para parar de beber

Antes de mais nada, você sabe o que é o alcoolismo? De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa é uma doença ocasionada a partir da dependência do indivíduo ao álcool.

Ou seja, podemos dizer que ocorre a partir do uso constante e progressivo do álcool. Dessa forma, em geral, acontece como um vício, com o indivíduo perdendo o controle sobre a bebida.

No longo prazo, o álcool acaba prejudicando todos os órgãos do corpo. O principal deles é o fígado, que é o grande responsável por desintoxicar o corpo, e acaba sendo sobrecarregado sem conseguir metabolizá-lo corretamente.

Além disso, porém, as consequências não se limitam somente aos aspectos físicos do indivíduo alcóolatra. A família e todas as pessoas próximas também acabam sofrendo junto, assim como em qualquer outra dependência química.

Portanto, embora seja aceito socialmente e seja legalizado, o álcool pode se tornar um problema. Desse modo, ele prejudica a vida de todos.

Se você está em dúvida se está viciado ou não, o ideal é procurar um médico. No entanto, de antemão, algumas perguntas ajudam a responder essa questão. Por exemplo:

  • Você se irrita quando alguém insinua que você está bebendo demais?
  • Alguma vez já sentiu que deveria ingerir menos álcool?
  • Já se sentiu culpado por conta da bebida?
  • Já bebeu pela manhã para acabar com a ressaca ou por qualquer outro motivo?

Caso a resposta tenha sido sim para qualquer destas perguntas, é um mau sinal. Portanto, o diagnóstico médico se torna imprescindível, e o indicado é que você procure um. Ele saberá indicar, por exemplo, se é necessário o uso de um remédio para parar de beber.

Por que parar de beber?

Pois bem, até aqui você já deve ter entendido um pouco sobre o porquê parar de beber, não é mesmo? Afinal, mesmo que seja legalizada, a bebida ainda é uma droga que pode causar dependência e todos os danos que esse problema traz.

Dessa maneira, seus malefícios são muito mais relevantes do que os supostos benefícios. Sendo assim, enquanto a sensação positiva dura apenas alguns momentos, os danos no corpo podem ficar para sempre.

Além disso, esse problema pode prejudicar também as pessoas à sua volta, que se preocupam com você. Pense até mesmo que em estados em que você está bêbado, pode até perder o controle da situação e fazer algo grave.

Portanto, parar de beber é uma necessidade pelos efeitos nocivos que causa ao indivíduo com alcoolismo e à sociedade como um todo. Ademais, outro importante motivo é que isto tem tratamento.

Como vamos ver adiante, existem diversas maneiras. Entre elas, a da prescrição de remédio para parar de beber.

Qual remédio para parar de beber usar?

remédio para parar de beber

Agora falando especificamente sobre o tema que motivou a publicação, vamos entrar no caso de remédio para parar de beber. Antes de mais nada, é importante ressaltar que você não deve utilizar sem a prescrição de um médico.

Desse modo, o acompanhamento com um profissional é vital para o sucesso do tratamento. Isso porque o especialista saberá dizer, para o seu caso, qual remédio você pode utilizar e qual tem mais chances de dar certo.

Além disso, lembre-se de que, como qualquer outro medicamento, o remédio para parar de beber também pode gerar efeitos adversos. Isso ocorre sobretudo se for utilizado da forma errada. Aliás, quando utilizado equivocadamente, até mesmo os benefícios são prejudicados.

Outro fator de destaque é que os medicamentos para o alcoolismo não são a única forma de tratamento. Em vez disso, porém, eles servem como elementos complementares para tratar de uma maneira completa e que o mantenha longe do vício.

É possível, por exemplo, que você faça terapias, que tenha tentativas de mudança do estilo de vida e, em casos mais avançados, há possibilidade inclusive de internação. Novamente, quem irá avaliar o que é necessário será o médico.

Portanto, não deixe de procurar um especialista porque ele é quem irá determinar se é necessário um remédio para parar de beber e qual deles é o ideal na sua situação.

Dito isso, existem quatro medicamentos que são os mais utilizados. Vamos falar sobre cada um abaixo. Ressalta-se que eles têm indicações muito específicas e não devem, por exemplo, ser utilizados por mulheres grávidas.

Dissulfiram

Esse remédio para parar de beber tem ação nas enzimas que trabalham na decomposição do álcool e no metabolismo. Dessa maneira, ele provoca uma série de reações no indivíduo quando ele bebe, como vômitos, pressão baixa, dificuldade para respirar, dor de cabeça, entre outros.

Portanto, ele induz a diminuição do uso da bebida porque a pessoa acaba associando o álcool com todos esses sintomas. Então, o corpo desassocia do sentimento positivo momentâneo que a bebida traz, fazendo com que este indivíduo fique num estado recorrente de ressaca.

Naltrexona

Outro remédio para parar de beber comum é a naltrexona. No entanto, a sua ação é um pouco diferente da do medicamento anterior. Assim sendo, a ação da naltrexona é nos neurotransmissores que são produzidos no cérebro.

Então, o que ela faz é diminuir gradualmente a sensação de prazer que se tem ao beber. Dessa maneira, acaba sendo uma importante arma contra as crises de abstinência, por exemplo.

Acamprosato

Um terceiro medicamento para parar de beber é o acamprosato, que tem ação no cérebro, numa substância chamada glutamato. Por isso, sua ação é de certa forma similar à da naltrexona.

Nalmefeno

Por fim, o nalmefeno age de modo similar aos dois remédios para o alcoolismo descritos acima. Ou seja, ele tem ação no cérebro, diminuindo gradualmente as sensações positivas que a bebida pode trazer.

Você utiliza algum desses remédios? Deixe nos comentários qual funcionou melhor no seu caso!

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Ansiedade e depressão: saiba informações importantes

Ansiedade e depressão são transtornos que podem afetar a qualquer um. Embora em determinados momentos eles sejam naturais, a presença frequente e acentuada é caracterizada como uma doença.

No entanto, como diferenciar ansiedade e depressão? O que eles têm de similar e de diferente? Quais são os sintomas? Leia para entender melhor!

O que é a ansiedade

ansiedade e depressão

Primeiramente, vamos começar falando sobre o que é ansiedade. Assim, você vai entender melhor sobre este quadro, antes de falarmos sobre a depressão.

Portanto, saiba que a ansiedade é um estado emocional em que estão presentes sentimentos nocivos, como a tensão, a preocupação, entre outros.

Além disso, em certo nível, é até normal ficar ansioso. Vai dizer que você nunca sentiu um friozinho na barriga antes de encontrar a pessoa amada ou antes de fazer uma prova? Isto é perfeitamente natural.

No entanto, em um certo ponto, já passa o considerado normal e se torna uma doença. Dessa maneira, isso acontece quando o quadro de ansiedade é muito frequente ou numa intensidade muito forte.

Ou seja, podemos dizer que ela se torna um problema quando é muito forte a ponto de atrapalhar o funcionamento do organismo e a qualidade de vida do indivíduo. Então, nestes casos a ansiedade é considerada um transtorno de saúde mental.

Por isso, quem sofre com esse problema possui uma grande dificuldade até mesmo para realizar tarefas simples. Por exemplo, falar em público se torna um desafio praticamente intransponível.

Diante de cenários como este, o corpo começa a tremer, a respiração é prejudicada e o coração dispara. Isso acontece ao ponto de incapacitar a pessoa, de forma que ela não consegue realizar nem mesmo tarefas cotidianas.

Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, um número extremamente elevado de brasileiros está com ansiedade atualmente, sobretudo por conta da pandemia de covid-19. Dessa forma, as pesquisas apontam que a proporção chega a 86,5% dos brasileiros estudados.

No entanto, nem tudo se resume a esta enfermidade. Assim como vamos ver abaixo, ansiedade e depressão são duas questões importantes, embora diferentes.

O que é a depressão

Da mesma forma que a ansiedade é uma doença, a depressão também é caracterizada dessa forma. E os números são igualmente preocupantes: de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são mais de 300 milhões de pessoas com depressão no mundo. No Brasil, o número total é de cerca de 12 milhões de pessoas.

Ou seja, perceba que ansiedade e depressão possuem em comum uma taxa considerável na população brasileira. Dessa maneira, ambas são preocupantes e devem ser consideradas de forma séria.

Com relação à depressão, hoje em dia se sabe que existem diversos fatores que podem desencadeá-la. Por exemplo, há uma propensão genética, além de problemas metabólicos e hormonais, históricos de traumas ou abuso e outros casos que podem levar ao surgimento do quadro.

No entanto, é bom ressaltar que a depressão não se caracteriza apenas como uma tristeza um pouco mais acentuada do que o normal. Na verdade, ao contrário da tristeza, ela é duradoura, e não passageira.

Isto é, para quem é depressivo, qualquer situação se torna mais sofrida e incômoda. Assim, lidar com qualquer fator é um problema que pode desencadear crises, por exemplo. Não basta simplesmente pensar positivo para passar.

Ainda que seja normal em certos períodos, como no luto, ela pode se tornar uma enfermidade. Então, caso seja uma doença, existem diferentes níveis, desde os mais leves até os mais graves. Por isso, neste aspecto, ansiedade e depressão são similares.

Quais são as diferenças entre ansiedade e depressão?

ansiedade e depressão

Assim como você deve ter notado até aqui, ansiedade e depressão possuem semelhanças, como de serem doenças, mas também têm muitas diferenças. Além disso, ambas podem até ser comorbidades uma da outra. Podem, igualmente, surgirem em decorrência do uso de substâncias químicas, por exemplo.

Desse modo, é bom elencar o que eles têm de diferente, para que não haja confusão. Para começar, a depressão está mais relacionada à presença de pensamentos ruins, até mesmo suicidas em alguns quadros.

Por outro lado, a ansiedade surge diante de situações estressantes. Ela se parece mais com uma preocupação excessiva que faz com que seu coração dispare e sua respiração mude.

Contudo, essa diferenciação não é uma tarefa tão fácil assim. Para diagnosticar, sempre é necessário o auxílio de um médico especializado.

Então, ele levará em conta todos os fatores que mencionamos acima, passando pelo seu histórico, pelas condições genéticas, etc. Ou seja, ele levará em consideração uma série de fatores para chegar ao diagnóstico correto.

Quais são os sintomas de ansiedade e depressão?

Para ajudar na diferenciação, há também os sintomas de ansiedade e depressão, que são diferentes. Por isso, separamos abaixo os principais para que você entenda melhor.

Sintomas de ansiedade

Primeiramente, vamos com os sintomas de ansiedade. Eles costumam ser os seguintes:

  • Tensão exagerada, que chega a incapacitar de realizar alguma atividade;
  • Ausência de controle sobre suas ações ou pensamentos;
  • Medo exacerbado de alguma situação em particular;
  • Alterações respiratórias, como falta de ar;
  • Dificuldade de concentração;
  • Inquietação;
  • Insônia;
  • Presença de pensamentos catastróficos;
  • Taquicardia.

Sintomas de depressão

Agora, com relação aos sintomas de depressão, os mais comuns são os listados abaixo:

  • Humor depressivo, como a sensação de tristeza, a autodesvalorização, o sentimento de culpa, entre outros;
  • Diminuição do interesse sexual;
  • Falta de energia ou cansaço excessivo;
  • Insônia ou sonolência exagerada;
  • Alterações de apetite, geralmente diminuído;
  • Dores no peito;
  • Taquicardia;
  • Mal-estar.

Se você acredita que pode estar com ansiedade ou depressão, procure um médico! Em casos mais graves, até mesmo a internação pode ser uma opção.

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Sintomas de overdose: quais são e como tratar

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