sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Você sabe o que é Purple Drank? Qual é o tratamento? Saiba mais!

O purple drank é uma droga que, embora não seja das mais conhecidas, é capaz de trazer muitos malefícios à saúde. Além disso, assim como diversas outras substâncias lícitas e ilícitas, ela pode também causar dependência química.

Outro ponto importante de ressaltar são os efeitos que a droga causa no organismo. Eles são variados, e em casos extremos pode até levar à morte. Portanto, se você deseja entender melhor o que é isso, continue lendo!

O que é Purple Drank?

purple drink

Assim como dito na introdução, o purple drank é uma droga que pode causar adicção. No entanto, ela não é tão conhecida como outras, como a maconha, a cocaína ou até mesmo o cigarro e o álcool.

Entre seus variados nomes, essa droga também é chamada de lean ou de purple drink. Para fazê-la, são utilizados medicamentos, em particular aqueles à base de codeína ou prometazina, além de refrigerantes (de uva ou outros) e balas. Ela fica roxa, como sugere o nome.

Ainda que pareça algo novo, o lean já é antigo. Os primeiros registros dessa droga são da década de 1960, em Houston, nos Estados Unidos, associado ao gênero musical de blues. Porém, as bebidas e remédios utilizados naquela época eram um pouco diferente.

Mais à frente, foi adotado também em shows de rap, e aí houve a substituição das bebidas alcoólicas (como a cerveja) para o refrigerante, numa mistura mais próxima à que se faz hoje. Isso ocorreu mais nas décadas de 1980 e 1990, quando o purple drink se popularizou.

Um dos artistas que mais está associado ao uso dessa droga é o rapper DJ Screw. Neste caso, ele inseria até mesmo em suas letras algumas menções à bebida, além de efeitos sonoros que simulariam os efeitos dela.

Porém, de lá para cá, diversos outros rappers foram associados à droga. Dessa forma, isso contribuiu ainda mais para a disseminação dela.

Sendo assim, o objetivo ao utilizar a droga é o de levar a sensações de prazer, liberando adrenalina e anestesiando. Dessa maneira, se assemelha a outras drogas opiáceas e também ao álcool.

Consumo da droga no Brasil

Da mesma forma que falei acima, o purple drank se popularizou especialmente nos Estados Unidos. No entanto, a droga também chegou até o Brasil. Mesmo que não seja tão utilizado como lá, o uso tem crescido e é preocupante.

É de se considerar que, por exemplo, a codeína, um dos ingredientes dessa bebida, é vendido somente com receita no Brasil. Por isso, o seu uso em uma droga como esta é feito de modo ilegal.

Além disso, tanto ela quanto a prometazina podem causar dependência química. Isso significa que ela é uma droga com efeitos nefastos, do mesmo modo que muitas outras.

Estima-se que o purple drink tenha começado a se popularizar no Brasil a partir de cerca de 2015. Inclusive, a polícia já apreendeu suspeitos de produção da droga. Sua popularização deriva principalmente do aparecimento da droga em músicas e clipes do gênero musical Trap nos EUA.

Efeitos do Purple Drank

purple drank

Há uma série de efeitos colaterais do purple drank. Eles podem ser mais brandos ou até fatais, dependendo de uma série de fatores. Por exemplo, com cada organismo, com a dose ingerida e a frequência. Entre os principais efeitos do purple drink temos os seguintes:

  • Alterações na visão: as drogas depressoras do SNC presentes no purple drank podem causar a visão embaçada.
  • Dor de cabeça: a cefaleia pode surgir em decorrência da crise de abstinência ou do aumento da pressão sanguínea.
  • Alterações cardiovasculares: em casos graves ou em uso prolongado, algumas alterações podem causar efeitos como AVC e infarto, por exemplo.
  • Tonturas: assim como na embriaguez, o lean pode levar à tontura e à sensação de que tudo está em câmera lenta.
  • Problemas hepáticos e renais: alterações no fígado e nos rins também podem ocorrer em virtude da ingestão da bebida.
  • Convulsões: tanto a codeína quanto a prometazina afetam o sistema nervoso central, de modo que pode gerar convulsões.
  • Overdose: a mistura dos medicamentos na droga é potente, o que pode levar à overdose. Inclusive, já ocorreu com rappers como Pimp C.

Portanto, perceba que os sintomas do purple drink podem ser bastante graves. Por isso, o ideal é começar o tratamento o quanto antes, visando evitar o aparecimento de esses e de outros efeitos.

Como funciona o tratamento?

O tratamento do purple drank funciona da mesma forma que para outras drogas. Ou seja, temos alguns elementos comuns que devem ser levados em consideração.

Primeiramente, é necessário ter uma equipe multidisciplinar cuidando do paciente. Por exemplo, com médico generalista, psiquiatra, enfermeiro, psicólogo, assistente social, entre outros.

Além disso, para que a desintoxicação tenha sucesso, o plano de tratamento varia de acordo com cada paciente. Elementos como o tempo de uso da droga, a associação ou não com outras, a vontade de seguir o tratamento são importantes, entre outros fatores.

Em alguns casos, pode ser inclusive indicada a internação em uma clínica de recuperação. Nestes locais, é feita a reabilitação do dependente, para que volte à sociedade tendo uma vida livre do uso das drogas.

Você já conhecia o purple drank? Ficou com alguma dúvida? Deixe nos comentários!

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sábado, 15 de janeiro de 2022

O que é uma adicção e qual é o tratamento?

Você sabe o que é adicção? Já ouviu falar nesse termo? Pois saiba que ele se refere a comportamentos que afetam as emoções do indivíduo, criando um quadro de dependência. Dessa forma, hoje em dia é classificada como uma doença.

Por isso, da mesma forma que em outras enfermidades, existe tratamento para adicção. Se você deseja saber em detalhes o que isso significa, quais são os tipos mais comuns e como tratar, continue lendo!

O que é uma adicção

adicção

Assim como falei na introdução, adicção é uma doença que está relacionada à dependência e que causa alterações no indivíduo, sobretudo emocionais. Além disso, porém, pode ter impactos físicos, mentais e até sociais.

Ou seja, esta condição pode trazer uma série de consequências graves a quem a possui. Por essa razão, é importante ficar atento e entender quando existe um caso que necessita de tratamento.

Mas, então, quais seriam os exemplos de adicção? Entre os principais e mais comuns, o mais conhecido provavelmente seja o da dependência química. No entanto, não é o único. Outros, como a compulsão alimentar, também podem ser considerados.

Mais exemplos são das drogas lícitas e ilícitas em geral, da pornografia, do sexo, das compras compulsivas, dos jogos de azar, entre outros.

Portanto, perceba que existem alguns padrões a serem considerados. Primeiramente, nesta condição o indivíduo se vê como refém de algo. Além disso, é um comportamento que traz danos e que é muito difícil se libertar sozinho.

É por essas razões que ela é considerada uma doença. E, dito isso, saiba que esse quadro pode causar danos também às pessoas à volta, como a família.

É isso o que chamamos de codependência. Isto é, a codependência ocorre quando alguém próximo acaba perdendo o limite e fazendo de tudo pela pessoa que sofre com o vício, prejudicando também a sua própria qualidade de vida.

Quais são as causas da adicção?

Pois bem, agora que já sabemos o que é adicção, quais são as causas desta condição? É difícil falar em uma origem específica, porque cada pessoa tem a sua própria história de vida. Então, cada um pode ter caído neste mal por seus próprios motivos.

De forma geral, eles costumam estar relacionados a traumas que o indivíduo sofreu. Por isso, é importante prestar atenção no histórico do paciente e no que pode ter motivado ele. Ou seja, qual é a raiz do problema.

Assim sendo, uma vez que sabemos as reais motivações que levaram à adicção, é mais fácil tratar. Então, são tratadas também essas causas, de modo que aumenta a efetividade do tratamento.

Ainda assim, porém, nem tudo se resume a traumas. Estudos sugerem, por exemplo, que há fatores neurobiológicos que contribuem para isso. Além disso, é claro, o contexto em que a pessoa está inserida também influencia.

Então, podemos dizer que é uma soma de elementos biológicos, psicológicos (em que entram os traumas) e sociais. É essa soma que precisa ser entendida. Elas se manifestam mais especificamente de formas como as exemplificadas abaixo:

  • Crises de ansiedade, depressão ou estresse;
  • Solidão excessiva;
  • Dificuldade em lidar com problemas cotidianos;
  • Conflitos familiares;
  • Falta de atenção ou ausência dos pais;
  • Perdas do controle emocional.

Muitas vezes, a pessoa pode tentar esconder esses sentimentos com algo. É assim, por exemplo, que pode ter início a dependência a drogas lícitas e ilícitas ou a outros comportamentos como a compulsão alimentar.

Neste caso, esses elementos servem como uma fuga. Isto é, o indivíduo está fugindo daquilo que o faz mal substituindo com algo que traz um sentimento bom, mesmo que temporário e curto.

Principais tipos de vício

adicção

Assim como falei até aqui, a adicção é uma espécie de vício, concorda? Por isso, podemos falar que existem alguns mais comuns. Entre eles, estão drogas lícitas (como tabagismo e álcool) e ilícitas (cocaína, maconha, crack, entre outros).

  • Bebidas alcoólicas: até mesmo por ser algo legalizado, é muito comum, e requer tratamento.
  • Tabagismo: o tabagismo, assim como o álcool, pode iniciar de forma inocente. Porém, logo a pessoa pode perder o controle.
  • Drogas ilícitas: entre as que mais são usadas no Brasil e no mundo, estão a maconha, a cocaína, o crack e derivados da anfetamina.

No entanto, as drogas não são os únicos vícios. Por isso, os adictos também podem ter problemas relacionados a:

  • Internet: quem vive sem internet hoje em dia? Estima-se que quase 70% da população brasileira tem dependência moderada ou grave.
  • Jogos de azar: seja entre jovens ou pessoas mais velhas, este vício não é incomum e pode causar grandes danos financeiros, além dos mentais, físicos e sociais.
  • Pornografia: outro mal que causa vício é a pornografia, inclusive podendo levar a distúrbios psicológicos.
  • Compulsão alimentar: muitas vezes uma saída para momentos de ansiedade e depressão, ela causa uma sensação boa momentânea. No entanto, pode trazer prejuízos à saúde física e mental.

Perceba, portanto, que alguns desses vícios não necessariamente são nocivos quando há apenas usos controlados. Por exemplo, é o caso da internet, que pode servir para conversar com parentes distantes, acessar notícias, entre outros.

Contudo, também pode se tornar algo sem controle, que causa danos sociais, mentais e físicos. Por isso, é importante ficar atento ao risco.

Tratamento para adicção

Existem algumas formas de tratamento para a adicção. No entanto, é impossível falar de um mesmo tratamento para todas as pessoas e todos os vícios.

Portanto, note que existem diferentes tipos de adicção e que cada pessoa tem sua própria história. Por isso, é importante analisá-la antes de prosseguir com qualquer tipo de plano terapêutico.

Quem poderá fazer isso é um profissional da saúde. Dessa forma, atendimentos iniciais com psicólogos e psiquiatras podem ser importantes para encaminhar o seu tratamento. Em quadros mais graves, até mesmo uma internação poderá ser indicada.

Você já sabia dessas informações sobre adicção? Deixe suas dúvidas nos comentários!

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Internação psiquiátrica: o que é e como funciona?

A internação psiquiátrica é uma forma de garantir tratamento e apoio aos indivíduos que sofrem com algum transtorno mental ou que são dependentes químicos. Dessa maneira, é algo que visa o tratamento e a melhora no quadro desses pacientes.

No entanto, saiba que existem diferentes tipos de internação e que há formas de avaliar as clínicas psiquiátricas. Por isso, preparamos esta publicação especial, com todos os detalhes que você precisa saber. Leia!

O que é a internação psiquiátrica?

internação psiquiátrica

A internação psiquiátrica pode ser resumida como um modelo de tratamento e suporte ao paciente que possui dependência química ou algum tipo de transtorno mental. Isso ocorre em especial quando os sintomas estão mais exacerbados.

Perceba, portanto, que ela serve para ajudar o paciente, sobretudo quando ele já está perdendo o controle sobre si mesmo. Ou seja, quando já começa a ter prejuízos na sua vida em virtude do uso das drogas ou do quadro psiquiátrico.

Quem determina sobre esse tipo de internação é a Lei Nº 10.216, de 6 de abril de 2001. De acordo com esse instrumento normativo, a internação deve ser utilizada quando não houver mais opção e em casos mais graves.

Além disso, vale ressaltar que o foco é sempre a reinserção social do paciente. Para atingir essa finalidade, as clínicas em que são feitas as internações ajudam o paciente através da assistência integral.

Dessa maneira, em uma internação, o paciente terá acompanhamento 24 horas de profissionais treinados e qualificados, todos os dias. Por isso, não há lugar melhor para o tratamento, uma vez que sempre terá atenção e suporte.

Ademais, de modo complementar a Resolução Nº 8, de 14 de agosto de 2019, traz alguns elementos importantes. Ela determina que as formas de agir não devem violar os direitos humanos da pessoa.

Ou seja, ainda que as clínicas não devem ser vistas como um spa, também não é um local de punir o paciente. Sendo assim, deve ser garantido o melhor tratamento disponível para que ele volte a ter uma vida que seja o mais próximo possível da normalidade.

Como funciona a internação psiquiátrica?

Assim como falei acima, existem alguns instrumentos legais que determinam como funciona a internação psiquiátrica. Até aqui, já vimos em geral o que significa o conceito e quando se aplica. Além disso, também mencionei que não pode violar os direitos humanos do indivíduo.

Dito isso, existem outros elementos que são importantes para serem levantados. Primeiramente, sobre o tipo de internações existentes.

Hoje em dia, seja no caso da dependência química ou de transtornos mentais, há alguns modelos principais. São eles da internação voluntária, da involuntária e da compulsória.

Desse modo, no caso da internação voluntária, como o próprio nome sugere, ela acontece quando o paciente consente legalmente. Já, na involuntária, quem dá o consentimento é a família ou algum responsável. Por fim, na internação compulsória isso é normalmente realizado por meio do sistema de justiça.

Além disso, uma outra dúvida comum é relacionada ao tempo de internação. As pessoas nessa situação, via de regra, ficam de cerca de 30 dias até 180. Se houver uma internação psiquiátrica involuntária, o Ministério Público deve ser comunicado em um prazo máximo de 72 horas.

Outro ponto importante diz respeito à presença do médico. Assim como falei na seção anterior, é importante que o paciente esteja sempre acompanhado por profissionais. Dessa forma, vai garantir que está sempre realizando o tratamento mais adequado.

Por isso, durante toda a etapa de tratamento, deverá haver a produção de um laudo médico, independentemente do tipo de internação. Isto é fundamental para garantir a avaliação da evolução desse paciente.

Como é feito o tratamento?

internação psiquiátrica

O tratamento da internação psiquiátrica é, por certo, feito em uma clínica psiquiátrica. Nada mais lógico que seja realizado em um local especializado e com profissionais qualificados e experientes, não é verdade?

Primeiramente, há uma avaliação psiquiátrica, a qual deve ser feita com um especialista. Então, neste omento, deverá ser elaborado o projeto terapêutico para aquela pessoa, visando a sua melhora. Lembre-se de que cada ser humano é único e, portanto, cada tratamento também é.

Durante a avaliação psiquiátrica, o médico irá avaliar fatores como o estado mental do indivíduo, seu histórico, poderá solicitar exames de laboratório, fará exames físicos, etc. Ou seja, é algo bem específico.

Perceba, também, que isso é algo determinante para saber quais serão as formas de tratamento de cada pessoa. Assim como todos têm problemas únicos, também há planos terapêuticos únicos e individualizados.

Ainda assim, é preciso recordar que os transtornos mentais e a dependência química costumam gerar alguns problemas comuns. Por exemplo, distúrbios na rotina, na vida social, na saúde física, etc.

Por isso, alguns tratamentos acabam sendo muitas vezes similares. Em geral, existe a necessidade de terapias individuais, em grupo, período de desintoxicação (para dependentes químicos), entre outros.

Para isso, existe uma equipe multidisciplinar. Ela envolve médicos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, entre tantos outros.

O importante é ter em mente que não basta apenas superar aquele momento de crise. O primordial é visar um tratamento que permita ao paciente ter uma melhora estável na sua qualidade de vida, inclusive ajudando a evitar recaídas quando já estiver bem.

Como encontrar uma clínica psiquiátrica?

Para garantir o melhor tratamento na internação psiquiátrica, o ideal é encontrar uma clínica de confiança e que tenha a capacidade de realizar esse serviço. Dessa forma, você vai ter mais segurança com relação ao cuidado de quem você ama.

Por isso, as principais dicas são as seguintes:

  • Verifique se a clínica está regulamentada pelos órgãos de saúde federais, estatais e municipais;
  • Procure saber também se os registros dos funcionários estão em dia nos conselhos de cada profissão;
  • Visite as clínicas para ter certeza de que o que você vê nas fotos pela internet corresponde à realidade;
  • Se possível, tenha a opinião de alguém que já passou por aquela clínica.

Dessa maneira, você terá mais segurança ao internar seu ente querido. Para conhecer a Clínica Estrela de Davi, clique aqui! Contamos com estrutura e profissionais de excelência.

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Quais são os efeitos da cocaína e como amenizar? Entenda!

Muitas pessoas perguntam como cortar o efeito da cocaína ou mesmo sobre quais são esses efeitos e como identificá-los. Isso acontece porque essa é uma das drogas mais usadas no Brasil, com um índice elevado de dependentes.

Por isso, assim como já falamos sobre os principais efeitos do MD, agora vamos ver a respeito da cocaína. Se você quer tentar entender melhor quais são e como fazer com que eles sejam tratados, continue lendo!

O que é a cocaína?

efeitos da cocaína

Para começar, você sabe o que é a cocaína? Ao entender melhor o que é a droga, de onde ela vem e como funciona, podemos ter ideias mais precisas a respeito dos efeitos dela no organismo dos dependentes químicos.

Ela é derivada de uma planta chamada Erythroxylon coca, que é encontrada nas Américas Central e do Sul. Assim, aproximadamente 10% dessa planta é de uma substância denominada benzoilmetilecgonina, que é de onde vem o que chamamos de cocaína.

Primeiramente, há uma fase em que as folhas são colocadas em locais com substâncias como gasolina, ácido sulfúrico e querosene. Depois, é adicionado ácido clorídrico, de modo que surge o pó branco que provavelmente você já ouviu falar.

Além disso, quando é preparada para venda na rua, ela pode (e geralmente é) misturada a outros componentes. No entanto, estes novos componentes em vez de diminuir o risco da droga, aumentam ainda mais a sua toxicidade.

Dessa forma, como pó, a droga já é utilizada por usuários e dependentes. Via de regra, ela é aspirada pelo nariz ou, alternativamente, dissolvida em água para ser injetada diretamente na corrente sanguínea.

De todas as formas, os efeitos da cocaína surgem a partir do momento em que ela entra no organismo. Estes efeitos podem ser muito nocivos, como vamos ver na próxima seção, e podem levar até mesmo à morte.

A parte do corpo em que esta droga atua em particular é o chamado Sistema Nervoso Central. Assim, ela gera uma série de sensações a partir da liberação de neurotransmissores ligados ao bem-estar e à sensação de recompensa.

Por isso, acaba causando o vício. Inclusive, tem um risco considerado alto de dependência, mesmo que tenha sido consumida por um período curto.

Principais efeitos da cocaína

Assim como já falei até aqui, perceba que os efeitos da cocaína podem ser bastante graves à saúde de quem consome a droga. Além disso, é claro, ela pode causar codependência química, envolvendo as pessoas próximas.

Mas, dito isso, quais são os principais efeitos da cocaína no organismo? Por que essa droga é tão nociva à saúde? Abaixo, listamos alguns dos principais:

Sintomas físicos

Primeiramente, vamos falar a respeito dos efeitos da cocaína no corpo fisicamente. E, neste caso, não são poucos, independentemente se o uso for uma vez só ou de forma continuada, com dependência. Veja alguns dos mais comuns:

  • Coceira;
  • Taquicardia;
  • Aumento elevado da temperatura do corpo (hipertermia);
  • Elevação da pressão arterial;
  • Arritmia cardíaca;
  • Parada cardíaca;
  • Trombose coronária ou cerebral;
  • Enfarte do miocárdio;
  • Necrose cerebral;
  • Insuficiência cardíaca e/ou renal;
  • Hemorragias;
  • Tremores;
  • Convulsões;
  • Morte súbita.

Estes sintomas podem ocorrer com qualquer dosagem, desde as mais baixas até as mais altas. Além disso, pode ser que o usuário ou dependente sinta somente uma ou mais, não necessariamente sentindo todas.

Sintomas mentais

Assim como há efeitos da cocaína sentidos fisicamente, também há os mentais. Se você convive com alguém que usa a droga, talvez já tenha visto algum deles.

  • Alucinação e psicose;
  • Agitação e ansiedade;
  • Paranoia;
  • Sensação de grandiosidade;
  • Letargia;
  • Alterações no sono (insônia ou hipersonia);
  • Mudanças no apetite;
  • Retardo psicomotor;
  • Depressão com ideação suicida.

Sintomas sociais

Para finalizar entre os efeitos da cocaína, temos um último grupo que podemos chamar de sociais. Ou seja, a droga afeta não somente o indivíduo em sua mente e corpo, como também nas suas interações.

Da mesma forma que em qualquer dependência, com a cocaína o indivíduo coloca a droga acima de qualquer outra coisa. Sendo assim, deve haver mudanças na rotina, abandono dos estudos e/ou trabalho, alterações no círculo social, entre outros, como até mesmo a falta de cuidado com a própria higiene.

Como amenizar os efeitos da cocaína

efeitos da cocaína

Por fim, como cortar os efeitos da cocaína ou amenizá-los? Afinal, se são tão nocivos como vimos até aqui, é natural que você queira fazer com que eles não tenham mais chance de acontecer com quem você ama.

Primeiramente, não acredite em qualquer fórmula mágica de como cortar o efeito da cocaína. Infelizmente, há muitas pessoas que vendem ideias que na prática não funcionam, e que podem até piorar o quadro.

Saiba que hoje em dia a dependência química é considerada uma doença e deve ser tratada dessa forma. Por isso, o caminho mais seguro para desintoxicar um paciente com esse vício é com profissionais qualificados.

Ou seja, procure por especialistas no tema para lidar com isso e não tente você mesmo. Hoje em dia, existem várias clínicas de reabilitação, como a Clínica Estrela de Davi, que podem ajudá-lo.

Portanto, ajude o dependente da maneira mais qualificada possível. E se quiser entender mais sobre dependência química, leia mais publicações em nosso blog!

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Saiba o que é codependência e como identificar

Você já ouviu falar em codependência? Este é um assunto importante e que merece mais atenção. Não é só o dependente químico quem sofre com a doença, mas também as pessoas que estão à sua volta.

Portanto, é preciso saber lidar com esse problema. Afinal, é muito mais difícil lidar com as atividades do dia a dia se você está sofrendo com a codependência química ou outra similar. Leia para entender melhor!

O que é codependência?

codependência

De forma resumida, a codependência é um quadro emocional o qual pode ser desenvolvido por indivíduos que estão em convivência com pessoas como os dependentes químicos. Ainda assim, como vamos ver mais adiante, o termo não se refere apenas à codependência química, e existem outras categorias.

Segundo o Levantamento Nacional de Famílias dos Dependentes Químicos (Lenad Família), há em média 3,5 pessoas afetadas para cada dependente. Ou seja, é um número bastante elevado e que demonstra o quanto a família também sofre e esse problema carece de atenção.

Uma das formas de exemplo disso é a dedicação extrema que uma pessoa tem ao tentar salvar a outra do seu vício. No entanto, em vez de alcançar isso, acaba prejudicando as suas relações intra e interpessoais.

Na prática, então, os vínculos com outras pessoas e até consigo próprio se tornam desgastantes. E isso leva ao sofrimento, criando até uma certa dependência emocional.

Por isso, note que nem sempre precisa se referir a um vínculo com um dependente químico necessariamente. Em vez disso, pode se originar com comportamentos entre casais, com filhos ou até mesmo no trabalho, por exemplo.

Contudo, quanto entra o fator da droga, a relação tende a se tornar ainda mais complexa e intensa. Isso porque as consequências das drogas lícitas e ilícitas são vistas pelas pessoas próximas, que tentam ajudar, mas sem saber exatamente como.

Assim, o desejo em ajudar e salvar essa pessoa acaba se tornando numa espécie de obsessão, sem qualquer tipo de limite. Então, para isso, também é necessário tratamento para o codependente.

E, para o dependente, o mais indicado é levar a um profissional qualificado, e não tentar por conta própria em casa. Hoje em dia existem tratamentos eficazes, como as clínicas de recuperação.

Tipos de codependência

Pois bem, agora que você já sabe o que é codependência, vamos falar mais a respeito dos tipos dela. Ainda que existam diferenças, o padrão é sempre similar, com o codependente chamando para si as responsabilidades da outra pessoa.

Assim como falei antes, a mais conhecida talvez seja a codependência química, mas ela não é a única. As outras principais são afetivas e familiares, muitas vezes similares.

Primeiramente, a codependência química é aquela que mais está relacionada aos fatores e exemplos que falamos até aqui. Isto é, quando o codependente químico tenta salvar o outro ao tentar salvá-lo do vício.

A codependência familiar está relacionada ao comportamento obsessivo e sem limites de fazer tudo por algum familiar, como filho ou cônjuge. Neste caso, pode ou não estar relacionado às drogas.

Já a codependência afetiva é um pouco mais ampla e se relaciona a qualquer pessoa com quem se tenha algum vínculo emocional mais forte. Dessa forma, assim como nos casos anteriores, esse vínculo acaba se tornando patológico.

Sinais da codependência

codependência química

Existem alguns sinais da codependência, seja ela química, familiar ou patológica, os quais podem ser identificados. O principal é que o codependente pensa na felicidade e nos problemas do outro acima dos seus próprios, e a vida dela depende disso.

Dessa forma, acaba atuando com excesso de permissividade e sem limites sobre os abusos. Pode até envolver abusos físicos ou emocionais que continua com o mesmo comportamento, com um vínculo muito forte entre as partes.

Pense, por exemplo, no caso da codependência química de alguém que tenha um familiar viciado em crack ou outra droga. Ao mesmo tempo em que o dependente vai abandonando suas responsabilidades, o familiar codependente pode acabar assumindo elas gradativamente.

E isso está relacionado a uma série de fatores, desde os aspectos econômicos até atividades de higiene e cuidado próprio. Então, isso gradativamente vai trazendo sofrimento e cargas adicionais à família e a todos que assumem essa função.

Para resolver esse problema, o ideal é buscar um tratamento ao dependente e apoio também ao codependente, uma vez que também está sofrendo. O vício é um mal que atinge a todas as pessoas próximas.

Vale salientar que esses efeitos da codependência devem ser tratados por profissionais de saúde especializados. Portanto, caso você sinta algum, procure um especialista.

Como funciona o tratamento

O tratamento da codependência passa por uma série de fatores que envolvem o autoconhecimento e o reconhecimento dos seus desejos próprios. No entanto, o primeiro passo é entender e aceitar que você está sofrendo com isso.

Elementos como a psicoterapia podem ser importantes nesse tratamento de aprender a lidar com a vida de uma nova forma. Inclusive, existem grupos de apoio para que você se relacione e troque experiências com outras pessoas nessa mesma situação.

Além disso, é preciso também tirar o peso e a responsabilidade de si de cuidar completamente do outro. Assim como falei antes, para os casos de codependência química, saiba que existem clínicas e profissionais especializados para cuidar e tratar da pessoa que você ama e está sofrendo com o vício.

Gostou de saber mais sobre esse tema? Visite nosso blog para se informar ainda mais!

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Sintomas de overdose: quais são e como tratar

Os sintomas de overdose podem levar a complicações que podem ser fatais. No entanto, estes sintomas não são sempre os mesmos, e variam de ac...